Extremo Sul continua em situação Grave para contaminação de Covid-19

Matriz de Risco Potencial do Governo de Santa Catarina foi atualizada nesta sexta-feira, 02, e irá mudar a forma como avalia os índices no estado

Imagem: Divulgação/SES

Por Dyessica Abadi

A Matriz de Risco Potencial de Covid-19 do Governo de Santa Catarina foi atualizada nesta sexta-feira, 02, e irá mudar a forma como avalia os índices no estado. Até o momento, o Extremo Sul continua em situação Grave (cor laranja) para contaminação do vírus. O Extremo Oeste, que na avaliação anterior era a única região em risco Alto (cor amarela), voltou ao estado Grave (laranja).

Atualmente, cinco regiões de saúde estão em Risco Alto (amarelo). São elas: Serra Catarinense, Médio Vale do Itajaí, Foz do Rio Itajaí, Oeste e Xanxerê. Todas as outras 11 regiões encontram-se em Risco Potencial Grave (laranja).

A Central de Operações de Emergência em Saúde (COES), da Secretaria de Estado de Saúde, decidiu mudar a análise dos indicadores de transmissão, monitoramento, mortalidade e capacidade de atenção. O objetivo é prevenir novos surtos em potencial.

“Compreendemos que o momento é outro. O gerenciamento tira um pouco o foco da ampliação da estrutura hospitalar catarinense, que já aumentamos consideravelmente, e passa a levar em conta o diagnóstico rápido, o monitoramento e o rastreamento dos contatos”, explica o secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro.

O que muda na Matriz de Risco Potencial?


Agora, o mapeamento nas 16 Regiões de Saúde de Santa Catarina passa a considerar de forma mais analítica os seguintes índices:

  • Dimensão Evento Sentinela: considera a mortalidade por Covid-19. As mortes são um sinal de alerta que aponta a possibilidade de aumento no número de casos não identificados pelo sistema de saúde;

  • Dimensão Transmissibilidade: combina informação sobre a quantidade de casos ativos em relação à população e compara com o número registrado na semana anterior;

  • Dimensão Monitoramento: aponta a capacidade de rastreamento dos casos e contatos, medida por meio das notificações de casos positivos e negativos;

  • Dimensão Capacidade de Atenção: dimensão que somente será avaliada quando a taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid-19 superem 60%, entre outras especificações.


Fonte: Secom/SES


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Imagem: Divulgação/SES

Por Dyessica Abadi

A Matriz de Risco Potencial de Covid-19 do Governo de Santa Catarina foi atualizada nesta sexta-feira, 02, e irá mudar a forma como avalia os índices no estado. Até o momento, o Extremo Sul continua em situação Grave (cor laranja) para contaminação do vírus. O Extremo Oeste, que na avaliação anterior era a única região em risco Alto (cor amarela), voltou ao estado Grave (laranja).

Atualmente, cinco regiões de saúde estão em Risco Alto (amarelo). São elas: Serra Catarinense, Médio Vale do Itajaí, Foz do Rio Itajaí, Oeste e Xanxerê. Todas as outras 11 regiões encontram-se em Risco Potencial Grave (laranja).

A Central de Operações de Emergência em Saúde (COES), da Secretaria de Estado de Saúde, decidiu mudar a análise dos indicadores de transmissão, monitoramento, mortalidade e capacidade de atenção. O objetivo é prevenir novos surtos em potencial.

“Compreendemos que o momento é outro. O gerenciamento tira um pouco o foco da ampliação da estrutura hospitalar catarinense, que já aumentamos consideravelmente, e passa a levar em conta o diagnóstico rápido, o monitoramento e o rastreamento dos contatos”, explica o secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro.

O que muda na Matriz de Risco Potencial?

Agora, o mapeamento nas 16 Regiões de Saúde de Santa Catarina passa a considerar de forma mais analítica os seguintes índices:

  • Dimensão Evento Sentinela: considera a mortalidade por Covid-19. As mortes são um sinal de alerta que aponta a possibilidade de aumento no número de casos não identificados pelo sistema de saúde;
  • Dimensão Transmissibilidade: combina informação sobre a quantidade de casos ativos em relação à população e compara com o número registrado na semana anterior;
  • Dimensão Monitoramento: aponta a capacidade de rastreamento dos casos e contatos, medida por meio das notificações de casos positivos e negativos;
  • Dimensão Capacidade de Atenção: dimensão que somente será avaliada quando a taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid-19 superem 60%, entre outras especificações.

Fonte: Secom/SES

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