Ex-boxeador Casca é condenado a pena de 23 anos de prisão por homicídio e tentativa

Os jurados desconsideraram a qualificadora de feminicídio pela morte da tia da ex-mulher, Elenita Rosa Rodrigues

Foto: Divulgação

Por Dyessica Abadi

Nesta quarta-feira, 07, aconteceu o julgamento do ex-boxeador Claudinei Rodrigues Lacerda, mais conhecido como Casca, pela morte de Elenita Rosa Rodrigues e tentativa de homicídio do companheiro dela, Luciano da Silva. O criminoso foi condenado a 23 anos e 4 meses de pena por homicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio triplamente qualificado, além de invasão à domicílio e ameaça. Os jurados desconsideraram a qualificadora de feminicídio.

O julgamento teve duração total de 14 horas: os trabalhos iniciaram às 09 horas da manhã e encerraram apenas à meia noite. Primeiramente, o júri popular foi sorteado e, após, começaram os depoimentos das testemunhas e da vítima, que pediram para que o réu não estivesse presente. Conforme a assessoria da defesa, foi apresentada objeção à ausência do réu, mas a acusação manifestou-se e o juiz manteve a decisão de ouvir as testemunhas sem o réu.

Os advogados que fizeram a defesa de Casca foram o Dr. Marcelo Vargas Pinto, o Dr. Roger Ellwanger do Santos, o Dr. Thalys Ricardo Batista e a Dra. Bruna Luíza Piovesan. Também participaram do julgamento os sete jurados, o promotor de justiça, Gabriel Ricardo Zanon Meyer, o juiz substituto da 1ª Vara Cível de Araranguá, Bruno Santos Vilela, além de Policiais Militares e funcionários do Fórum.

[caption id="attachment_66788" align="aligncenter" width="878"] Advogados de defesa. Foto: Divulgação[/caption]

Relembre o crime

O crime aconteceu em dezembro de 2017, quando Casca tentou invadir a casa da ex-mulher, localizada no bairro Mato Alto, em Araranguá. Elenita era tia da ex-mulher do boxeador e foi até o local para tentar ajudar a sobrinha que ligou pedindo socorro. Elenita e o companheiro ficaram gravemente feridos após Casca desferir fortes golpes nas vítimas com uma barra de ferro. Já no Hospital Regional de Araranguá, Elenita não resistiu aos ferimentos e veio a falecer.

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Nesta quarta-feira, 07, aconteceu o julgamento do ex-boxeador Claudinei Rodrigues Lacerda, mais conhecido como Casca, pela morte de Elenita Rosa Rodrigues e tentativa de homicídio do companheiro dela, Luciano da Silva. O criminoso foi condenado a 23 anos e 4 meses de pena por homicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio triplamente qualificado, além de invasão à domicílio e ameaça. Os jurados desconsideraram a qualificadora de feminicídio.

O julgamento teve duração total de 14 horas: os trabalhos iniciaram às 09 horas da manhã e encerraram apenas à meia noite. Primeiramente, o júri popular foi sorteado e, após, começaram os depoimentos das testemunhas e da vítima, que pediram para que o réu não estivesse presente. Conforme a assessoria da defesa, foi apresentada objeção à ausência do réu, mas a acusação manifestou-se e o juiz manteve a decisão de ouvir as testemunhas sem o réu.

Os advogados que fizeram a defesa de Casca foram o Dr. Marcelo Vargas Pinto, o Dr. Roger Ellwanger do Santos, o Dr. Thalys Ricardo Batista e a Dra. Bruna Luíza Piovesan. Também participaram do julgamento os sete jurados, o promotor de justiça, Gabriel Ricardo Zanon Meyer, o juiz substituto da 1ª Vara Cível de Araranguá, Bruno Santos Vilela, além de Policiais Militares e funcionários do Fórum.

Advogados de defesa. Foto: Divulgação

Relembre o crime

O crime aconteceu em dezembro de 2017, quando Casca tentou invadir a casa da ex-mulher, localizada no bairro Mato Alto, em Araranguá. Elenita era tia da ex-mulher do boxeador e foi até o local para tentar ajudar a sobrinha que ligou pedindo socorro. Elenita e o companheiro ficaram gravemente feridos após Casca desferir fortes golpes nas vítimas com uma barra de ferro. Já no Hospital Regional de Araranguá, Elenita não resistiu aos ferimentos e veio a falecer.

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