Estudantes, deficientes e idosos podem perder benefício de meia-entrada em cinemas

Segundo a Ancine, quase 80% dos ingressos de cinema vendidos no Brasil em 2019 tiveram preço de meia-entrada

Foto: Imagem de Igor Ovsyannykov por Pixabay

Por Dyessica Abadi

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) abriu consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da meia-entrada e seus impactos econômicos no mercado exibidor. O Ministério da Economia se manifestou defendendo a extinção de todas as regras que garantem o benefício a estudantes, jovens de baixa renda, pessoas com deficiência e idosos. A discussão está em aberto e permanece disponível para contribuições até 13 de agosto.

Quem compra inteira, paga a mais para permitir o desconto de quem tem meia-entrada


Segundo a Ancine, quase 80% dos ingressos de cinema vendidos no Brasil em 2019 tiveram preço de meia-entrada. A estimativa é que 96,6 milhões de brasileiros se enquadrem na categoria – o que garantiria o benefício a quase metade da população medida pelo IBGE, de 211 milhões de habitantes.

Atualmente, a meia-entrada é garantida por um subsídio cruzado: quem compra a inteira paga a mais para permitir o desconto daqueles com direito a meia. Nenhuma das leis de meia-entrada estabelece repasse de recursos do orçamento da União, Estados ou municípios.

Apenas 21,6% dos ingressos vendidos em 2019 eram inteiros. A Ancine afirma que a receita desse produto vêm caindo há três anos consecutivos. Os dados foram determinantes para que o órgão abrisse a consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da meia-entrada e os impactos que ela poderá gerar no mercado exibidor futuramente.

Para participar da Consulta Pública da Ancine, é preciso se cadastrar no Sistema de Consulta Pública. Os documentos podem ser consultados na mesma página, sem necessidade de cadastro. Dúvidas sobre o funcionamento do portal devem ser encaminhadas para: ouvidoria.responde@ancine.gov.br. O documento estará disponível para contribuição até o dia 13 de agosto.

Fonte: Ancine / Estadão

 

Foto: Imagem de Igor Ovsyannykov por Pixabay

Por Dyessica Abadi

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) abriu consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da meia-entrada e seus impactos econômicos no mercado exibidor. O Ministério da Economia se manifestou defendendo a extinção de todas as regras que garantem o benefício a estudantes, jovens de baixa renda, pessoas com deficiência e idosos. A discussão está em aberto e permanece disponível para contribuições até 13 de agosto.

Quem compra inteira, paga a mais para permitir o desconto de quem tem meia-entrada

Segundo a Ancine, quase 80% dos ingressos de cinema vendidos no Brasil em 2019 tiveram preço de meia-entrada. A estimativa é que 96,6 milhões de brasileiros se enquadrem na categoria – o que garantiria o benefício a quase metade da população medida pelo IBGE, de 211 milhões de habitantes.

Atualmente, a meia-entrada é garantida por um subsídio cruzado: quem compra a inteira paga a mais para permitir o desconto daqueles com direito a meia. Nenhuma das leis de meia-entrada estabelece repasse de recursos do orçamento da União, Estados ou municípios.

Apenas 21,6% dos ingressos vendidos em 2019 eram inteiros. A Ancine afirma que a receita desse produto vêm caindo há três anos consecutivos. Os dados foram determinantes para que o órgão abrisse a consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da meia-entrada e os impactos que ela poderá gerar no mercado exibidor futuramente.

Para participar da Consulta Pública da Ancine, é preciso se cadastrar no Sistema de Consulta Pública. Os documentos podem ser consultados na mesma página, sem necessidade de cadastro. Dúvidas sobre o funcionamento do portal devem ser encaminhadas para: ouvidoria.responde@ancine.gov.br. O documento estará disponível para contribuição até o dia 13 de agosto.

Fonte: Ancine / Estadão

 

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