Esposas de detentos do Presídio Regional planejam manifestação

Elas alegam que os maridos cumprem a pena em situação precária e condições sub-humanas

Foto: Arquivo

Um grupo de 25 esposas de detentos, que cumprem pena ou aguardam as sentenças por terem infringido a lei no Presídio Regional de Araranguá estão organizando uma manifestação na próxima quinta, 22. Elas alegam que seus maridos estão em situação precária e sub-humanas na unidade.

Em contato com a equipe de jornalismo da W3 News, as mulheres relatam que as visitas também estão sendo restringidas. Inclusive, algumas delas que conseguiram se comunicar por vídeo chamada receberam várias denúncias dos companheiros. “Eles contaram que estão sofrendo tortura física, privação de sono, tem que ficar em isolamento, não podem receber visita, e também não é feita a distribuição de material de higiene pessoal os alimentos deixados pelos parentes”, contaram.

As companheiras dos presos que não quiseram se identificar, reclamam ainda da superlotação “Eles estão em péssimas condições de higiene, a situação é de total abandono. Os presos estão vivendo em celas repletas de mofo, infestadas de ratos e baratas. A qualquer hora pode acontecer uma rebelião por causa disso”, relatou outra.

O grupo também contou à reportagem que as visitas na pandemia não estão permitias, apenas contato por vídeo chamada uma vez por mês com duração de 15 minutos. Porém, algumas delas não conseguem contato há dois meses com seus companheiros.

A manifestação será para reivindicar todas estas situações e segundo as organizadoras, para cobrar melhores condições e o retorno das visitas presenciais.

Direção do Presídio vai se manifestar por nota oficial

Nossa equipe de reportagem entrou em contato com o gerente do Presidio Regional de Araranguá, Kleber Schuartz, que contestou todas as alegações do grupo. Uma nota oficial da Secretaria de Segurança Pública deve ser encaminhada oficialmente. Até a conclusão desta matéria o documento não foi recebido.

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Um grupo de 25 esposas de detentos, que cumprem pena ou aguardam as sentenças por terem infringido a lei no Presídio Regional de Araranguá estão organizando uma manifestação na próxima quinta, 22. Elas alegam que seus maridos estão em situação precária e sub-humanas na unidade.

Em contato com a equipe de jornalismo da W3 News, as mulheres relatam que as visitas também estão sendo restringidas. Inclusive, algumas delas que conseguiram se comunicar por vídeo chamada receberam várias denúncias dos companheiros. “Eles contaram que estão sofrendo tortura física, privação de sono, tem que ficar em isolamento, não podem receber visita, e também não é feita a distribuição de material de higiene pessoal os alimentos deixados pelos parentes”, contaram.

As companheiras dos presos que não quiseram se identificar, reclamam ainda da superlotação “Eles estão em péssimas condições de higiene, a situação é de total abandono. Os presos estão vivendo em celas repletas de mofo, infestadas de ratos e baratas. A qualquer hora pode acontecer uma rebelião por causa disso”, relatou outra.

O grupo também contou à reportagem que as visitas na pandemia não estão permitias, apenas contato por vídeo chamada uma vez por mês com duração de 15 minutos. Porém, algumas delas não conseguem contato há dois meses com seus companheiros.

A manifestação será para reivindicar todas estas situações e segundo as organizadoras, para cobrar melhores condições e o retorno das visitas presenciais.

Direção do Presídio vai se manifestar por nota oficial

Nossa equipe de reportagem entrou em contato com o gerente do Presidio Regional de Araranguá, Kleber Schuartz, que contestou todas as alegações do grupo. Uma nota oficial da Secretaria de Segurança Pública deve ser encaminhada oficialmente. Até a conclusão desta matéria o documento não foi recebido.

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