Blog Luis Vicente: Eles entendem e sentem!

Coluna Luis Vicente, 17/06/2019


Cada vez mais, vimos os meios de comunicação, pessoas e profissionais, falando sobre o autismo, buscando aprender, conhecer o assunto, e que bom que está acontecendo toda esta movimentação. Tudo isso corrobora para um futuro menos obscuro. Porém, mesmo com todos estes estudos e descobertas, não podemos deixar de lado a “simplicidade” das coisas. Me refiro ao convívio com os autistas, como mencionei em outra postagem, muitas vezes, os autistas são quase invisíveis ao nosso lado, quando alguma pessoa chega para conversar conosco, ou então quando se conversa perto deles como se eles não entendessem, ou não sentissem nada, grande erro!


Entendo que cada caso é um caso, mas eles entendem o que se passa ao seu redor, têm sentimentos, frustrações e sabem o que acontece com eles mesmos. Claro que em algumas circunstancias este entendimento é um pouco diferente, porem experimentam tudo isso, sendo assim, deixo uma provocativa para vocês leitores de nosso blog: Como você se sentiria, com alguém diminuindo, excluindo, fazendo comentários pouco agradáveis ou discutindo ao seu redor, sem que você possa se expressar, sem que você possa se defender ou pedir que parem? Desagradável não é mesmo?!


Quebrar paradigmas


Diante desta provocativa, convido a todos a quebrar os paradigmas da invisibilidade diante das situações. Busque tentar interagir, conversar com os autistas, mesmos os não verbais (Autistas com ausência de fala). Sei que muitos usam a frase: Mas eles não interagem, nem sabe o que estamos falando ou fazendo. Porem digo com propriedade, com respaldo de ser um pai de autista: Sim, eles entendem, eles sentem! Podem representar de forma diferente da sua e da minha, mas sim, eles respondem a tudo isso. Me atrevo a dizer que muitas vezes, ou na maioria das vezes, de forma muito mais verdadeira do que o padrão comportamental de nossa sociedade “Amável”.

Cada vez mais, vimos os meios de comunicação, pessoas e profissionais, falando sobre o autismo, buscando aprender, conhecer o assunto, e que bom que está acontecendo toda esta movimentação. Tudo isso corrobora para um futuro menos obscuro. Porém, mesmo com todos estes estudos e descobertas, não podemos deixar de lado a “simplicidade” das coisas. Me refiro ao convívio com os autistas, como mencionei em outra postagem, muitas vezes, os autistas são quase invisíveis ao nosso lado, quando alguma pessoa chega para conversar conosco, ou então quando se conversa perto deles como se eles não entendessem, ou não sentissem nada, grande erro!

Entendo que cada caso é um caso, mas eles entendem o que se passa ao seu redor, têm sentimentos, frustrações e sabem o que acontece com eles mesmos. Claro que em algumas circunstancias este entendimento é um pouco diferente, porem experimentam tudo isso, sendo assim, deixo uma provocativa para vocês leitores de nosso blog: Como você se sentiria, com alguém diminuindo, excluindo, fazendo comentários pouco agradáveis ou discutindo ao seu redor, sem que você possa se expressar, sem que você possa se defender ou pedir que parem? Desagradável não é mesmo?!

Quebrar paradigmas

Diante desta provocativa, convido a todos a quebrar os paradigmas da invisibilidade diante das situações. Busque tentar interagir, conversar com os autistas, mesmos os não verbais (Autistas com ausência de fala). Sei que muitos usam a frase: Mas eles não interagem, nem sabe o que estamos falando ou fazendo. Porem digo com propriedade, com respaldo de ser um pai de autista: Sim, eles entendem, eles sentem! Podem representar de forma diferente da sua e da minha, mas sim, eles respondem a tudo isso. Me atrevo a dizer que muitas vezes, ou na maioria das vezes, de forma muito mais verdadeira do que o padrão comportamental de nossa sociedade “Amável”.

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