Dia das Mães: Cadeirante fala dos desafios enfrentados

Em homenagem ao Dia das Mães o Portal W3 escolheu uma personagem especial para tratar do tema. Conheça uma mãe que enfrenta diversos desafios e limita

Dia das Mães em 2020 ganhou sentido mais amplo em meio a tudo o que estamos vivenciando. E homenagear quem foi responsável por gerar um filho não é apenas comemorativo mas, sobretudo, necessário - já que a vida é algo tão sagrado e as mães foram responsáveis por isso.

Neste ano então o Portal W3 escolheu uma mãe especial para simbolizar todas as outras. Sua história servirá para homenagear nossas leitoras que são mães e motivá-las a continuar exercendo esse importante papel no Mundo em meio a tantos desafios.

E quando se fala em desafios não há como deixar de lembrar da araranguaense, Taionara Zenki, que foi mãe aos 18 anos, sofreu um grave acidente que a deixou paraplégica e sozinha cria hoje os três filhos: Jenifer de 14 anos, Eliandra com 10 anos e Felipe de 8.

A família mora atualmente no Balneário Arroio do Silva e apesar das dificuldades, a maternidade orgulha muito Taionara. “Tenho muito amor e orgulho dos meus filhos. Eles são a razão por não ter desistido de tudo depois do acidente. Eles são muito responsáveis, e eu dou a vida por eles se for preciso. Educo de maneira firme, e eles não me dão problemas nenhum. Quando eu me acidentei, eles ajudaram muito. A mais velha trocava minhas fraldas e ajudava no banho, os mais novos aprenderam a limpar algumas coisas na casa. Sempre ensinei a colaborar”, contou.

Os quatro sobrevivem com a pensão por invalidez de Taionara e a ajuda do pai das crianças, que se separou dela antes do acidente em um período que cumpria pena no Presídio Regional. A ajuda do Cras do município também é importante para se manter hoje em dia, e formas de incrementar na renda também são pensadas por ela. “Durante o ano eu arrecado roupas usadas e faço bazares. Alguns são para nos ajudar e tem bazar que é para ajudar outras pessoas que precisam porque precisamos ajudar as pessoas e isso nos faz muito bem. Se eu posso ajudar, porque não fazer?”, disse a cadeirante.

Mas em meio a tantos desafios, Taionara, que é cadeirante também faz um apelo importante que atende outras pessoas na mesma situação e diz respeito a acessibilidade. “Sempre existe uma barreira para os cadeirantes, em  todos os lugares que vamos. Isso torna a nossa vida muito mais difícil e as pessoas não imaginam o quanto”.

 

Recado as mães

 

“Não é fácil ser cadeirante e mãe separada. Arrumar os filhos, levar para a escola, ensinar o que é certo e tudo sozinha, mas mesmo em uma cadeira de rodas, sabendo que eu deixei de andar, não deixei de ser mãe. Na maioria das vezes não é fácil, mas eu tenho muita fé em Deus e sei que o fardo que carrego posso suportar. Todos nós temos que ter responsabilidade e isso é o mais importante”, finalizou como mensagem a nossa personagem deste Dia das Mães.

Dia das Mães em 2020 ganhou sentido mais amplo em meio a tudo o que estamos vivenciando. E homenagear quem foi responsável por gerar um filho não é apenas comemorativo mas, sobretudo, necessário – já que a vida é algo tão sagrado e as mães foram responsáveis por isso.

Neste ano então o Portal W3 escolheu uma mãe especial para simbolizar todas as outras. Sua história servirá para homenagear nossas leitoras que são mães e motivá-las a continuar exercendo esse importante papel no Mundo em meio a tantos desafios.

E quando se fala em desafios não há como deixar de lembrar da araranguaense, Taionara Zenki, que foi mãe aos 18 anos, sofreu um grave acidente que a deixou paraplégica e sozinha cria hoje os três filhos: Jenifer de 14 anos, Eliandra com 10 anos e Felipe de 8.

A família mora atualmente no Balneário Arroio do Silva e apesar das dificuldades, a maternidade orgulha muito Taionara. “Tenho muito amor e orgulho dos meus filhos. Eles são a razão por não ter desistido de tudo depois do acidente. Eles são muito responsáveis, e eu dou a vida por eles se for preciso. Educo de maneira firme, e eles não me dão problemas nenhum. Quando eu me acidentei, eles ajudaram muito. A mais velha trocava minhas fraldas e ajudava no banho, os mais novos aprenderam a limpar algumas coisas na casa. Sempre ensinei a colaborar”, contou.

Os quatro sobrevivem com a pensão por invalidez de Taionara e a ajuda do pai das crianças, que se separou dela antes do acidente em um período que cumpria pena no Presídio Regional. A ajuda do Cras do município também é importante para se manter hoje em dia, e formas de incrementar na renda também são pensadas por ela. “Durante o ano eu arrecado roupas usadas e faço bazares. Alguns são para nos ajudar e tem bazar que é para ajudar outras pessoas que precisam porque precisamos ajudar as pessoas e isso nos faz muito bem. Se eu posso ajudar, porque não fazer?”, disse a cadeirante.

Mas em meio a tantos desafios, Taionara, que é cadeirante também faz um apelo importante que atende outras pessoas na mesma situação e diz respeito a acessibilidade. “Sempre existe uma barreira para os cadeirantes, em  todos os lugares que vamos. Isso torna a nossa vida muito mais difícil e as pessoas não imaginam o quanto”.

 

Recado as mães

 

“Não é fácil ser cadeirante e mãe separada. Arrumar os filhos, levar para a escola, ensinar o que é certo e tudo sozinha, mas mesmo em uma cadeira de rodas, sabendo que eu deixei de andar, não deixei de ser mãe. Na maioria das vezes não é fácil, mas eu tenho muita fé em Deus e sei que o fardo que carrego posso suportar. Todos nós temos que ter responsabilidade e isso é o mais importante”, finalizou como mensagem a nossa personagem deste Dia das Mães.

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