Deputado José Milton Scheffer diz que estão banalizando o impeachment  

Representante da Amesc na Alesc se manifesta no Tribunal Misto que julga o governador

A sessão de julgamento do impeachment do governador, Carlos Moisés, já está na fase de manifestação dos julgadores. Isso não significa que seus votos sestão sendo dados, mas a fala já indica as tendências.

O deputado, José Milton Scheffer (PP), foi o quarto julgador a se manifestar na sessão de hoje, 07, que é transmitida ao vivo nas redes sociais e também veículos oficiais da Alesc. Ele se pronunciou por volta das 12h15.

Alguns trechos de seu pronunciamento:

 

- “Esclareço o cidadão catarinense que se trata de um julgamento jurídico e político. Então a decisão é soberana, não pode ser revista, e merece ser respeitada”.

 

- “Ao considerarmos que os fatos estão relatados por órgãos competentes não temos como contrariá-los. O inquérito já foi arquivado pelo STJ pela participação de Carlos Moisés. O inquérito continua, mas não há indícios de seu envolvimento. O Ministério Público e a Procuradoria Geral também se manifestaram dizendo que o governador não se beneficiou da operação. O TCE atestou a inocência no caso por não entender a sua responsabilidade pela aquisição dos equipamentos”.

 

- “Cinco instituições com competência técnica para avaliar os fatos disseram que ele não participou. Respeito as instituições e por isso, não existe a possibilidade de não seguir o que eles manifestaram. Temos que buscar a coerência e a justiça acima de tudo. As esferas civil, penal e administrativa foram neste sentido, logo este tribunal não pode ser imprudente, e decidir diferente disso”.

 

- “As investigações devem continuar e os culpados encontrados.  Nosso Estado está fragilizado. Banalizar o impeachment é gerar mais insegurança como neste caso.”, disse.

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A sessão de julgamento do impeachment do governador, Carlos Moisés, já está na fase de manifestação dos julgadores. Isso não significa que seus votos sestão sendo dados, mas a fala já indica as tendências.

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– “Esclareço o cidadão catarinense que se trata de um julgamento jurídico e político. Então a decisão é soberana, não pode ser revista, e merece ser respeitada”.

 

– “Ao considerarmos que os fatos estão relatados por órgãos competentes não temos como contrariá-los. O inquérito já foi arquivado pelo STJ pela participação de Carlos Moisés. O inquérito continua, mas não há indícios de seu envolvimento. O Ministério Público e a Procuradoria Geral também se manifestaram dizendo que o governador não se beneficiou da operação. O TCE atestou a inocência no caso por não entender a sua responsabilidade pela aquisição dos equipamentos”.

 

– “Cinco instituições com competência técnica para avaliar os fatos disseram que ele não participou. Respeito as instituições e por isso, não existe a possibilidade de não seguir o que eles manifestaram. Temos que buscar a coerência e a justiça acima de tudo. As esferas civil, penal e administrativa foram neste sentido, logo este tribunal não pode ser imprudente, e decidir diferente disso”.

 

– “As investigações devem continuar e os culpados encontrados.  Nosso Estado está fragilizado. Banalizar o impeachment é gerar mais insegurança como neste caso.”, disse.

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