Delegado esclarece prisão da vereadora “Ba” após sessão em Meleiro

Após dado comprimento do mandado de prisão preventiva, Maria Ondina foi levada à CPP e posteriormente ao Presídio Feminino de Tubarão.

A prisão da vereadora do (PP) de Meleiro, Maria Ondina Pelegrini na noite de ontem, segunda-feira, dia 19, gerou grande repercussão em toda a região. A vereadora foi presa pela Polícia Civil, em cumprimento ao mandato de prisão preventiva por Coação no Curso do Processo, logo após o término da sessão da Câmara de Vereadores do município.


Ela, que além de vereadora é advogada, foi levada à Central de Plantão Policial (CPP) de Araranguá e posteriormente ao Presídio Feminino de Tubarão.


O delegado Leandro Loretto, titular da Delegacia da Comarca de Meleiro, explica que o escritório da advogada está sob investigação desde abril do ano passado, e no curso da investigação houve desdobramentos, sendo instaurado Inquérito Policial (IP) para apurar crimes contra a Ordem Tributária. “Naquele momento, vislumbrou uma ocorrência de crime que estava lesando o Fisco Municipal. No curso de toda a investigação, foi instaurado um outro IP, por Coação no Curso do Processo, em que chegou à Polícia Civil a ocorrência de que algumas pessoas estavam sendo coagidas e ameaçadas, entre elas, agentes públicos. Por conta disso, os fatos foram levados ao conhecimento do Poder Judiciário e após o parecer favorável do Ministério Público, o juiz da Comarca entendeu por bem, decretar a prisão preventiva da advogada”, esclareceu o delegado Loretto, salientando que quando vencia os casos, Maria ficava com quase todo o dinheiro da ação, repassando valores menores aos clientes.


O advogado de defesa, Jefferson Monteiro, considerou a prisão ao final da sessão do Legislativo “um exagero”, pois o mandado de prisão tinha sido expedido dia 8 de fevereiro.


Já o delegado explicou que o mandado de prisão preventiva foi decretado no último dia 08 de fevereiro e, que desde então, Maria Ondina não foi localizada, sendo necessário esperar pela volta dos trabalhos na Casa Legislativa Municipal. “No dia 20, foi a primeira oportunidade que nós conseguimos visualizar a investigada, pois antes disso, ela estava se escondendo da polícia. No dia em que saiu o mandado, não conseguimos efetuar a sua prisão e depois ela permaneceu em local incerto e não sabido, sendo cumprido o mandado apenas no início desta semana”, ponderou a autoridade policial.


Para o advogado Jefferson Monteiro, a prisão prejudicou a imagem da sua cliente. “Acredito que ela poderia ter sido realizada de outra forma. Maria Ondina reside em Meleiro e não deu nenhum indicativo de fugir da Comarca, tanto que ela compareceu na sessão da Câmara de Vereadores”, analisou o advogado, que, nesta terça-feira, entrou com um pedido de Habeas Corpus no TJSC. O advogado também alegou ilegalidade na prisão de Maria Ondina, que segundo ele, deveria ter sido levada ao 9º Batalhão de Polícia Militar, com sede em Criciúma, conforme determinação judicial, mas que foi encaminhada ao presídio de Tubarão.

A prisão da vereadora do (PP) de Meleiro, Maria Ondina Pelegrini na noite de ontem, segunda-feira, dia 19, gerou grande repercussão em toda a região. A vereadora foi presa pela Polícia Civil, em cumprimento ao mandato de prisão preventiva por Coação no Curso do Processo, logo após o término da sessão da Câmara de Vereadores do município.

Ela, que além de vereadora é advogada, foi levada à Central de Plantão Policial (CPP) de Araranguá e posteriormente ao Presídio Feminino de Tubarão.

O delegado Leandro Loretto, titular da Delegacia da Comarca de Meleiro, explica que o escritório da advogada está sob investigação desde abril do ano passado, e no curso da investigação houve desdobramentos, sendo instaurado Inquérito Policial (IP) para apurar crimes contra a Ordem Tributária. “Naquele momento, vislumbrou uma ocorrência de crime que estava lesando o Fisco Municipal. No curso de toda a investigação, foi instaurado um outro IP, por Coação no Curso do Processo, em que chegou à Polícia Civil a ocorrência de que algumas pessoas estavam sendo coagidas e ameaçadas, entre elas, agentes públicos. Por conta disso, os fatos foram levados ao conhecimento do Poder Judiciário e após o parecer favorável do Ministério Público, o juiz da Comarca entendeu por bem, decretar a prisão preventiva da advogada”, esclareceu o delegado Loretto, salientando que quando vencia os casos, Maria ficava com quase todo o dinheiro da ação, repassando valores menores aos clientes.

O advogado de defesa, Jefferson Monteiro, considerou a prisão ao final da sessão do Legislativo “um exagero”, pois o mandado de prisão tinha sido expedido dia 8 de fevereiro.

Já o delegado explicou que o mandado de prisão preventiva foi decretado no último dia 08 de fevereiro e, que desde então, Maria Ondina não foi localizada, sendo necessário esperar pela volta dos trabalhos na Casa Legislativa Municipal. “No dia 20, foi a primeira oportunidade que nós conseguimos visualizar a investigada, pois antes disso, ela estava se escondendo da polícia. No dia em que saiu o mandado, não conseguimos efetuar a sua prisão e depois ela permaneceu em local incerto e não sabido, sendo cumprido o mandado apenas no início desta semana”, ponderou a autoridade policial.

Para o advogado Jefferson Monteiro, a prisão prejudicou a imagem da sua cliente. “Acredito que ela poderia ter sido realizada de outra forma. Maria Ondina reside em Meleiro e não deu nenhum indicativo de fugir da Comarca, tanto que ela compareceu na sessão da Câmara de Vereadores”, analisou o advogado, que, nesta terça-feira, entrou com um pedido de Habeas Corpus no TJSC. O advogado também alegou ilegalidade na prisão de Maria Ondina, que segundo ele, deveria ter sido levada ao 9º Batalhão de Polícia Militar, com sede em Criciúma, conforme determinação judicial, mas que foi encaminhada ao presídio de Tubarão.

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