Criciúma aprova lei de distribuição gratuita de absorventes

Vereadora cria política pública “Menstruação Sem Tabu”

Aprovado por unanimidade na câmara de vereadores de Criciúma, o projeto da vereadora Giovana Mondardo (PCdoB), propõe a criação da política pública “Menstruação Sem Tabu”, a lei busca conscientizar sobre o processo menstrual, por meio de palestras e campanhas de divulgação, além de possibilitar a distribuição gratuita de absorventes para pessoas de baixa renda. “Pobreza menstrual” é o termo usado para definir a situação que se encontram pessoas com necessidade do uso de absorventes, porém sem acesso a eles por condições financeiras, levando ao uso de objetos improvisados como panos e papéis para substitui-los.

Os absorventes como uma questão de saúde pública são debatidos a algum tempo, a lei de sua distribuição vem lentamente sendo implementada em todo o país, incluindo em São Paulo. Segundo os dados da Unicef, cerca de 4 milhões de pessoas não tem acesso a itens de cuidados menstruais mínimos. Agora, com a aprovação da lei em Criciúma, os produtos passarão a ser incluídos em cestas básicas destinadas a famílias de baixa renda, poderão ocorrer também campanhas de distribuição e iniciativas em parceria com o setor privado.

Aprovado por unanimidade na câmara de vereadores de Criciúma, o projeto da vereadora Giovana Mondardo (PCdoB), propõe a criação da política pública “Menstruação Sem Tabu”, a lei busca conscientizar sobre o processo menstrual, por meio de palestras e campanhas de divulgação, além de possibilitar a distribuição gratuita de absorventes para pessoas de baixa renda. “Pobreza menstrual” é o termo usado para definir a situação que se encontram pessoas com necessidade do uso de absorventes, porém sem acesso a eles por condições financeiras, levando ao uso de objetos improvisados como panos e papéis para substitui-los.

Os absorventes como uma questão de saúde pública são debatidos a algum tempo, a lei de sua distribuição vem lentamente sendo implementada em todo o país, incluindo em São Paulo. Segundo os dados da Unicef, cerca de 4 milhões de pessoas não tem acesso a itens de cuidados menstruais mínimos. Agora, com a aprovação da lei em Criciúma, os produtos passarão a ser incluídos em cestas básicas destinadas a famílias de baixa renda, poderão ocorrer também campanhas de distribuição e iniciativas em parceria com o setor privado.

Compartilhe

Voltar às notícias