Covid e os 19 problemas para a economia regional

Numa série de reportagens, o portal W3 mostrará como alguns setores sentirão os reflexos da crise provocada pelo Coronavírus

A quinta feira, 26, foi marcada pela notícia da primeira morte provocada pelo Coronavírus no Estado e a confirmação de mais um paciente positivo no Vale  - em Timbé do Sul.  Ao passo que os governos se contradizem sobre a efetividade dos seus decretos (estadual e federal), os municípios que estão na linha de frente com a população começam sentir efeitos não apenas na Saúde, mas também no bolso do cidadão. E as medidas de cunho social podem extrapolar qualquer orçamento diante do recesso que a suspensão de algumas atividades gerará.


Os prefeitos dos 15 municípios que compõe a Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense - Amesc, se reunirá por teleconferência amanhã, 27, à tarde. O objetivo é debater o impacto de todos os setores, principalmente, na economia.


A região que até bem pouco tempo foi considerada agrícola, mudou o rumo e segue com o Comércio sendo a principal atividade econômica, fato que vem preocupando, e muito, já que não é considerada essencial e as lojas permanecem fechadas até, pelo menos, a próxima semana com o decreto anunciado pelo governador, Carlos Moisés na terça, 24.


A expectativa para que estes municípios consigam traçar algumas estratégias vem também dos aportes anunciados pelo Governo Federal e o Estadual - que anunciou recentemente R$600 milhões de ajuda. “A Amesc até o momento focou nas ações da Saúde, mas esta reunião de sexta deve debater o outros reflexos, inclusive, a liberação das verbas anunciadas pelo governo, mas que não vieram”, disse o secretário executivo da Amesc à reportagem, Moacir Rovaris.


A preocupação com a crise que se instalará abrange ainda um movimento que nasceu entre mais de 50 entidades catarinenses como Associações Empresariais, Câmaras de Dirigentes Lojistas e Sebrae com o nome “Movimento de Entidades Reage SC”.


Em um ofício entregue ontem, 25, ao governador, uma lista de pedidos para que toda a atividade econômica do Estado seja restabelecida gradualmente. “É urgente, portanto, registrar a nossa máxima preocupação em face aos milhões de empregos e milhares de empresas que estarão sucumbindo diante da intensa restrição de convívio social... “, diz um trecho do documento, que sugere ainda a adoção de algumas medidas.                                                                                                                                                         


COVID e os 19 problemas na Amesc


Pensando em debater a situação econômica local, o Portal W3, propõe a partir de hoje, 26,  mostrar os reflexos sentidos pelos cidadãos e as principais atividades desenvolvidas na região de Araranguá por conta desta crise gerada pelo Coronavírus. Serão 19 situações/problemas apontados em uma série que inicia amanhã, 27, começando pelo Comércio. “O número dezenove relaciona-se exatamente com o ano em que a doença surgiu. É claro que suas consequências serão maiores, mas queremos chamar a atenção para o assunto e as dezenove situações mais impactantes na realidade da nossa região que já sofre com tantos problemas e é considerada uma das menos desenvolvidas de Santa Catarina”, justificou o gestor administrativo do Portal W3, Fabricio Manfredini. 


 

A quinta feira, 26, foi marcada pela notícia da primeira morte provocada pelo Coronavírus no Estado e a confirmação de mais um paciente positivo no Vale  – em Timbé do Sul.  Ao passo que os governos se contradizem sobre a efetividade dos seus decretos (estadual e federal), os municípios que estão na linha de frente com a população começam sentir efeitos não apenas na Saúde, mas também no bolso do cidadão. E as medidas de cunho social podem extrapolar qualquer orçamento diante do recesso que a suspensão de algumas atividades gerará.

Os prefeitos dos 15 municípios que compõe a Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense – Amesc, se reunirá por teleconferência amanhã, 27, à tarde. O objetivo é debater o impacto de todos os setores, principalmente, na economia.

A região que até bem pouco tempo foi considerada agrícola, mudou o rumo e segue com o Comércio sendo a principal atividade econômica, fato que vem preocupando, e muito, já que não é considerada essencial e as lojas permanecem fechadas até, pelo menos, a próxima semana com o decreto anunciado pelo governador, Carlos Moisés na terça, 24.

A expectativa para que estes municípios consigam traçar algumas estratégias vem também dos aportes anunciados pelo Governo Federal e o Estadual – que anunciou recentemente R$600 milhões de ajuda. “A Amesc até o momento focou nas ações da Saúde, mas esta reunião de sexta deve debater o outros reflexos, inclusive, a liberação das verbas anunciadas pelo governo, mas que não vieram”, disse o secretário executivo da Amesc à reportagem, Moacir Rovaris.

A preocupação com a crise que se instalará abrange ainda um movimento que nasceu entre mais de 50 entidades catarinenses como Associações Empresariais, Câmaras de Dirigentes Lojistas e Sebrae com o nome “Movimento de Entidades Reage SC”.

Em um ofício entregue ontem, 25, ao governador, uma lista de pedidos para que toda a atividade econômica do Estado seja restabelecida gradualmente. “É urgente, portanto, registrar a nossa máxima preocupação em face aos milhões de empregos e milhares de empresas que estarão sucumbindo diante da intensa restrição de convívio social… “, diz um trecho do documento, que sugere ainda a adoção de algumas medidas.                                                                                                                                                         

COVID e os 19 problemas na Amesc

Pensando em debater a situação econômica local, o Portal W3, propõe a partir de hoje, 26,  mostrar os reflexos sentidos pelos cidadãos e as principais atividades desenvolvidas na região de Araranguá por conta desta crise gerada pelo Coronavírus. Serão 19 situações/problemas apontados em uma série que inicia amanhã, 27, começando pelo Comércio. “O número dezenove relaciona-se exatamente com o ano em que a doença surgiu. É claro que suas consequências serão maiores, mas queremos chamar a atenção para o assunto e as dezenove situações mais impactantes na realidade da nossa região que já sofre com tantos problemas e é considerada uma das menos desenvolvidas de Santa Catarina”, justificou o gestor administrativo do Portal W3, Fabricio Manfredini. 

 

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