Comportamento alimentar no tratamento da Depressão

As influências do comer saudável para a saúde mental são notórias e possíveis de serem construídas com bons hábitos.


Você sabia que o humor é o estado de ânimo que determina a disposição emocional e psicológica das pessoas? E que é um ingrediente importante nas interações sociais? Bom, pensando nisso o artigo de hoje proporciona uma compreensão do que se trata a Depressão e a influência da Nutrição para melhora das condições diagnósticas. Vamos lá? Para isso contamos com a participação da Nutricionista Danusia Pereira Peterle que gentilmente aceitou o convite de abordar esse assunto tão enriquecedor e estará trazendo a sua contribuição a partir da Nutrição.


Então qual é a relação do humor com a Depressão? Pois bem, a Depressão é um Transtorno de Humor, no qual a pessoa tem o seu humor deprimido com uma relação de outros sinais e sintomas, como a perda ou ganho significativo de peso, interesse ou prazer acentuadamente diminuído, insônia ou hipersonia, agitação ou retardo motor, fadiga ou perda de energia, sensação de inutilidade, culpa excessiva ou inapropriada, capacidade diminuída para pensar ou concentra-se, indecisão, pensamentos recorrentes sobre morte, entre outros. Alguns pensamentos disfuncionais acompanham o transtorno, tais como: “Eu me sinto infeliz”; “Eu só me sinto sem esperança”; “Estou desesperado”; “Estou preocupado com tudo”; “Eu não tenho mais objetivo algum”; “Eu não me importo mais com o que acontece comigo”; “Eu não vejo mais sentido em viver”, entre outros. Lembrando que a Depressão, pode atingir todas as faixas etárias, sendo bem avaliada por profissionais da área da saúde mental.


O estresse crônico pode desencadear um estado deprimido e levar a um transtorno de humor como a Depressão. Sendo considerada multifatorial, envolvendo variáveis biológicas, socioculturais e psicológicas. A Organização Mundial da Saúde destacou que em 2017 a Depressão foi a principal causa de afastamento do trabalho no mundo. Isso mostra que as pessoas estão adoecendo por vários motivos e que precisam aprender a prevenir problemas em saúde mental e tratá-los.


No que se refere a prevenção de problemas em saúde mental e na melhora dos sinais e sintomas da depressão, a alimentação possui papel importante. Segundo a nutricionista a depressão e a ansiedade são consideradas o “mal do século” e que podem ser evitados dependendo do tipo de alimentação e estilo de vida. Suas escolhas alimentares pode ser um aliado ou um gatilho para sua saúde mental e emocional.



Uma pesquisa publicada recentemente na Revista Appetie compararam dois tipos de padrão alimentar em uma amostra de 11.619 adultos: um grupo apresentava um padrão mais saudável que continha uma maior variedade de alimentos in natura ricos em fibras como frutas, legumes, oleaginosas, pão integral e boa ingestão de água e o outro grupo com um padrão menos saudável, que incluía uma dieta habitual rica em chocolates, doces, massas, embutidos, leite integral e pão branco.


Os resultados deste estudo indicaram que os indivíduos com padrões alimentares saudáveis podem ter menos problemas de saúde mental e maior satisfação de vida quando comparado aos indivíduos com padrões alimentares inadequados. Dessa forma, é importante buscar hábitos de vida saudáveis, associados a uma alimentação variada, rica em alimentos in natura e minimamente processados, pois irão fornecer diferentes compostos ativos que atuarão na modulação da saúde mental e emocional, sempre respeitando a individualidade bioquímica de cada pessoa. A inclusão de alguns alimentos ricos em compostos ativos no nosso cardápio proporcionam componentes que auxiliam na manutenção da sensação de bem-estar, aliviando alguns sintomas da depressão e ansiedade.


No âmbito comportamental adotar hábitos saudáveis seja na em qualquer área e nesse caso, na alimentação, é um dos objetivos no tratamento para a Depressão. Bem como, desenvolver crenças saudáveis de como a pessoa se vê, como ela vê o outro e o seu futuro.


REFERÊNCIAS


BEATE, A. et al. Is there an association between food patterns and life satisfaction among Norway's inhabitants ages 65 years and older? Appetite;110:108-115, 2017.


SEZINI, Angela Maria; GIL, Carolina Swinwerd Guimarães do Coutto. Nutrientes e Depressão. Vita et Sanitas, [S.l.], v. 8, n. 1, p. 39-57, fev. 2017. ISSN 1982-5951.


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Até o próximo artigo pessoal e um abraço das psicólogas Ramande Figueredo CRP 12 11/461 e Julyelle Conceição 12/11718.


Você sabia que o humor é o estado de ânimo que determina a disposição emocional e psicológica das pessoas? E que é um ingrediente importante nas interações sociais? Bom, pensando nisso o artigo de hoje proporciona uma compreensão do que se trata a Depressão e a influência da Nutrição para melhora das condições diagnósticas. Vamos lá? Para isso contamos com a participação da Nutricionista Danusia Pereira Peterle que gentilmente aceitou o convite de abordar esse assunto tão enriquecedor e estará trazendo a sua contribuição a partir da Nutrição.

Então qual é a relação do humor com a Depressão? Pois bem, a Depressão é um Transtorno de Humor, no qual a pessoa tem o seu humor deprimido com uma relação de outros sinais e sintomas, como a perda ou ganho significativo de peso, interesse ou prazer acentuadamente diminuído, insônia ou hipersonia, agitação ou retardo motor, fadiga ou perda de energia, sensação de inutilidade, culpa excessiva ou inapropriada, capacidade diminuída para pensar ou concentra-se, indecisão, pensamentos recorrentes sobre morte, entre outros. Alguns pensamentos disfuncionais acompanham o transtorno, tais como: “Eu me sinto infeliz”; “Eu só me sinto sem esperança”; “Estou desesperado”; “Estou preocupado com tudo”; “Eu não tenho mais objetivo algum”; “Eu não me importo mais com o que acontece comigo”; “Eu não vejo mais sentido em viver”, entre outros. Lembrando que a Depressão, pode atingir todas as faixas etárias, sendo bem avaliada por profissionais da área da saúde mental.

O estresse crônico pode desencadear um estado deprimido e levar a um transtorno de humor como a Depressão. Sendo considerada multifatorial, envolvendo variáveis biológicas, socioculturais e psicológicas. A Organização Mundial da Saúde destacou que em 2017 a Depressão foi a principal causa de afastamento do trabalho no mundo. Isso mostra que as pessoas estão adoecendo por vários motivos e que precisam aprender a prevenir problemas em saúde mental e tratá-los.

No que se refere a prevenção de problemas em saúde mental e na melhora dos sinais e sintomas da depressão, a alimentação possui papel importante. Segundo a nutricionista a depressão e a ansiedade são consideradas o “mal do século” e que podem ser evitados dependendo do tipo de alimentação e estilo de vida. Suas escolhas alimentares pode ser um aliado ou um gatilho para sua saúde mental e emocional.

Uma pesquisa publicada recentemente na Revista Appetie compararam dois tipos de padrão alimentar em uma amostra de 11.619 adultos: um grupo apresentava um padrão mais saudável que continha uma maior variedade de alimentos in natura ricos em fibras como frutas, legumes, oleaginosas, pão integral e boa ingestão de água e o outro grupo com um padrão menos saudável, que incluía uma dieta habitual rica em chocolates, doces, massas, embutidos, leite integral e pão branco.

Os resultados deste estudo indicaram que os indivíduos com padrões alimentares saudáveis podem ter menos problemas de saúde mental e maior satisfação de vida quando comparado aos indivíduos com padrões alimentares inadequados. Dessa forma, é importante buscar hábitos de vida saudáveis, associados a uma alimentação variada, rica em alimentos in natura e minimamente processados, pois irão fornecer diferentes compostos ativos que atuarão na modulação da saúde mental e emocional, sempre respeitando a individualidade bioquímica de cada pessoa. A inclusão de alguns alimentos ricos em compostos ativos no nosso cardápio proporcionam componentes que auxiliam na manutenção da sensação de bem-estar, aliviando alguns sintomas da depressão e ansiedade.

No âmbito comportamental adotar hábitos saudáveis seja na em qualquer área e nesse caso, na alimentação, é um dos objetivos no tratamento para a Depressão. Bem como, desenvolver crenças saudáveis de como a pessoa se vê, como ela vê o outro e o seu futuro.

REFERÊNCIAS

BEATE, A. et al. Is there an association between food patterns and life satisfaction among Norway’s inhabitants ages 65 years and older? Appetite;110:108-115, 2017.

SEZINI, Angela Maria; GIL, Carolina Swinwerd Guimarães do Coutto. Nutrientes e Depressão. Vita et Sanitas, [S.l.], v. 8, n. 1, p. 39-57, fev. 2017. ISSN 1982-5951.

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