Blog Luis Vicente: Como interagir com uma pessoa especial?

Olá leitores do blog da Associação Autismo Araranguá, a postagem hoje é meio extensa mas muito interessante, e buscando sempre agradar sua experiência em acompanhar nosso blog, deixo duas possibilidades, ler ou assistir.


Quero apresentar dois cenários a você:


Primeiro cenário -> Vocês pais de uma criança especial:


Pessoas ao seu redor, amigos conhecidos ou não, querendo dar atenção a seu filho, querendo interagir, alguns agem com naturalidade diante de algumas limitações e/ou diferenças que seu filho apresente, outros ignorando completamente e ainda em outros casos, com excesso de zelo o famoso TADINHO!!!(srssr)


Segundo cenário -> Vocês que não são pais de um filho especial:


Alguém se aproxima, chegando com um filho especial, ou mesmo uma pessoa portadora de necessidades especiais: Você se pergunta: O que faço?! Como é o jeito certo de tratar aquela criança meu Deus e agora?!?!?!? Trato com normalidade? Mas dai vão achar que estou descriminando a criança, mas se eu paparicar demais por nada vão achar que estou tratando como um tadinho, mas ele é “Doente” meu Deus e Agora?!


Resumo da ópera
Então pessoal! Estes dois cenários são muito comuns! Duvido que você se encaixou em um dos dois, se questionando sobre seu comportamento.
Obviamente que isso depende de pessoa para pessoa, mas neste ponto, o bom senso deve entrar em ação, ou seja, não precisa tratar como um “doente” com exagero de atenção, de mimo, de falácias mansas caridosas, rica em diminutivos, mas também não precisa tratar com desprezo ou como se não estivesse ali, o que sobrou?


Trate normalmente como trataria uma criança , uma pessoa qualquer, ou NORMAL (se você assim preferir chamar)
Procure entender a forma de interação com aquele indivíduo e inserindo-o no contexto da conversa dentro de padrões que eles entenderão .


Vamos la:
Ah mas ele não ouve: Tente gesticular?!


Ah mas ele não brinca: Brinque você com ele?!


Ah mas nem adianta, ele nem está entendendo nada, ou ele não entende (Mizericórdia!!! hehe): Pode ter certeza que estes que “não entendem” entenderão sim! Terão ao menos na pior das situações a sensibilidade do carinho que estão recebendo, e além disso, ao seu redor, seus pais ou familiares estão entendendo e percebendo seu interesse em inseri-lo em socializar com eles.


Ah mas e se eu errar, e se eu tentar alguma coisa e os pais me meterem a boca (neste caso precisa é de um pouco de educação dos pais rsrsrs): Ninguém tem obrigação de saber como lidar com todas as situações, com toda diversidade que temos, mas tem sim que respeitar e compreender!


Pode parecer estranho eu dizer que ninguém tem obrigação de saber como lidar não é mesmo?! Mas eu pergunto a você pais e familiares de pessoas especiais:
Vocês sempre souberam como lidar com eles? Tenho certeza que não, então ajude também as pessoas que estão ao seu redor, ajude-as neste saber!
Se tentaram alguma forma e não foi muito correto, que não os agradou, seja educado, paciente e diga, faça desta forma, assim será melhor para que ele compreenda!


Quando seu filho responder a interação, porém a pessoa não compreender, explique, diga, ele está querendo dizer isto, ou ele não gostou disto!


O importante disso tudo é:
Incluir, respeitar, interagir, envolver, estar presente!!!!
Desta forma teremos uma sociedade inclusiva.


Deixo uma pergunta para você refletir:
Quando você não tinha um filho ou parente especial, você realmente sabia como lidar com a situação ou procurou buscar, conhecer, ler, se inteirar sobre algum tipo de necessidade especial?


E você que não tem um filho, parente ou amigo especial, acha que está imune a isso ocorrer um dia em sua família, em sua casa?
Garanto que você verá um portador de necessidades especiais com outros olhos se refletir com carinho nestes dois questionamentos!


Coloquemo-nos uns nos lugares dos outros e tudo será diferente!
Obrigado por nos acompanhar!


Quero apresentar dois cenários a você:

Primeiro cenário -> Vocês pais de uma criança especial:

Pessoas ao seu redor, amigos conhecidos ou não, querendo dar atenção a seu filho, querendo interagir, alguns agem com naturalidade diante de algumas limitações e/ou diferenças que seu filho apresente, outros ignorando completamente e ainda em outros casos, com excesso de zelo o famoso TADINHO!!!(srssr)

Segundo cenário -> Vocês que não são pais de um filho especial:

Alguém se aproxima, chegando com um filho especial, ou mesmo uma pessoa portadora de necessidades especiais: Você se pergunta: O que faço?! Como é o jeito certo de tratar aquela criança meu Deus e agora?!?!?!? Trato com normalidade? Mas dai vão achar que estou descriminando a criança, mas se eu paparicar demais por nada vão achar que estou tratando como um tadinho, mas ele é “Doente” meu Deus e Agora?!

Resumo da ópera
Então pessoal! Estes dois cenários são muito comuns! Duvido que você se encaixou em um dos dois, se questionando sobre seu comportamento.
Obviamente que isso depende de pessoa para pessoa, mas neste ponto, o bom senso deve entrar em ação, ou seja, não precisa tratar como um “doente” com exagero de atenção, de mimo, de falácias mansas caridosas, rica em diminutivos, mas também não precisa tratar com desprezo ou como se não estivesse ali, o que sobrou?

Trate normalmente como trataria uma criança , uma pessoa qualquer, ou NORMAL (se você assim preferir chamar)
Procure entender a forma de interação com aquele indivíduo e inserindo-o no contexto da conversa dentro de padrões que eles entenderão .

Vamos la:
Ah mas ele não ouve: Tente gesticular?!

Ah mas ele não brinca: Brinque você com ele?!

Ah mas nem adianta, ele nem está entendendo nada, ou ele não entende (Mizericórdia!!! hehe): Pode ter certeza que estes que “não entendem” entenderão sim! Terão ao menos na pior das situações a sensibilidade do carinho que estão recebendo, e além disso, ao seu redor, seus pais ou familiares estão entendendo e percebendo seu interesse em inseri-lo em socializar com eles.

Ah mas e se eu errar, e se eu tentar alguma coisa e os pais me meterem a boca (neste caso precisa é de um pouco de educação dos pais rsrsrs): Ninguém tem obrigação de saber como lidar com todas as situações, com toda diversidade que temos, mas tem sim que respeitar e compreender!

Pode parecer estranho eu dizer que ninguém tem obrigação de saber como lidar não é mesmo?! Mas eu pergunto a você pais e familiares de pessoas especiais:
Vocês sempre souberam como lidar com eles? Tenho certeza que não, então ajude também as pessoas que estão ao seu redor, ajude-as neste saber!
Se tentaram alguma forma e não foi muito correto, que não os agradou, seja educado, paciente e diga, faça desta forma, assim será melhor para que ele compreenda!

Quando seu filho responder a interação, porém a pessoa não compreender, explique, diga, ele está querendo dizer isto, ou ele não gostou disto!

O importante disso tudo é:
Incluir, respeitar, interagir, envolver, estar presente!!!!
Desta forma teremos uma sociedade inclusiva.

Deixo uma pergunta para você refletir:
Quando você não tinha um filho ou parente especial, você realmente sabia como lidar com a situação ou procurou buscar, conhecer, ler, se inteirar sobre algum tipo de necessidade especial?

E você que não tem um filho, parente ou amigo especial, acha que está imune a isso ocorrer um dia em sua família, em sua casa?
Garanto que você verá um portador de necessidades especiais com outros olhos se refletir com carinho nestes dois questionamentos!

Coloquemo-nos uns nos lugares dos outros e tudo será diferente!
Obrigado por nos acompanhar!

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