Com média diária de 82 novos casos, AMESC chega aos 1.668 positivados para Covid-19

Mais cinco mortes de idosos com comorbidades foram registradas em apenas uma semana

Por Dyessica Abadi

O mês de julho encerra com o total de 1.668 casos confirmados de Covid-19 no Extremo Sul Catarinense desde o início da pandemia. Até quinta-feira, 30, houve um aumento de 574 casos em uma semana — sendo uma média de 82 novos positivados por dia na região.

Esses dados são superiores aos registrados no último final de semana. Saiba mais clicando aqui.

O Boletim Epidemiológico da Associação dos Municípios (AMESC) divulgado nesta quinta-feira, 30, revela que dos 1.668 positivados para o vírus, 1.061 estão recuperados — a taxa de curados na região da AMESC é de 64,6%. Atualmente, a taxa de letalidade é de 1,6%.

De acordo com o boletim da AMESC, todos os 10 leitos da UTI Covid-19 e os 6 do setor de infectologia do Hospital Regional de Araranguá (HRA) estão ocupados.

O gráfico abaixo é interativo e registra o crescimentos de casos no mês de Julho de 2020. A linha verde demonstra os casos confirmados com Covid-19 na AMESC; a amarela registra a quantidade de suspeitos; já a azul revela o total de recuperados pelo vírus; e a linha em preto apresenta o número de mortos.

Clique ou passe o cursor sobre os pontos das linhas — assim, você terá acesso aos números registrados pelos Boletins Epidemiológicos.



Mais cinco mortes de idosos com comorbidades em apenas uma semana


A reportagem especial do Portal W3 da última semana buscou avaliar os dados sobre as, até então, 21 mortes causadas por Covid-19 na região do Extremo Sul Catarinense com o objetivo de entender quem são as principais vítimas fatais do vírus. Para ler a reportagem especial na íntegra, clique aqui.

Apenas nesta semana, mais cinco mortes foram somadas às fatalidades registradas da AMESC — quatro em Araranguá e uma em Sombrio. A coleta atualizada de dados revela que a idade média das vítimas fatais por Covid-19 na AMESC aumentou: agora é de 67,5 anos. Das 26 mortes que ocorreram na região, 18 eram de pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos: ou seja, um percentual de 69,2% dos óbitos são de idosos — todos com histórico de comorbidades.

A Prefeitura de Araranguá comunicou na tarde de quarta-feira, 29, o oitavo e nono óbito causados por Covid-19. As vítimas fatais eram, respectivamente, um homem de 60 com histórico de comorbidades, diagnosticado com Neoplasia da Laringe DM, e outro homem de 83 anos que também tinha histórico de comorbidades, diagnosticado com HAS DM e cardiopatia. Ambos tiveram os resultados dos testes PCR para Covid-19 divulgados somente após o falecimento. Também no mesmo dia aconteceu a quinta morte em Sombrio: a vítima fatal era uma mulher de 88 anos, portadora de diabetes.

Na quinta-feira, 30, a Prefeitura de Araranguá emitiu dois comunicados sobre outras duas mortes. A décima vítima fatal no município é um homem de 86 anos com histórico de comorbidades: hipertenso e cardíaco. Já o décimo primeiro óbito foi de outro idoso, um homem de 82 anos, também com histórico de comorbidades: insuficiência cardíaca congenitiva. O município tem o maior número de mortes na região do Extremo Sul Catarinense, com o total de 11 fatalidades pelo vírus.

 

 

Por Dyessica Abadi

O mês de julho encerra com o total de 1.668 casos confirmados de Covid-19 no Extremo Sul Catarinense desde o início da pandemia. Até quinta-feira, 30, houve um aumento de 574 casos em uma semana — sendo uma média de 82 novos positivados por dia na região.

Esses dados são superiores aos registrados no último final de semana. Saiba mais clicando aqui.

O Boletim Epidemiológico da Associação dos Municípios (AMESC) divulgado nesta quinta-feira, 30, revela que dos 1.668 positivados para o vírus, 1.061 estão recuperados — a taxa de curados na região da AMESC é de 64,6%. Atualmente, a taxa de letalidade é de 1,6%.

De acordo com o boletim da AMESC, todos os 10 leitos da UTI Covid-19 e os 6 do setor de infectologia do Hospital Regional de Araranguá (HRA) estão ocupados.

O gráfico abaixo é interativo e registra o crescimentos de casos no mês de Julho de 2020. A linha verde demonstra os casos confirmados com Covid-19 na AMESC; a amarela registra a quantidade de suspeitos; já a azul revela o total de recuperados pelo vírus; e a linha em preto apresenta o número de mortos.

Clique ou passe o cursor sobre os pontos das linhas — assim, você terá acesso aos números registrados pelos Boletins Epidemiológicos.

Mais cinco mortes de idosos com comorbidades em apenas uma semana

A reportagem especial do Portal W3 da última semana buscou avaliar os dados sobre as, até então, 21 mortes causadas por Covid-19 na região do Extremo Sul Catarinense com o objetivo de entender quem são as principais vítimas fatais do vírus. Para ler a reportagem especial na íntegra, clique aqui.

Apenas nesta semana, mais cinco mortes foram somadas às fatalidades registradas da AMESC — quatro em Araranguá e uma em Sombrio. A coleta atualizada de dados revela que a idade média das vítimas fatais por Covid-19 na AMESC aumentou: agora é de 67,5 anos. Das 26 mortes que ocorreram na região, 18 eram de pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos: ou seja, um percentual de 69,2% dos óbitos são de idosos — todos com histórico de comorbidades.

A Prefeitura de Araranguá comunicou na tarde de quarta-feira, 29, o oitavo e nono óbito causados por Covid-19. As vítimas fatais eram, respectivamente, um homem de 60 com histórico de comorbidades, diagnosticado com Neoplasia da Laringe DM, e outro homem de 83 anos que também tinha histórico de comorbidades, diagnosticado com HAS DM e cardiopatia. Ambos tiveram os resultados dos testes PCR para Covid-19 divulgados somente após o falecimento. Também no mesmo dia aconteceu a quinta morte em Sombrio: a vítima fatal era uma mulher de 88 anos, portadora de diabetes.

Na quinta-feira, 30, a Prefeitura de Araranguá emitiu dois comunicados sobre outras duas mortes. A décima vítima fatal no município é um homem de 86 anos com histórico de comorbidades: hipertenso e cardíaco. Já o décimo primeiro óbito foi de outro idoso, um homem de 82 anos, também com histórico de comorbidades: insuficiência cardíaca congenitiva. O município tem o maior número de mortes na região do Extremo Sul Catarinense, com o total de 11 fatalidades pelo vírus.

 

 

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