Com mais de mil casos positivos, AMESC passa a ser região de risco gravíssimo para Covid-19

Classificação amplia restrições, inclusive com interrupção de transporte coletivo municipal e intermunicipal

Por Dyessica Abadi

Os 15 municípios do Extremo Sul Catarinense passam a ser considerados região de risco gravíssimo para Covid-19. A classificação foi atualizada pela Central de Operações de Emergência em Saúde (COES) da Secretaria de Estado de Saúde de Santa Catarina nesta quarta-feira, 22. O último Boletim Epidemiológico da Associação dos Municípios (AMESC) revela 1.040 casos positivos para Covid-19 na região.

Na avaliação anterior do COES, publicada no dia 14 de junho, a região constava como risco grave para Covid-19. Fatores como índice de isolamento social, nível de investigação e testagem da população, reorganização de fluxos de assistência e ampliação do número de leitos determinam o nível de risco de infecção pelo vírus. A classificação é dividida em risco moderado (azul), alto (amarelo), grave (laranja) e gravíssimo (vermelho).

Com decisões regionalizadas, municípios poderão apertar mais ainda as restrições

Nesta quinta-feira, 23, os prefeitos da AMESC realizaram videoconferência para deliberar sobre as recomendações emitidas na última sexta-feira pelo CER AMESC (Comitê Extraordinário Regional), com o agravamento do novo dado repassado pelo COES. O presidente da AMESC, prefeito de Balneário Gaivota, Ronaldo Pereira da Silva, explica que a região deverá seguir as recomendações do comitê especial, assim como as orientação dadas pelo Governo do Estado para as áreas de risco gravíssimo.

“Vivemos duas crises simultâneas: uma crise na saúde que acarretou outra crise na economia. Acreditamos que trabalhar a prevenção minimize impactos dos dois lados. Vamos elaborar uma campanha regional voltada a prevenção e conscientização a fim de que se busque conter a contaminação ao se trabalhar os cuidados e se evite assim o fechamento dos comércios”, revela o presidente da AMESC.

Entre as medidas de recomendações atuais do CER, está ênfase ao uso de máscara, evitar aglomeração e restrição dos horários de alguns estabelecimentos como bares e conveniências. Na última segunda-feira, 20, a Prefeitura de Araranguá apertou ainda mais essas recomendações. A Prefeitura de Balneário Arroio do Silva também estuda acrescentar mais restrições. "Agora temos que aumentar restrições para evitar festas familiares, festas na beira da praia, entre outras atitudes. Se as pessoas não colaborarem a situação pode complicar para todos”, frisa o prefeito arroio silvense, Juscelino da Silva Guimarães.

Leitos de UTI totalmente ocupados

De acordo com comunicado emitido pela AMESC, a ocupação dos leitos de UTI no Hospital Regional de Araranguá está em sua capacidade máxima. O presidente da AMESC, Ronaldo Pereira da Silva, acrescenta que será feita uma nova solicitação de leitos de UTI para o Governo do Estado. O embasamento técnico detalhará o pedido para que haja a instalação completa do leito, com equipamento e medicações necessárias ao atendimento dos pacientes.

Transporte coletivo será interrompido

Com a classificação de área gravíssima pelo COES, a AMESC passa a responder também às decisões em âmbito estadual, homologadas no Diário Oficial, como a interrupção de determinadas atividades, como transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal (saiba mais clicando aqui).

Por Dyessica Abadi

Os 15 municípios do Extremo Sul Catarinense passam a ser considerados região de risco gravíssimo para Covid-19. A classificação foi atualizada pela Central de Operações de Emergência em Saúde (COES) da Secretaria de Estado de Saúde de Santa Catarina nesta quarta-feira, 22. O último Boletim Epidemiológico da Associação dos Municípios (AMESC) revela 1.040 casos positivos para Covid-19 na região.

Na avaliação anterior do COES, publicada no dia 14 de junho, a região constava como risco grave para Covid-19. Fatores como índice de isolamento social, nível de investigação e testagem da população, reorganização de fluxos de assistência e ampliação do número de leitos determinam o nível de risco de infecção pelo vírus. A classificação é dividida em risco moderado (azul), alto (amarelo), grave (laranja) e gravíssimo (vermelho).

Com decisões regionalizadas, municípios poderão apertar mais ainda as restrições

Nesta quinta-feira, 23, os prefeitos da AMESC realizaram videoconferência para deliberar sobre as recomendações emitidas na última sexta-feira pelo CER AMESC (Comitê Extraordinário Regional), com o agravamento do novo dado repassado pelo COES. O presidente da AMESC, prefeito de Balneário Gaivota, Ronaldo Pereira da Silva, explica que a região deverá seguir as recomendações do comitê especial, assim como as orientação dadas pelo Governo do Estado para as áreas de risco gravíssimo.

“Vivemos duas crises simultâneas: uma crise na saúde que acarretou outra crise na economia. Acreditamos que trabalhar a prevenção minimize impactos dos dois lados. Vamos elaborar uma campanha regional voltada a prevenção e conscientização a fim de que se busque conter a contaminação ao se trabalhar os cuidados e se evite assim o fechamento dos comércios”, revela o presidente da AMESC.

Entre as medidas de recomendações atuais do CER, está ênfase ao uso de máscara, evitar aglomeração e restrição dos horários de alguns estabelecimentos como bares e conveniências. Na última segunda-feira, 20, a Prefeitura de Araranguá apertou ainda mais essas recomendações. A Prefeitura de Balneário Arroio do Silva também estuda acrescentar mais restrições. “Agora temos que aumentar restrições para evitar festas familiares, festas na beira da praia, entre outras atitudes. Se as pessoas não colaborarem a situação pode complicar para todos”, frisa o prefeito arroio silvense, Juscelino da Silva Guimarães.

Leitos de UTI totalmente ocupados

De acordo com comunicado emitido pela AMESC, a ocupação dos leitos de UTI no Hospital Regional de Araranguá está em sua capacidade máxima. O presidente da AMESC, Ronaldo Pereira da Silva, acrescenta que será feita uma nova solicitação de leitos de UTI para o Governo do Estado. O embasamento técnico detalhará o pedido para que haja a instalação completa do leito, com equipamento e medicações necessárias ao atendimento dos pacientes.

Transporte coletivo será interrompido

Com a classificação de área gravíssima pelo COES, a AMESC passa a responder também às decisões em âmbito estadual, homologadas no Diário Oficial, como a interrupção de determinadas atividades, como transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal (saiba mais clicando aqui).

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