Com apenas um candidato ao pleito de Morro Grande, AMESC já tem definido primeiro prefeito

Em 1992, Clélio Daniel Olivo (PP) foi o primeiro prefeito eleito de Morro Grande após a emancipação do município

Por Dyessica Abadi

O Extremo Sul de Santa Catarina já tem definido o primeiro nome que irá assumir uma prefeitura. Dos 15 municípios da região, Morro Grande é o único a ter apenas uma chapa inscrita para concorrer ao pleito em 2020. Clélio Daniel Olivo (PP), o Kéio, e Juraci Favarin (MDB), o Tatin, são os candidatos a prefeito e vice, respectivamente, pela coligação "Unidos por Morro Grande".

Não é a primeira vez que Clélio disputa as eleições com chapa única. Em 1992, ele foi o primeiro prefeito de Morro Grande após a emancipação do município. Depois, foi eleito novamente em 2000. Confira a entrevista completa com Clélio Daniel Olivo:

Como se sente em, tecnicamente, ser o primeiro candidato eleito do Extremo Sul?

Eu já fui candidato em outras oportunidades, candidato único nas mesmas condições, e nós sentimentos muita satisfação de mais uma vez estar concorrendo ao executivo municipal de Morro Grande.

O nome da chapa é "Unidos por Morro Grande". Como se deu as coligações entre os partidos?

De fato. No começo eu fui lançado por uma coligação de três partidos que foi o PP (Partido Progressista), MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e PSD (Partido Social Democrático), do atual prefeito Valdo (Valdionir Rocha), e depois no final os outros partidos que iriam disputar o pleito, que eram o PL (Partido Liberal) e o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) desistiram da candidatura deles em favor da nossa.

O nome da coligação "Unidos por Morro Grande" pode também dizer que a população se sente dessa maneira?

Faz sentido, é mais ou menos essa a ideia. Nós temos e já havia uma grande união entre esses três partidos e agora fortaleceu mais ainda com o apoio dos demais.

O que você espera das eleições neste ano?

A nossa eleição é mais tranquila, mas nós vamos nos dedicar ao máximo também para consolidar a nossa posição, minha e do vice, Juraci Favarin do MDB, vamos pedir o voto normalmente, vamos nos empenhar ao máximo com os vereadores para que seja uma campanha bem tranquila. Então não é por isso que vamos relaxar, pelo contrário, vamos trabalhar muito.

Então mesmo sendo a única chapa a disputar o pleito, ainda vão se esforçar na campanha?

Vamos, porque o pessoal pode ficar um pouco desestimulado e votar em branco. Nós não queremos isso, queremos que eles votem nos seus candidatos por escolha.

Em tempos de pandemia, de que forma você enxerga a importância da campanha?

A nossa campanha em Morro Grande costuma ser mais de casa em casa. Nós visitamos as famílias e entregamos o Plano de Governo e pedimos voto, é basicamente isso a nossa campanha. Vamos trabalhar através das mídias sociais, tradicional santinho, mais ou menos isso aí.

E quanto ao Plano de Governo, quais são os principais pontos que podemos destacar?

O Plano foi registrado no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e tem como principal meta emprego e renda, assim como em todos municípios, essas são sempre as principais demandas e nós já estamos trabalhando essa questão. E depois saúde, educação... A nossa prefeitura é muito bem administrada pelo prefeito Valdo e é um município muito bem organizado. Devemos fazer algumas mudanças, mas não muito significativas.

Como você observa a disputa pelo pleito político neste ano em outros municípios aqui da região?

Em Meleiro tem uma disputa muito acirrada, com três candidatos que já anunciaram há muito tempo atrás e a eleição vai ser bem complicada ali e em Araranguá. Não tem uma definição de candidatura ainda de quem é o favorito nessas cidades.

E como você acredita que, dependendo dos candidatos que forem eleitos, irá se dar a relação entre os municípios aqui da região do Extremo Sul?

A relação sempre foi boa, independente de partido, independente das pessoas que se elegeram até agora. Eu já fui duas vezes prefeito também. A cordialidade sempre foi muito grande e sempre procuramos nos ajudar através da AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense) para tratar de assuntos regionais e locais e sobre o funcionamento padrão de algumas áreas. Sempre foi muito bom esses encontros para unir os municípios.

Há algumas coisa que você considere importante destacar?

Nós temos como meta também de infraestrutura é a estrada de Morro Grande que liga à SC-285, em Timbé do Sul. Esse é um sonho de todo morrograndes, porque vai também cortar distancias para o povo de Meleiro, Araranguá, Criciúma, Forquilhinha, para ir em direção ao Rio Grande do Sul, já que o nosso município ele faz divisa com o Estado.

Queria destacar também o turismo que vem desenvolvendo muito na nossa região. Eu fui por esses anos todos aí, entre 7 ou 8 anos, presidente do Turismo de Morro Grande, trabalhei muito para isso, organizando, fazendo cursos, condutores... Nós apostamos muito no desenvolvimento através do turismo de Morro Grande.

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Por Dyessica Abadi

O Extremo Sul de Santa Catarina já tem definido o primeiro nome que irá assumir uma prefeitura. Dos 15 municípios da região, Morro Grande é o único a ter apenas uma chapa inscrita para concorrer ao pleito em 2020. Clélio Daniel Olivo (PP), o Kéio, e Juraci Favarin (MDB), o Tatin, são os candidatos a prefeito e vice, respectivamente, pela coligação “Unidos por Morro Grande”.

Não é a primeira vez que Clélio disputa as eleições com chapa única. Em 1992, ele foi o primeiro prefeito de Morro Grande após a emancipação do município. Depois, foi eleito novamente em 2000. Confira a entrevista completa com Clélio Daniel Olivo:

Como se sente em, tecnicamente, ser o primeiro candidato eleito do Extremo Sul?

Eu já fui candidato em outras oportunidades, candidato único nas mesmas condições, e nós sentimentos muita satisfação de mais uma vez estar concorrendo ao executivo municipal de Morro Grande.

O nome da chapa é “Unidos por Morro Grande”. Como se deu as coligações entre os partidos?

De fato. No começo eu fui lançado por uma coligação de três partidos que foi o PP (Partido Progressista), MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e PSD (Partido Social Democrático), do atual prefeito Valdo (Valdionir Rocha), e depois no final os outros partidos que iriam disputar o pleito, que eram o PL (Partido Liberal) e o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) desistiram da candidatura deles em favor da nossa.

O nome da coligação “Unidos por Morro Grande” pode também dizer que a população se sente dessa maneira?

Faz sentido, é mais ou menos essa a ideia. Nós temos e já havia uma grande união entre esses três partidos e agora fortaleceu mais ainda com o apoio dos demais.

O que você espera das eleições neste ano?

A nossa eleição é mais tranquila, mas nós vamos nos dedicar ao máximo também para consolidar a nossa posição, minha e do vice, Juraci Favarin do MDB, vamos pedir o voto normalmente, vamos nos empenhar ao máximo com os vereadores para que seja uma campanha bem tranquila. Então não é por isso que vamos relaxar, pelo contrário, vamos trabalhar muito.

Então mesmo sendo a única chapa a disputar o pleito, ainda vão se esforçar na campanha?

Vamos, porque o pessoal pode ficar um pouco desestimulado e votar em branco. Nós não queremos isso, queremos que eles votem nos seus candidatos por escolha.

Em tempos de pandemia, de que forma você enxerga a importância da campanha?

A nossa campanha em Morro Grande costuma ser mais de casa em casa. Nós visitamos as famílias e entregamos o Plano de Governo e pedimos voto, é basicamente isso a nossa campanha. Vamos trabalhar através das mídias sociais, tradicional santinho, mais ou menos isso aí.

E quanto ao Plano de Governo, quais são os principais pontos que podemos destacar?

O Plano foi registrado no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e tem como principal meta emprego e renda, assim como em todos municípios, essas são sempre as principais demandas e nós já estamos trabalhando essa questão. E depois saúde, educação… A nossa prefeitura é muito bem administrada pelo prefeito Valdo e é um município muito bem organizado. Devemos fazer algumas mudanças, mas não muito significativas.

Como você observa a disputa pelo pleito político neste ano em outros municípios aqui da região?

Em Meleiro tem uma disputa muito acirrada, com três candidatos que já anunciaram há muito tempo atrás e a eleição vai ser bem complicada ali e em Araranguá. Não tem uma definição de candidatura ainda de quem é o favorito nessas cidades.

E como você acredita que, dependendo dos candidatos que forem eleitos, irá se dar a relação entre os municípios aqui da região do Extremo Sul?

A relação sempre foi boa, independente de partido, independente das pessoas que se elegeram até agora. Eu já fui duas vezes prefeito também. A cordialidade sempre foi muito grande e sempre procuramos nos ajudar através da AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense) para tratar de assuntos regionais e locais e sobre o funcionamento padrão de algumas áreas. Sempre foi muito bom esses encontros para unir os municípios.

Há algumas coisa que você considere importante destacar?

Nós temos como meta também de infraestrutura é a estrada de Morro Grande que liga à SC-285, em Timbé do Sul. Esse é um sonho de todo morrograndes, porque vai também cortar distancias para o povo de Meleiro, Araranguá, Criciúma, Forquilhinha, para ir em direção ao Rio Grande do Sul, já que o nosso município ele faz divisa com o Estado.

Queria destacar também o turismo que vem desenvolvendo muito na nossa região. Eu fui por esses anos todos aí, entre 7 ou 8 anos, presidente do Turismo de Morro Grande, trabalhei muito para isso, organizando, fazendo cursos, condutores… Nós apostamos muito no desenvolvimento através do turismo de Morro Grande.

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