Colônia de Pescadores de Torres quer viabilizar unidade de processamento

A comunidade pesqueira não pode processar e vender o peixe em casa ou nos restaurantes


Os Pescadores da Colônia Z7 de Torres se reuniram nesta semana para discutir com os pescadores artesanais sobre a legislação estadual e municipal. A intenção é viabilizar a legalização de uma unidade de processamento de pescado, quer seja de forma individual ou coletiva ou comercializar o peixe fresco, in natura. A comunidade pesqueira de Torres não pode processar e vender o peixe em casa ou nos restaurantes sem a devida legalização ambiental e pela prefeitura.


O encontro é o terceiro do Grupo de Trabalho de Comercialização e Processamento de Pescado na Casa da Terra. Estiveram presente lideranças da área, na esfera municipal, regional e estadual, foram encaminhadas resoluções para o desenvolvimento do setor. Conforme o secretário municipal de Desenvolvimento Rural e Pesca, José Vanderlei Brocca, o evento foi de grande importância para agregar valores à pesca e ainda viabilizar a técnica da pesca artesanal em Torres.


Também participaram da reunião pescadores de outros municípios da região. Integram a comunidade de pescadores artesanais, 180 profissionais em Torres. Conforme o presidente da Colônia, Osvaldo Alves da Siqueira, foram dois os encaminhamentos mais importantes: junto ao Ministério Público recuperar a área no bairro Salinas onde encontra-se a Coopesca, e também buscar junto ao Plano Diretor, qual a área viável para a instalação de uma unidade de beneficiamento do pescado. 


Os Pescadores da Colônia Z7 de Torres se reuniram nesta semana para discutir com os pescadores artesanais sobre a legislação estadual e municipal. A intenção é viabilizar a legalização de uma unidade de processamento de pescado, quer seja de forma individual ou coletiva ou comercializar o peixe fresco, in natura. A comunidade pesqueira de Torres não pode processar e vender o peixe em casa ou nos restaurantes sem a devida legalização ambiental e pela prefeitura.

O encontro é o terceiro do Grupo de Trabalho de Comercialização e Processamento de Pescado na Casa da Terra. Estiveram presente lideranças da área, na esfera municipal, regional e estadual, foram encaminhadas resoluções para o desenvolvimento do setor. Conforme o secretário municipal de Desenvolvimento Rural e Pesca, José Vanderlei Brocca, o evento foi de grande importância para agregar valores à pesca e ainda viabilizar a técnica da pesca artesanal em Torres.

Também participaram da reunião pescadores de outros municípios da região. Integram a comunidade de pescadores artesanais, 180 profissionais em Torres. Conforme o presidente da Colônia, Osvaldo Alves da Siqueira, foram dois os encaminhamentos mais importantes: junto ao Ministério Público recuperar a área no bairro Salinas onde encontra-se a Coopesca, e também buscar junto ao Plano Diretor, qual a área viável para a instalação de uma unidade de beneficiamento do pescado. 

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