Brecha no Ministério da Saúde expõe dados de 16 milhões de pacientes de Covid-19

CPF, endereço, telefone e doenças pré-existentes são algumas das informações violadas; Presidente Jair Bolsonaro foi uma das vítimas do vazamento

Por Dyessica Abadi

Informações pessoais de pelo menos 16 milhões de pacientes com diagnósticos suspeitos ou confirmados de Covid-19 ficaram expostos na internet durante quase um mês. O motivo teria sido um vazamento do Ministério da Saúde, após um funcionário do Hospital Albert Einstein divulgar uma lista com a senha do banco de dados da organização. Entre as informações violadas, estão CPF, endereço, telefone e doenças pré-existentes.

Entre os brasileiros que tiveram informações expostas na internet estão: o presidente Jair Bolsonaro, os ministros, Eduardo Pazuello, Onyx Lorenzoni e Damares Alves; o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e mais 16 governadores; além dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

A reportagem é do jornal Estadão, que recebeu uma denúncia com o link para a página de informações. "Os bancos de dados do Ministério trazem, além das informações pessoais dos pacientes, detalhes considerados confidenciais sobre o histórico clínico, como a existência de doenças ou condições pré-existentes, entre elas diabete, problemas cardíacos, câncer e HIV" diz a reportagem.

O Hospital Albert Einstein e o Ministério da Saúde disseram que "as chaves de acesso foram removidas da internet e trocadas nos sistemas". Agora, uma investigação interna será aberta para apurar as responsabilidades. O Ministério da Saúde não confirmou o número de pacientes cujas informações ficaram expostas.

Fonte: Estadão

Quer receber notícias pelo WhatsApp? Clique aqui

Por Dyessica Abadi

Informações pessoais de pelo menos 16 milhões de pacientes com diagnósticos suspeitos ou confirmados de Covid-19 ficaram expostos na internet durante quase um mês. O motivo teria sido um vazamento do Ministério da Saúde, após um funcionário do Hospital Albert Einstein divulgar uma lista com a senha do banco de dados da organização. Entre as informações violadas, estão CPF, endereço, telefone e doenças pré-existentes.

Entre os brasileiros que tiveram informações expostas na internet estão: o presidente Jair Bolsonaro, os ministros, Eduardo Pazuello, Onyx Lorenzoni e Damares Alves; o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e mais 16 governadores; além dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

A reportagem é do jornal Estadão, que recebeu uma denúncia com o link para a página de informações. “Os bancos de dados do Ministério trazem, além das informações pessoais dos pacientes, detalhes considerados confidenciais sobre o histórico clínico, como a existência de doenças ou condições pré-existentes, entre elas diabete, problemas cardíacos, câncer e HIV” diz a reportagem.

O Hospital Albert Einstein e o Ministério da Saúde disseram que “as chaves de acesso foram removidas da internet e trocadas nos sistemas”. Agora, uma investigação interna será aberta para apurar as responsabilidades. O Ministério da Saúde não confirmou o número de pacientes cujas informações ficaram expostas.

Fonte: Estadão

Quer receber notícias pelo WhatsApp? Clique aqui

Compartilhe

Voltar às notícias