Brasil retoma testes da vacina de Oxford contra a COVID-19

Foto: Chico Bezerra

O Brasil retomou hoje, 14, os testes da vacina contra o COVID-19 desenvolvida pela universidade Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca.

Em um comunicado, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que coordena os testes no país desde junho, informou “que todos os centros participantes do estudo aqui no país retomam a aplicação das vacinas nos voluntários nesta segunda, dia 14".

De acordo com a Unifesp, participam do estudo no Brasil 5 mil voluntários, que foram recrutados em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Até o momento, 4,6 mil brasileiros já foram vacinados e não apresentaram intercorrências graves de saúde.

Nota Anvisa

Especialistas da Anvisa se reuniram na tarde deste sábado (12/9) para avaliar a retomada do estudo clínico da vacina de Oxford. A avaliação realizada considerou informações recebidas da agência reguladora britânica (Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency - MHRA), do Comitê Independente de Segurança do estudo clínico e da empresa patrocinadora do estudo, a AstraZeneca.  





Após avaliar os dados do evento adverso, sua causalidade e o conjunto de dados de segurança gerados no estudo, a Agência concluiu que a relação benefício/risco se mantém favorável e, por isso, o estudo poderá ser retomado.  





É importante destacar que a Anvisa continuará acompanhando todos os eventos adversos observados durante o estudo e, caso seja identificada qualquer situação grave com voluntários brasileiros, irá tomar as medidas cabíveis para garantir a segurança dos participantes. 




Suspensão

Os estudos haviam sido suspensos no início da semana passada, após um participante apresentar reações adversas sérias. Segundo informações divulgadas pelo jornal The New York Times, o participante teve mielite transversa, uma síndrome inflamatória que afeta a medula espinhal e costuma ser desencadeada por infecções virais.

100 milhões de doses no Brasil

No dia 8, o Brasil através da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), firmou um contrato com a AstraZeneca de encomenda tecnológica, que garante acesso a mais de 100 milhões de doses do ingrediente farmacêutico ativo para o processamento final da vacina e, também a transferência total da tecnologia.

Com informações Correio Braziliense 

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Foto: Chico Bezerra

O Brasil retomou hoje, 14, os testes da vacina contra o COVID-19 desenvolvida pela universidade Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca.

Em um comunicado, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que coordena os testes no país desde junho, informou “que todos os centros participantes do estudo aqui no país retomam a aplicação das vacinas nos voluntários nesta segunda, dia 14″.

De acordo com a Unifesp, participam do estudo no Brasil 5 mil voluntários, que foram recrutados em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Até o momento, 4,6 mil brasileiros já foram vacinados e não apresentaram intercorrências graves de saúde.

Nota Anvisa

Especialistas da Anvisa se reuniram na tarde deste sábado (12/9) para avaliar a retomada do estudo clínico da vacina de Oxford. A avaliação realizada considerou informações recebidas da agência reguladora britânica (Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency – MHRA), do Comitê Independente de Segurança do estudo clínico e da empresa patrocinadora do estudo, a AstraZeneca.  

Após avaliar os dados do evento adverso, sua causalidade e o conjunto de dados de segurança gerados no estudo, a Agência concluiu que a relação benefício/risco se mantém favorável e, por isso, o estudo poderá ser retomado.  

É importante destacar que a Anvisa continuará acompanhando todos os eventos adversos observados durante o estudo e, caso seja identificada qualquer situação grave com voluntários brasileiros, irá tomar as medidas cabíveis para garantir a segurança dos participantes. 

Suspensão

Os estudos haviam sido suspensos no início da semana passada, após um participante apresentar reações adversas sérias. Segundo informações divulgadas pelo jornal The New York Times, o participante teve mielite transversa, uma síndrome inflamatória que afeta a medula espinhal e costuma ser desencadeada por infecções virais.

100 milhões de doses no Brasil

No dia 8, o Brasil através da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), firmou um contrato com a AstraZeneca de encomenda tecnológica, que garante acesso a mais de 100 milhões de doses do ingrediente farmacêutico ativo para o processamento final da vacina e, também a transferência total da tecnologia.

Com informações Correio Braziliense 

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