Blog Tiago Almeida: “Eu Me Importo” é o melhor filme da Netflix atualmente 


Desde "Garota Exemplar" de 2014 eu fiquei particularmente admirado pela atuação elegante e precisa da atriz Rosamund Pike, na época ela foi indicada como melhor atriz a todos os prêmios da temporada, incluindo o Oscar, que acabou perdendo para a atriz Julianne Moore de "Para Sempre Alice", apesar disso era favorita e muita gente acha até hoje que a atriz deveria ter levado o prêmio, eu apenas acho que ela concorreu no ano errado, tendo em vista que para ganhar de uma Julianne Moore e sua personagem com Alzheimer qualquer atriz precisaria atingir a perfeição completa.




[caption id="attachment_71436" align="alignnone" width="400"] Rosamund Pike, em "Garota Exemplar".[/caption]

Voltando para 2021, eis que temos "Eu Me Importo" (I care a lot) um longa baseado na vida da trapaceira fria e calculista Marla Grayson (Rosamund) que ganha a vida ao lado da sócia e amante Fran (Eiza González) tramando contra aposentados que já não podem cuidar de si mesmos, assumindo judicialmente a tutela de todos eles, controlando suas vidas e principalmente, suas finanças.


O problema aí, é que todo o trabalho de Marla envolve um grande esquema de falsificação de atestados de sanidade, contratos ilegais com gerentes de asilos e casas de repouso e claro, uma boa dose de cinismo e persuasão da personagem de Pike.




[caption id="attachment_71437" align="alignnone" width="400"] Eiza González (Fran) Dianne Wiest (Jennifer Peterson) e Rosamund Pike (Marla)[/caption]

O que Marla não esperava é que na tranquilidade de um bairro de alto padrão e por trás dos olhos assustados de mais uma senhora, aqui interpretada brilhantemente pela veterana Dianne Wiest ela encontraria uma cliente que pode acabar com sua carreira e pior, sua vida.


Ancorada pelas informações obtidas, Marla acredita que Jennifer (Dianne Wiest) não tem família nem amigos próximos e possui uma pequena fortuna guardada e é a partir daí que ela descaradamente consegue a tutela judicial da idosa que do dia pra noite é tirada de sua casa e mandada para uma casa de repouso. O que Marla não esperava, é que a tranquila senhora que foi retirada de sua casa sem sequer reagir, tem ligações íntimas com a máfia Russa e a trapaceira irá desejar nunca ter cruzado seu caminho.


O filme a partir daí toma outra cara, e te leva para uma série de cenas alucinantes e de tirar o fôlego o que deixa o telespectador cada vez mais envolvido na trama principalmente querendo saber seu final, mérito do elenco que ainda conta com o ator Peter Dinklage no papel de Roman Lunyov, um gângster muito perigoso que tem uma ligação especial com a idosa lesada por Marla.




[caption id="attachment_71438" align="alignnone" width="400"] Peter Dinklage e Rosamund respectivamente como Roman e Marla.[/caption]

Atuações impecáveis de Rosamund que já está indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz de 2021, Eiza González, Dianne Wiest e Peter Dinklage que juntos tem uma química em cena difícil de achar em personalidades e gerações tão diferentes são o ponto principal desse filme que tem uma direção, produção e roteiro de J. Blakeson que consegue com maestria nos fazer amar e odiar Marla ao mesmo tempo e mudar de opinião a cada segundo, um baita acerto da Netflix.


Assista ao trailer:



Desde “Garota Exemplar” de 2014 eu fiquei particularmente admirado pela atuação elegante e precisa da atriz Rosamund Pike, na época ela foi indicada como melhor atriz a todos os prêmios da temporada, incluindo o Oscar, que acabou perdendo para a atriz Julianne Moore de “Para Sempre Alice”, apesar disso era favorita e muita gente acha até hoje que a atriz deveria ter levado o prêmio, eu apenas acho que ela concorreu no ano errado, tendo em vista que para ganhar de uma Julianne Moore e sua personagem com Alzheimer qualquer atriz precisaria atingir a perfeição completa.

Rosamund Pike, em “Garota Exemplar”.

Voltando para 2021, eis que temos “Eu Me Importo” (I care a lot) um longa baseado na vida da trapaceira fria e calculista Marla Grayson (Rosamund) que ganha a vida ao lado da sócia e amante Fran (Eiza González) tramando contra aposentados que já não podem cuidar de si mesmos, assumindo judicialmente a tutela de todos eles, controlando suas vidas e principalmente, suas finanças.

O problema aí, é que todo o trabalho de Marla envolve um grande esquema de falsificação de atestados de sanidade, contratos ilegais com gerentes de asilos e casas de repouso e claro, uma boa dose de cinismo e persuasão da personagem de Pike.

Eiza González (Fran) Dianne Wiest (Jennifer Peterson) e Rosamund Pike (Marla)

O que Marla não esperava é que na tranquilidade de um bairro de alto padrão e por trás dos olhos assustados de mais uma senhora, aqui interpretada brilhantemente pela veterana Dianne Wiest ela encontraria uma cliente que pode acabar com sua carreira e pior, sua vida.

Ancorada pelas informações obtidas, Marla acredita que Jennifer (Dianne Wiest) não tem família nem amigos próximos e possui uma pequena fortuna guardada e é a partir daí que ela descaradamente consegue a tutela judicial da idosa que do dia pra noite é tirada de sua casa e mandada para uma casa de repouso. O que Marla não esperava, é que a tranquila senhora que foi retirada de sua casa sem sequer reagir, tem ligações íntimas com a máfia Russa e a trapaceira irá desejar nunca ter cruzado seu caminho.

O filme a partir daí toma outra cara, e te leva para uma série de cenas alucinantes e de tirar o fôlego o que deixa o telespectador cada vez mais envolvido na trama principalmente querendo saber seu final, mérito do elenco que ainda conta com o ator Peter Dinklage no papel de Roman Lunyov, um gângster muito perigoso que tem uma ligação especial com a idosa lesada por Marla.

Peter Dinklage e Rosamund respectivamente como Roman e Marla.

Atuações impecáveis de Rosamund que já está indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz de 2021, Eiza González, Dianne Wiest e Peter Dinklage que juntos tem uma química em cena difícil de achar em personalidades e gerações tão diferentes são o ponto principal desse filme que tem uma direção, produção e roteiro de J. Blakeson que consegue com maestria nos fazer amar e odiar Marla ao mesmo tempo e mudar de opinião a cada segundo, um baita acerto da Netflix.

Assista ao trailer:

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