Blog Rosane Machado: leituras, filmes e mais comilança

Rosane Machado, 27/04/2020

Quanto já se leu, se viu e se comeu nesta quarentena? Pra mim continua sendo distanciamento social sim, apesar de ver muita gente pela rua e pipocarem pelas redes sociais passeios, saidinhas, afins e SEM MÁSCARA!

Às vezes acho que sou trouxa por não estar vivendo plenamente, por estar me preservando, ficando em casa com os cachorros, com meus pais, saindo apenas o estritamente necessário... Mas não sou todo mundo, certo?

Tenho lido muito fisicamente (livros mesmo) e pela internet alguma coisa em PDF, porém, gosto de sentir o cheiro do papel, anotar nas beiradinhas das páginas algo que eu ache interessante, alguma ideia. Quando encontro um livro antigo já lido, vejo as anotações e sempre penso: como eu era inteligente nessa época!

A mania das canetas coloridas pra sublinhar, os marcadores de página escolhidos a dedo na papelaria... esse encanto acho que nunca será superado. Nem as mais belas páginas de blogs e semelhantes conseguirão suplantar.

Livros nas prateleiras, capas diferentes, lombadas de couro, papel cartão... organizados mais por assunto que por tamanho, já que tudo tem de ser setorizado e respeitado. Alguns bibelôs e uns suportes de livros bem sugestivos junto com porta-retratos... Jamais arquivos cibernéticos superarão as estantes com suas histórias, volumes escolhidos a dedo, por impulso, aproveitando uma promoção, aquela coleção que a gente custou a fazer...

Nunca fui de livro de  modinha (nem seriado ou filme). Aguardo a febre passar aí vou atrás dos alfarrábios ou das películas na internet. Não gosto de me 'contaminar' com a opinião alheia. Mesmo que digam que tal filme é o máximo, lá vou eu tentando ver de alma lavada.  Às vezes sinto-me meio alienada quando não domino os assuntos dos seriados famosinhos, contudo... cada um com seu cada qual.

E claro que depois de muita leitura, pesquisa etc, um bolo, uma comilança é bem-vinda. Afinal o cérebro gastou bastante caloria e uma de suas vitaminas primordiais é o carboidrato. Mesmo que ele acumule na barriga e no derrière... Ah, não importa. Daqui a pouco a vida volta ao normal e teremos de correr literalmente pra cumprir as tarefas diárias presencialmente.

Poderei voltar a sair com meus cuscos que já estão roliços feito sua dona. Como eu aprenderam a arte do parar, esperar, dormir, descansar...

Tudo é hábito, tudo pode ser aprendido e principalmente quando nossas atitudes podem beneficiar ou prejudicar alguém.

Não podemos nos acostumar com uma 'falsa ordem e segurança' e colocar tudo a perder porque o inimigo é invisível. Ele está aí sim.

Cuidem-se! Lavem as mãos! Usem máscaras! Higienizem-se! Tenho certeza que estamos no caminho certo!

Quanto já se leu, se viu e se comeu nesta quarentena? Pra mim continua sendo distanciamento social sim, apesar de ver muita gente pela rua e pipocarem pelas redes sociais passeios, saidinhas, afins e SEM MÁSCARA!

Às vezes acho que sou trouxa por não estar vivendo plenamente, por estar me preservando, ficando em casa com os cachorros, com meus pais, saindo apenas o estritamente necessário… Mas não sou todo mundo, certo?

Tenho lido muito fisicamente (livros mesmo) e pela internet alguma coisa em PDF, porém, gosto de sentir o cheiro do papel, anotar nas beiradinhas das páginas algo que eu ache interessante, alguma ideia. Quando encontro um livro antigo já lido, vejo as anotações e sempre penso: como eu era inteligente nessa época!

A mania das canetas coloridas pra sublinhar, os marcadores de página escolhidos a dedo na papelaria… esse encanto acho que nunca será superado. Nem as mais belas páginas de blogs e semelhantes conseguirão suplantar.

Livros nas prateleiras, capas diferentes, lombadas de couro, papel cartão… organizados mais por assunto que por tamanho, já que tudo tem de ser setorizado e respeitado. Alguns bibelôs e uns suportes de livros bem sugestivos junto com porta-retratos… Jamais arquivos cibernéticos superarão as estantes com suas histórias, volumes escolhidos a dedo, por impulso, aproveitando uma promoção, aquela coleção que a gente custou a fazer…

Nunca fui de livro de  modinha (nem seriado ou filme). Aguardo a febre passar aí vou atrás dos alfarrábios ou das películas na internet. Não gosto de me ‘contaminar’ com a opinião alheia. Mesmo que digam que tal filme é o máximo, lá vou eu tentando ver de alma lavada.  Às vezes sinto-me meio alienada quando não domino os assuntos dos seriados famosinhos, contudo… cada um com seu cada qual.

E claro que depois de muita leitura, pesquisa etc, um bolo, uma comilança é bem-vinda. Afinal o cérebro gastou bastante caloria e uma de suas vitaminas primordiais é o carboidrato. Mesmo que ele acumule na barriga e no derrière… Ah, não importa. Daqui a pouco a vida volta ao normal e teremos de correr literalmente pra cumprir as tarefas diárias presencialmente.

Poderei voltar a sair com meus cuscos que já estão roliços feito sua dona. Como eu aprenderam a arte do parar, esperar, dormir, descansar…

Tudo é hábito, tudo pode ser aprendido e principalmente quando nossas atitudes podem beneficiar ou prejudicar alguém.

Não podemos nos acostumar com uma ‘falsa ordem e segurança’ e colocar tudo a perder porque o inimigo é invisível. Ele está aí sim.

Cuidem-se! Lavem as mãos! Usem máscaras! Higienizem-se! Tenho certeza que estamos no caminho certo!

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