Blog Rosane Machado: Comércio, compras e afins

Quando alguma loja em meu bairro fecha, penso que poderia ter frequentado, comprado algo, prestigiado. Muitas vezes passo na frente e penso: um dia vou entrar pra conhecer. E quando justamente essa fecha as portas... lá vem um sentimento de culpa imenso.

Sempre fui da política de comprar nas lojas perto de minha casa. Dar vez aos pequenos comerciantes, aqueles que são donos do negócio e eles mesmos atendem no balcão. Aqueles que a gente acaba conhecendo a família, de onde veio, quais seus planos... E nos tornamos amigos. Não aqueles de frequentar nossa casa, mas aqueles de todo o dia participarem de nosso cotidiano e nós do deles.

Há muito que o Natal perdeu seu significado real. Porém este ano, como no passado, creio que a pandemia fez com que repensássemos os presentes caros e mirabolantes. Estar vivo na ceia ao lado das pessoas que amamos será o grande regalo. Quem não tiver esta sorte, torço para que passe momentos de paz e que consiga celebrar a sua própria existência.

Li um dia que será um final de ano de ausências, de lacunas. Triste para tantas pessoas, triste para tantas famílias. Quem não perdeu um ente querido, acaba por lamentar a perda de outrem. Não há como pensarmos apenas em nós.

O final de ano nos deixa nostálgicos e faz com que realizemos promessas absurdas e queiramos abraçar a todo mundo, mesmo que o distanciamento por conta do COVID não deixe. O desejo latente de sair beijando meio mundo, desejando feliz Natal e um ano novo pleno arde no meu peito.

Sempre fui dos abraços calorosos e dos beijos nas bochechas. Aquela coisa de beijinho de comadre, de beijinho comedido NUNCA fez parte de minha personalidade. Apesar de amar bichos, também gosto de gente. Gosto de muita gente!

Quando olho o Facebook, o Instagram, penso nas pessoas que ainda não tive o prazer de conhecer pessoalmente, de ouvir  a voz, saber as suas histórias e o que realmente fez com que buscassem minha amizade ou aceitassem o meu convite.

O tempo passa rápido, porém ainda há muito que viver, conquistar, lutar, aposentar as máscaras num futuro próximo... se Deus quiser e o ser humano colaborar.

Comer rabanada, comprar passas pra colocar no arroz (sim, sou destas que gosta de passas até na sopa), fazer a maionese com maçã... Adquirir muitos panetones e devorá-los sem culpa, porque no Natal pode. Montar a árvore e postar fotinho. E fazer aqueles milhões de promessas e planejamentos pro próximo ano, que acabamos esquecendo, como a tal da dieta que sempre começa em alguma segunda-feira.

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Quando alguma loja em meu bairro fecha, penso que poderia ter frequentado, comprado algo, prestigiado. Muitas vezes passo na frente e penso: um dia vou entrar pra conhecer. E quando justamente essa fecha as portas… lá vem um sentimento de culpa imenso.

Sempre fui da política de comprar nas lojas perto de minha casa. Dar vez aos pequenos comerciantes, aqueles que são donos do negócio e eles mesmos atendem no balcão. Aqueles que a gente acaba conhecendo a família, de onde veio, quais seus planos… E nos tornamos amigos. Não aqueles de frequentar nossa casa, mas aqueles de todo o dia participarem de nosso cotidiano e nós do deles.

Há muito que o Natal perdeu seu significado real. Porém este ano, como no passado, creio que a pandemia fez com que repensássemos os presentes caros e mirabolantes. Estar vivo na ceia ao lado das pessoas que amamos será o grande regalo. Quem não tiver esta sorte, torço para que passe momentos de paz e que consiga celebrar a sua própria existência.

Li um dia que será um final de ano de ausências, de lacunas. Triste para tantas pessoas, triste para tantas famílias. Quem não perdeu um ente querido, acaba por lamentar a perda de outrem. Não há como pensarmos apenas em nós.

O final de ano nos deixa nostálgicos e faz com que realizemos promessas absurdas e queiramos abraçar a todo mundo, mesmo que o distanciamento por conta do COVID não deixe. O desejo latente de sair beijando meio mundo, desejando feliz Natal e um ano novo pleno arde no meu peito.

Sempre fui dos abraços calorosos e dos beijos nas bochechas. Aquela coisa de beijinho de comadre, de beijinho comedido NUNCA fez parte de minha personalidade. Apesar de amar bichos, também gosto de gente. Gosto de muita gente!

Quando olho o Facebook, o Instagram, penso nas pessoas que ainda não tive o prazer de conhecer pessoalmente, de ouvir  a voz, saber as suas histórias e o que realmente fez com que buscassem minha amizade ou aceitassem o meu convite.

O tempo passa rápido, porém ainda há muito que viver, conquistar, lutar, aposentar as máscaras num futuro próximo… se Deus quiser e o ser humano colaborar.

Comer rabanada, comprar passas pra colocar no arroz (sim, sou destas que gosta de passas até na sopa), fazer a maionese com maçã… Adquirir muitos panetones e devorá-los sem culpa, porque no Natal pode. Montar a árvore e postar fotinho. E fazer aqueles milhões de promessas e planejamentos pro próximo ano, que acabamos esquecendo, como a tal da dieta que sempre começa em alguma segunda-feira.

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