Blog Rolando Christian Coelho: venda de votos é mais real do que se imagina

Recebi um envelope de um candidato majoritário de nossa região contendo mensagens que foram enviadas a ele, via redes sociais, com pedidos de eleitores. Pelo teor do conteúdo, da de perceber nitidamente que ainda estamos muito longe de termos uma democracia verdadeiramente consolidada em nosso país.


As solicitações vão desde pedidos ligados a problemas emergenciais, para pessoas com necessidades especiais, até camisa de futebol. Em meio a isto, tem gente pedindo carteira de motorista, cesta básica, e até dinheiro em espécie. No mais, pede-se de tudo: emprego, “uma ajuda”, e por ai afora.


É óbvio que este nicho de eleitores não corresponde a maioria, mas representa uma significativa parcela daqueles que irão as urnas no próximo dia 15 de Novembro ajudar a definir o futuro de nossos municípios, e, por consequência, de nosso país. Trata-se de uma triste realidade, pois, em que pese todos os esforços para se tentar conscientizar o eleitorado, o que se percebe é que a cultura da venda do voto, e da consequente compra por parte dos candidatos que se aproveitam da vulnerabilidade alheia, ainda é uma triste verdade entre nós.


A venda de votos acaba sendo uma contradição por si só. Se formos observar, aqueles que vendem sua consciência são justamente os que mais precisam do poder público para encarar seu dia a dia. Geralmente são pessoas que estão em áreas periféricas, ou em situação de risco social, residam aonde residir. É claro que quem compra o voto, ao tomar o poder, se sente totalmente descompromissado em relação a estas pessoas, e, por conta disto não vai em seu socorro no exercício do mandato. No fim da história, quem mais precisa é quem mais pena diante de uma gestão pública que conquistou o poder na base do dinheiro. Por conta disto é que é tão importante preservar a moralidade do voto. Somente através da lisura deste experiente é que conseguiremos construir um país digno de verdade para nossa população.


Polícia Federal faz ação em Sombrio e Turvo  


Polícia Federal desencadeou operação no Sul do Estado que objetiva identificar possíveis irregularidades na aquisição de materiais para combate a Covid-19. As investigações vêm se desenrolando desde setembro. Em nossa região os focos foram a Prefeitura Municipal de Sombrio e uma residência de Turvo, cuja localização não foi divulgada, e sobre a qual não há maiores informações quanto aos desdobramentos da operação. Na Prefeitura de Sombrio foram recolhidos vários documentos, dentre os quais processos licitatórios e notas fiscais. De acordo com o prefeito Zênio Cardoso (MDB), não há nada de errado no que diz respeito a aquisição dos materiais de combate a Covid-19.


Semana que vem teremos várias pesquisas 


Semana que vem Correio do Sul publicará uma série de pesquisas relativas a corrida sucessória municipal em nossa região. A empresa realizadora da coleta é a INCOPE Pesquisas, a mesma com quem o Correio do Sul já promoveu uma exitosa parceria em 2016. Até agora já foram publicadas pesquisas relativas aos municípios de Maracajá, Balneário Gaivota, Passo de Torres e Balneário Arroio do Silva. Objetivo é atingir a maior quantidade possível de municípios com a cobertura, que objetiva, meramente, mostrar o cenário atual das disputas municipais. Sempre vale ressaltar que pesquisas refletem o momento eleitoral, e não são condicionantes de resultados finais. Basicamente, quem está na frente tem que se esforçar para se manter na liderança, e quem está atrás tem que se esforçar para romper barreiras. Decisão final, mesmo, é do eleitor.


Eder Mattos acredita que gestão o ressaltará na reta final  


Prefeito de Meleiro, Eder Mattos (PL), diz reconhecer que há uma tendência de tripolarização na eleição municipal deste ano, mas acredita que “o trabalho realizado ao longo do atual mandato fará a diferença na reta final da campanha”. Em Meleiro, além de Eder, também disputam a prefeitura o atual vice-prefeito Rogildo Bordignon (PSDB), e o ex-prefeito Vitor Hugo Coral (PP). Para o atual chefe do executivo, “o município está bem servido de candidatos, mas a expectativa é de que o trabalho que vem sendo realizado tenha uma continuidade, para que se conclua tudo aquilo que está encaminhado”. Neste sentido, o prefeito se refere principalmente as obras do setor viário, segmento para o qual ele tem projetos bastante arrojados.


Campanha em Maracajá está sendo feita no corpo a corpo 


Campanha eleitoral em Maracajá está sendo feita, literalmente, de porta em porta. Tanto o grupo do ex-prefeito Wagner da Rosa (MDB), quanto o do ex-vice-prefeito Anibal Brambilla (PSD), que disputam o executivo municipal, estão batendo de casa em casa, em busca de voto para seus postulantes majoritários. Ambas coligações têm estratégias muito parecidas, alicerçada em um sistemático corpo a corpo com o eleitor. Conversei com um amigo de Maracajá e ele me disse que, no mesmo dia, recebeu a visita de cinco cabos eleitorais. Dois pedindo votos para os candidatos de uma coligação, e três pedindo votos para os candidatos da coligação adversária. A realidade está discriminada por todo município.


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Recebi um envelope de um candidato majoritário de nossa região contendo mensagens que foram enviadas a ele, via redes sociais, com pedidos de eleitores. Pelo teor do conteúdo, da de perceber nitidamente que ainda estamos muito longe de termos uma democracia verdadeiramente consolidada em nosso país.

As solicitações vão desde pedidos ligados a problemas emergenciais, para pessoas com necessidades especiais, até camisa de futebol. Em meio a isto, tem gente pedindo carteira de motorista, cesta básica, e até dinheiro em espécie. No mais, pede-se de tudo: emprego, “uma ajuda”, e por ai afora.

É óbvio que este nicho de eleitores não corresponde a maioria, mas representa uma significativa parcela daqueles que irão as urnas no próximo dia 15 de Novembro ajudar a definir o futuro de nossos municípios, e, por consequência, de nosso país. Trata-se de uma triste realidade, pois, em que pese todos os esforços para se tentar conscientizar o eleitorado, o que se percebe é que a cultura da venda do voto, e da consequente compra por parte dos candidatos que se aproveitam da vulnerabilidade alheia, ainda é uma triste verdade entre nós.

A venda de votos acaba sendo uma contradição por si só. Se formos observar, aqueles que vendem sua consciência são justamente os que mais precisam do poder público para encarar seu dia a dia. Geralmente são pessoas que estão em áreas periféricas, ou em situação de risco social, residam aonde residir. É claro que quem compra o voto, ao tomar o poder, se sente totalmente descompromissado em relação a estas pessoas, e, por conta disto não vai em seu socorro no exercício do mandato. No fim da história, quem mais precisa é quem mais pena diante de uma gestão pública que conquistou o poder na base do dinheiro. Por conta disto é que é tão importante preservar a moralidade do voto. Somente através da lisura deste experiente é que conseguiremos construir um país digno de verdade para nossa população.

Polícia Federal faz ação em Sombrio e Turvo  

Polícia Federal desencadeou operação no Sul do Estado que objetiva identificar possíveis irregularidades na aquisição de materiais para combate a Covid-19. As investigações vêm se desenrolando desde setembro. Em nossa região os focos foram a Prefeitura Municipal de Sombrio e uma residência de Turvo, cuja localização não foi divulgada, e sobre a qual não há maiores informações quanto aos desdobramentos da operação. Na Prefeitura de Sombrio foram recolhidos vários documentos, dentre os quais processos licitatórios e notas fiscais. De acordo com o prefeito Zênio Cardoso (MDB), não há nada de errado no que diz respeito a aquisição dos materiais de combate a Covid-19.

Semana que vem teremos várias pesquisas 

Semana que vem Correio do Sul publicará uma série de pesquisas relativas a corrida sucessória municipal em nossa região. A empresa realizadora da coleta é a INCOPE Pesquisas, a mesma com quem o Correio do Sul já promoveu uma exitosa parceria em 2016. Até agora já foram publicadas pesquisas relativas aos municípios de Maracajá, Balneário Gaivota, Passo de Torres e Balneário Arroio do Silva. Objetivo é atingir a maior quantidade possível de municípios com a cobertura, que objetiva, meramente, mostrar o cenário atual das disputas municipais. Sempre vale ressaltar que pesquisas refletem o momento eleitoral, e não são condicionantes de resultados finais. Basicamente, quem está na frente tem que se esforçar para se manter na liderança, e quem está atrás tem que se esforçar para romper barreiras. Decisão final, mesmo, é do eleitor.

Eder Mattos acredita que gestão o ressaltará na reta final  

Prefeito de Meleiro, Eder Mattos (PL), diz reconhecer que há uma tendência de tripolarização na eleição municipal deste ano, mas acredita que “o trabalho realizado ao longo do atual mandato fará a diferença na reta final da campanha”. Em Meleiro, além de Eder, também disputam a prefeitura o atual vice-prefeito Rogildo Bordignon (PSDB), e o ex-prefeito Vitor Hugo Coral (PP). Para o atual chefe do executivo, “o município está bem servido de candidatos, mas a expectativa é de que o trabalho que vem sendo realizado tenha uma continuidade, para que se conclua tudo aquilo que está encaminhado”. Neste sentido, o prefeito se refere principalmente as obras do setor viário, segmento para o qual ele tem projetos bastante arrojados.

Campanha em Maracajá está sendo feita no corpo a corpo 

Campanha eleitoral em Maracajá está sendo feita, literalmente, de porta em porta. Tanto o grupo do ex-prefeito Wagner da Rosa (MDB), quanto o do ex-vice-prefeito Anibal Brambilla (PSD), que disputam o executivo municipal, estão batendo de casa em casa, em busca de voto para seus postulantes majoritários. Ambas coligações têm estratégias muito parecidas, alicerçada em um sistemático corpo a corpo com o eleitor. Conversei com um amigo de Maracajá e ele me disse que, no mesmo dia, recebeu a visita de cinco cabos eleitorais. Dois pedindo votos para os candidatos de uma coligação, e três pedindo votos para os candidatos da coligação adversária. A realidade está discriminada por todo município.

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