Blog Rolando Christian Coelho: Não bastasse a COVID, agora o ciclone

Foto: Defesa Civil

Ciclone extratropical que castigou nossa região de terça para quarta-feira, trouxe prejuízos ainda não calculados, em seu bojo, à praticamente todos os municípios do Extremo Sul. O interior dos municípios de encosta de serra, a exemplo de Praia Grande, Jacinto Machado, Timbé do Sul e Morro Grande, foram os mais castigados. Nestes locais, os ventos do ciclone chegaram a 140Km/h, muito próximos a média de ventos de um furação categoria 1, onde os ventos chegam a 150km/h, a exemplo do Furação Catarina, que atingiu nossa região em março de 2004.

A situação que, por si só, já é lastimável, se agrava ainda mais por conta da pandemia de covid-19, que traz consigo uma profunda resseção econômica, o que atinge tanto a iniciativa privada, quanto o poder público, que depende do setor produtivo para manter suas atividades.

Em nossa região, dezenas de empresas foram castigadas pelo ciclone, assim como prédios públicos, a exemplo do ginásio de esportes da Escola Estadual João Colodel, em Turvo, que simplesmente veio abaixo. Não há o que fazer, a não ser reconstruir. Esta, aliás, parece ser a sina do povo catarinense, que, a bem da verdade, nunca se ajoelhou diante das dificuldades e que, por óbvio, não se ajoelhará agora. Em que pesem as vicissitudes da vida, ela segue. De cabeça erguida, sigamos em frente.

 Carlos Moisés quer se aproximar de Bolsonaro

Governador Carlos Moisés da Silva (PSL) tem buscado se aproximar do presidente Jair Bolsonaro (S/P). Por meio de interlocutores, o governador tem se dito totalmente aberto a uma conversa franca com o presidente, “para o bem de Santa Catarina e do Brasil”. Depois que oito, dos dez deputados eleitos pelo PSL em 2018, romperam com Carlos Moisés, as portas do Palácio do Planalto se fecharam. Três parlamentares são federais, e cinco são estaduais. Carlos Moisés, no entanto, tem dito que seu posicionamento, e o de Bolsonaro, no que diz respeito ao trato com a coisa pública, são semelhantes. Ele vai mais longe, afirmando pactuar com a grande maioria das opiniões do presidente.

 PT está recolhido nas eleições municipais deste ano

 Por ora, PT não apresentou nenhuma pré-candidatura ao comando de um executivo municipal em nossa região. Em Araranguá, Jacinto Machado e São João do Sul, onde a sigla já comandou prefeituras, esta possibilidade está totalmente descartada. Nos demais municípios, o tema também não é tratado, pelo menos de forma pública. De fato, enquanto a onda Bolsonaro não passar, se é que ela irá passar, o PT terá dificuldades em se articular em nossa região. Por aqui, o partido sempre que chegou ao poder foi porque estava de mãos dadas com partidos conservadores, mesmos partidos que hoje são devotos do bolsonarismo. Como na maioria dos casos o inimigo comum era o MDB, o PT ganhou apoio, que hoje já não tem mais.

 Justiça não acata Ação Popular cm foco no ACIS/Amesc

 Juíza Lígia Boettger Mottola, da 1ª Vara Cível da Comarca de Araranguá, não acatou Ação Popular proposta pelo advogado turvense Arnildo Steckert Júnior, que pretendia impedir com que a Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense, a Amesc, pague uma dívida de cerca R$ 3 milhões pertencente ao Consórcio Intermunicipal de Saúde, o CIS/Amesc, órgão ligado a entidade. De acordo com a Ação, os R$ 3 milhões deveriam sair do bolso daqueles que, diretamente, teriam causado a dívida. Basicamente, a juíza entende que a Amesc, através das prefeituras que a compõe, é a responsável pelo CIS/Amesc e que, portanto, tem obrigações em relação a sua manutenção, o que contempla eventuais dívidas.

 Decisão da justiça não tem a ver com apuração do TCE

 A decisão da juíza Lígia Mottola, de negar liminar na Ação Popular proposta pelo advogado Arnildo Steckert Júnior, não se mistura com a apuração das responsabilidades levantadas pelo Tribunal de Contas do Estado, ou pelo Ministério Público. Ela apenas proferiu entendimento de que o CIS/Amesc é um órgão mantido pelas prefeituras e que, portanto, cabe as prefeituras a sua óbvia manutenção. A juíza entendeu que o pagamento da dívida do CIS/Amesc, através dos aportes a serem feitos pelas Prefeituras Municipais, são legais, ressaltando que, até mesmo, elas têm obrigação de fazê-los, por estarem ligadas a Amesc, que, por via direta, administra o CIS/Amesc. Vale lembrar que sem o pagamento da dívida, o CIS/Amesc entra em bancarrota, prejudicando ainda mais a saúde regional.

Foto: Defesa Civil

Ciclone extratropical que castigou nossa região de terça para quarta-feira, trouxe prejuízos ainda não calculados, em seu bojo, à praticamente todos os municípios do Extremo Sul. O interior dos municípios de encosta de serra, a exemplo de Praia Grande, Jacinto Machado, Timbé do Sul e Morro Grande, foram os mais castigados. Nestes locais, os ventos do ciclone chegaram a 140Km/h, muito próximos a média de ventos de um furação categoria 1, onde os ventos chegam a 150km/h, a exemplo do Furação Catarina, que atingiu nossa região em março de 2004.

A situação que, por si só, já é lastimável, se agrava ainda mais por conta da pandemia de covid-19, que traz consigo uma profunda resseção econômica, o que atinge tanto a iniciativa privada, quanto o poder público, que depende do setor produtivo para manter suas atividades.

Em nossa região, dezenas de empresas foram castigadas pelo ciclone, assim como prédios públicos, a exemplo do ginásio de esportes da Escola Estadual João Colodel, em Turvo, que simplesmente veio abaixo. Não há o que fazer, a não ser reconstruir. Esta, aliás, parece ser a sina do povo catarinense, que, a bem da verdade, nunca se ajoelhou diante das dificuldades e que, por óbvio, não se ajoelhará agora. Em que pesem as vicissitudes da vida, ela segue. De cabeça erguida, sigamos em frente.

 Carlos Moisés quer se aproximar de Bolsonaro

Governador Carlos Moisés da Silva (PSL) tem buscado se aproximar do presidente Jair Bolsonaro (S/P). Por meio de interlocutores, o governador tem se dito totalmente aberto a uma conversa franca com o presidente, “para o bem de Santa Catarina e do Brasil”. Depois que oito, dos dez deputados eleitos pelo PSL em 2018, romperam com Carlos Moisés, as portas do Palácio do Planalto se fecharam. Três parlamentares são federais, e cinco são estaduais. Carlos Moisés, no entanto, tem dito que seu posicionamento, e o de Bolsonaro, no que diz respeito ao trato com a coisa pública, são semelhantes. Ele vai mais longe, afirmando pactuar com a grande maioria das opiniões do presidente.

 PT está recolhido nas eleições municipais deste ano

 Por ora, PT não apresentou nenhuma pré-candidatura ao comando de um executivo municipal em nossa região. Em Araranguá, Jacinto Machado e São João do Sul, onde a sigla já comandou prefeituras, esta possibilidade está totalmente descartada. Nos demais municípios, o tema também não é tratado, pelo menos de forma pública. De fato, enquanto a onda Bolsonaro não passar, se é que ela irá passar, o PT terá dificuldades em se articular em nossa região. Por aqui, o partido sempre que chegou ao poder foi porque estava de mãos dadas com partidos conservadores, mesmos partidos que hoje são devotos do bolsonarismo. Como na maioria dos casos o inimigo comum era o MDB, o PT ganhou apoio, que hoje já não tem mais.

 Justiça não acata Ação Popular cm foco no ACIS/Amesc

 Juíza Lígia Boettger Mottola, da 1ª Vara Cível da Comarca de Araranguá, não acatou Ação Popular proposta pelo advogado turvense Arnildo Steckert Júnior, que pretendia impedir com que a Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense, a Amesc, pague uma dívida de cerca R$ 3 milhões pertencente ao Consórcio Intermunicipal de Saúde, o CIS/Amesc, órgão ligado a entidade. De acordo com a Ação, os R$ 3 milhões deveriam sair do bolso daqueles que, diretamente, teriam causado a dívida. Basicamente, a juíza entende que a Amesc, através das prefeituras que a compõe, é a responsável pelo CIS/Amesc e que, portanto, tem obrigações em relação a sua manutenção, o que contempla eventuais dívidas.

 Decisão da justiça não tem a ver com apuração do TCE

 A decisão da juíza Lígia Mottola, de negar liminar na Ação Popular proposta pelo advogado Arnildo Steckert Júnior, não se mistura com a apuração das responsabilidades levantadas pelo Tribunal de Contas do Estado, ou pelo Ministério Público. Ela apenas proferiu entendimento de que o CIS/Amesc é um órgão mantido pelas prefeituras e que, portanto, cabe as prefeituras a sua óbvia manutenção. A juíza entendeu que o pagamento da dívida do CIS/Amesc, através dos aportes a serem feitos pelas Prefeituras Municipais, são legais, ressaltando que, até mesmo, elas têm obrigação de fazê-los, por estarem ligadas a Amesc, que, por via direta, administra o CIS/Amesc. Vale lembrar que sem o pagamento da dívida, o CIS/Amesc entra em bancarrota, prejudicando ainda mais a saúde regional.

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