Blog Rolando Christian Coelho: Deputados vão dar tiro no pé ao cassar Moisés 

Desinteresse popular em relação ao processo de impeachment contra Carlos Moisés da Silva (PSL), tem incentivado a grande maioria dos deputados estaduais catarinenses a levar adiante a ideia de mandar o governador de volta para sua casa em Tubarão. O fato é que a população não parece realmente preocupada com a cassação ou não do governador. Os deputados, de forma errônea, avaliam isto como um ponto positivo, e um cenário propício para levar o processo de impeachment adiante, o que, de fato, será feito.


A questão é que os catarinenses não estão dando importância para o processo, por um simples motivo: os argumentos dele são fracos. Querem cassar Carlos Moisés por um erro administrativo. O governador promoveu, sem autorização legislativa, a equiparação salarial de procurados do executivo e do legislativo. O ato poderia ter sido simplesmente anulado, os vencimentos pagos a mais estornados, e a vida continuaria, depois de uma repreenda. Optou-se, no entanto, pela cassação. Pela lógica imposta no processo de cassação, dificilmente algum prefeito, governador ou presidente da República conseguiria terminar seu mandato.


Mas, os deputados estão empolgados com a suposta receptividade dos catarinenses. Eles só não observaram que a população os está observando, e muito. E os observa com um olhar crítico, um olhar de quem observa uma espécie de golpe branco contra o governo.


Pelo andar da carruagem, em 2022 os tais políticos tradicionais novamente irão bater com a cara na parede, a exemplo de 2018. É que eles não perceberam ainda que os eleitores estão repudiando cada vez mais grupos políticos, e principalmente grupos que se organizam para ficar, ou tomar o poder. Muito melhor que tivessem deixado Carlos Moisés morrer na praia, sem apoio, até a próxima eleição estadual. Neste cenário, os tradicionais até poderiam ter algum discurso convincente. Com o impeachment, só conseguirão é agregar mais aversão popular ainda.


Pedidos de impugnação podem ser tiro no pé  


Chuva de pedidos de impugnação de candidaturas a prefeito, vice e a vereador, pode fazer com que feitiço vire-se contra o feiticeiro. Muitos partidos e coligações da região estão querendo impugnar adversários, através de ações que são meramente especulativas. Vale lembrar que o artigo 80 do Código de Processo Civil versa sobre a famosa litigância de má fé, que é quando alguém imputa a outrem fato inverídico, com objetivo de prejudicá-lo. Legalmente, isto é considerado crime. Sendo assim, aconselha-se que os pedidos de impugnação de candidaturas estejam bem alicerçados, para que o acusador não acabe se transformando em réu.


Pesquisa em Maracajá animou grupo de Wagner da Rosa  


Pesquisa INCOPE, publicada ontem pelo Correio do Sul, dando conta de que o candidato do MDB, Wagner da Rosa, libera a corrida sucessória em Maracajá, com 45,7% das intenções de voto, contra 25,4% de seu adversário, Garibaldi Brambilla (PSD), repercutiu muito no município. Clima de euforia tomou conta do grupo do emedebista. Os opositores, por sua vez, fizeram questão de ressaltar que a campanha “está só começando”. A bem da verdade, os números mostram uma vantagem considerável de Wagner, o que sugere ações de mudança de estratégia eleitoral na campanha de Brambilla, afinal de contas estamos a apenas pouco mais de um mês da eleição municipal. Pesquisa está registrada da Justiça Eleitoral sob o número SC 00907/2020.


Evandro diz que se sente prestigiado com apoio do PP 


Candidato a prefeito em Balneário Arroio do Silva, Evandro Scaini (PSL) disse que se sentiu “extremamente prestigiado com a declaração de apoio do Progressistas” a sua candidatura. Evandro já foi parceiro do partido, quando, entre 2013 e 2016, administrou o executivo municipal tendo como vice-prefeito Fernando Borges (PP). Na eleição passada, no entanto, Fernando disputou o comando do executivo tendo como adversário Juscelino Guimarães, o Mineiro (PSD), atual prefeito do município. Na lógica de se manter na oposição a Mineiro, o Progressistas, que não levou adiante a candidatura de Edmilson Aguiar a prefeito, declarou apoio a Evandro. “Vamos buscar a confirmação da vitória para trabalharmos todos unidos, por um Arroio do Silva melhor”, comentou o candidato do PSL.


Geovânia de Sá percorreu região ontem em apoio a candidatos  


Deputada federal Geovânia de Sá (PSDB) dedicou o dia de ontem a percorrer nossa região, gravando vídeos para candidatos a prefeito, vice e vereador. Não conseguiu dar conta de toda demanda em função da grande quantidade de postulantes majoritários e proporcionais pelo PSDB, neste ano. Só a prefeito, estão concorrendo Larte Casagrande, em Turvo, Kekinha dos Santos, em Balneário Gaivota, Almides da Rosa, em Santa Rosa do Sul, Rogildo Bordignon, em Meleiro, e Marcos Leone de Oliveira, em Ermo. Afora estes, entre candidatos a vice e a vereador, o PSDB conta com quase duzentos nomes aqui no Extremo Sul disputando o pleito eleitoral deste ano. A deputada, no entanto, não pode reclamar a grande quantidade de tucanos na disputa, afinal de contas ela foi a principal fomentadora da grande maioria das candidaturas.


Desinteresse popular em relação ao processo de impeachment contra Carlos Moisés da Silva (PSL), tem incentivado a grande maioria dos deputados estaduais catarinenses a levar adiante a ideia de mandar o governador de volta para sua casa em Tubarão. O fato é que a população não parece realmente preocupada com a cassação ou não do governador. Os deputados, de forma errônea, avaliam isto como um ponto positivo, e um cenário propício para levar o processo de impeachment adiante, o que, de fato, será feito.

A questão é que os catarinenses não estão dando importância para o processo, por um simples motivo: os argumentos dele são fracos. Querem cassar Carlos Moisés por um erro administrativo. O governador promoveu, sem autorização legislativa, a equiparação salarial de procurados do executivo e do legislativo. O ato poderia ter sido simplesmente anulado, os vencimentos pagos a mais estornados, e a vida continuaria, depois de uma repreenda. Optou-se, no entanto, pela cassação. Pela lógica imposta no processo de cassação, dificilmente algum prefeito, governador ou presidente da República conseguiria terminar seu mandato.

Mas, os deputados estão empolgados com a suposta receptividade dos catarinenses. Eles só não observaram que a população os está observando, e muito. E os observa com um olhar crítico, um olhar de quem observa uma espécie de golpe branco contra o governo.

Pelo andar da carruagem, em 2022 os tais políticos tradicionais novamente irão bater com a cara na parede, a exemplo de 2018. É que eles não perceberam ainda que os eleitores estão repudiando cada vez mais grupos políticos, e principalmente grupos que se organizam para ficar, ou tomar o poder. Muito melhor que tivessem deixado Carlos Moisés morrer na praia, sem apoio, até a próxima eleição estadual. Neste cenário, os tradicionais até poderiam ter algum discurso convincente. Com o impeachment, só conseguirão é agregar mais aversão popular ainda.

Pedidos de impugnação podem ser tiro no pé  

Chuva de pedidos de impugnação de candidaturas a prefeito, vice e a vereador, pode fazer com que feitiço vire-se contra o feiticeiro. Muitos partidos e coligações da região estão querendo impugnar adversários, através de ações que são meramente especulativas. Vale lembrar que o artigo 80 do Código de Processo Civil versa sobre a famosa litigância de má fé, que é quando alguém imputa a outrem fato inverídico, com objetivo de prejudicá-lo. Legalmente, isto é considerado crime. Sendo assim, aconselha-se que os pedidos de impugnação de candidaturas estejam bem alicerçados, para que o acusador não acabe se transformando em réu.

Pesquisa em Maracajá animou grupo de Wagner da Rosa  

Pesquisa INCOPE, publicada ontem pelo Correio do Sul, dando conta de que o candidato do MDB, Wagner da Rosa, libera a corrida sucessória em Maracajá, com 45,7% das intenções de voto, contra 25,4% de seu adversário, Garibaldi Brambilla (PSD), repercutiu muito no município. Clima de euforia tomou conta do grupo do emedebista. Os opositores, por sua vez, fizeram questão de ressaltar que a campanha “está só começando”. A bem da verdade, os números mostram uma vantagem considerável de Wagner, o que sugere ações de mudança de estratégia eleitoral na campanha de Brambilla, afinal de contas estamos a apenas pouco mais de um mês da eleição municipal. Pesquisa está registrada da Justiça Eleitoral sob o número SC 00907/2020.

Evandro diz que se sente prestigiado com apoio do PP 

Candidato a prefeito em Balneário Arroio do Silva, Evandro Scaini (PSL) disse que se sentiu “extremamente prestigiado com a declaração de apoio do Progressistas” a sua candidatura. Evandro já foi parceiro do partido, quando, entre 2013 e 2016, administrou o executivo municipal tendo como vice-prefeito Fernando Borges (PP). Na eleição passada, no entanto, Fernando disputou o comando do executivo tendo como adversário Juscelino Guimarães, o Mineiro (PSD), atual prefeito do município. Na lógica de se manter na oposição a Mineiro, o Progressistas, que não levou adiante a candidatura de Edmilson Aguiar a prefeito, declarou apoio a Evandro. “Vamos buscar a confirmação da vitória para trabalharmos todos unidos, por um Arroio do Silva melhor”, comentou o candidato do PSL.

Geovânia de Sá percorreu região ontem em apoio a candidatos  

Deputada federal Geovânia de Sá (PSDB) dedicou o dia de ontem a percorrer nossa região, gravando vídeos para candidatos a prefeito, vice e vereador. Não conseguiu dar conta de toda demanda em função da grande quantidade de postulantes majoritários e proporcionais pelo PSDB, neste ano. Só a prefeito, estão concorrendo Larte Casagrande, em Turvo, Kekinha dos Santos, em Balneário Gaivota, Almides da Rosa, em Santa Rosa do Sul, Rogildo Bordignon, em Meleiro, e Marcos Leone de Oliveira, em Ermo. Afora estes, entre candidatos a vice e a vereador, o PSDB conta com quase duzentos nomes aqui no Extremo Sul disputando o pleito eleitoral deste ano. A deputada, no entanto, não pode reclamar a grande quantidade de tucanos na disputa, afinal de contas ela foi a principal fomentadora da grande maioria das candidaturas.

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