Blog Rolando Christian Coelho: Daniel Viriato tem avançado nos bairros de Araranguá  

Candidatura a prefeito de Daniel Viriato Afonso (PP) à Prefeitura de Araranguá tem crescido nitidamente nos bairros do município. Opositores têm duas alternativas: permitir o crescimento ou contra-atacar, buscando a anulação da solidificação do candidato progressista. A estratégia de Daniel está correta. Ele tem buscado crescer nos maiores redutos eleitorais. O que se percebe em relação a outras candidaturas na Cidade das Avenidas é uma preocupação muito grande com regiões periféricas e interioranas. A bem da verdade, a grande concentração eleitoral de Araranguá está justamente nos bairros do município. Na maioria das vezes, um corpo a corpo de uma hora no bairro Urussanguinha equivale a um dia todo de trabalho em uma localidade como o Distrito de Hercílio Luz. Nesta reta final de campanha, os desdobramentos político eleitorais precisam ser matematizados também. Cada minuto precisa valer por dez.


O ajuste diplomático para afastar Moisés 


 Deputados estaduais e desembargadores do Estado conseguiram chegar a um ponto de equilíbrio, via diplomática, para afastar o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) de suas funções, sem a necessidade de promover eleições diretas neste ano para substituí-lo. Politicamente, a convocação de eleições diretas seria um tiro no pé dos mais de trinta deputados que, em plenário, votaram pelo afastamento do governador. Isto porque o povo não suporta mais grupos e conchavos políticos que objetivam a manutenção, ou a tomada de poder.


O caminho do equilíbrio veio com o afastamento de Carlos Moisés, mas com a manutenção da vice-governadora Daniela Reinehr (S/P) como comandante do governo catarinense. Na prática, o colegiado que julgou a denúncia de improbidade administrativa por parte do governador, em função dele ter equiparado salários de procuradores do executivo e do legislativo, sem autorização legislativa, o afastou, mas preservou Daniela, evitando uma ruptura certeira entre o meio político catarinense e a sociedade.


A intenção inicial, por óbvio, ao menos do meio político, era a de afastar ambos em definitivo a partir de janeiro, promovendo eleições indiretas via Assembleia Legislativa. O problema é que a opinião pública já não é mais ingênua como era há algum tempo. Todo mundo sabe que situações como esta cheiram a golpe institucional, e que o troco acaba vindo nas urnas na eleição seguinte. Por conta disto Daniela foi preservada, e só o foi porque aceitou entrar no jogo, sem dar caneladas.


O fato é que Carlos Moisés só foi afastado, e deve ser cassado, porque não entende nada de política. Passou 2019 inteiro sem se aproximar dos deputados. Com a pandemia, assumiu o papel de uma espécie de imperador romano, arauto da moralidade e dos bons costumes, e se afastou ainda mais do meio político catarinense. Quis governar pelas redes sociais. Ferrou-se. E ferrou-se não por má índole, mas por ingenuidade. Seria mais ou menos como se alguém me colocasse em uma sala de cirurgia diante de um paciente em meio de um transplante de coração. Meu desejo, por óbvio, seria o de salvar o paciente. O problema é que, se dependesse de mim, ele fatalmente morreria, porque eu não detenho a técnica necessária para salvá-lo. Por estas e outras, Carlos Moisés matou seu próprio governo.


Saúde pública continua sendo colocada em risco  


Insistência em carreatas, bandeiraços e eventos similares podem ser um tiro no pé dos partidos e coligações que continuam as promovendo em nossa região. Este tipo de expediente é algo totalmente contrário à política atual, que roga, justamente, pela boa política, e não pela algazarra. Os candidatos precisam ser propositivos. Precisam manifestar suas propostas através dos programas de rádio, das redes sociais, das pequenas reuniões de grupos e do corpo a corpo com o eleitor, respeitadas as devidas medidas de segurança por contra da pandemia de Covid-19. Esperança é de que a consciência substitua a ganância eleitoral nesta reta final da campanha.


 Coligação de Kekinha ingressa na Justiça contra fake news 


 Coligação Gaivota Para Todos, que tem como candidato a prefeito Kekinha dos Santos (PSDB), ingressou com representação junto a Justiça Eleitoral da Comarca de Sombrio para que sejam apurados fatos envolvendo uma fake news, que atinge frontalmente sua honra. Na fake news, uma pessoa vestida com roupas dos personagens do seriado espanhol La Casa de Papel faz uma série de acusações levianas, envolvendo tanto Kekinha quanto empresários e empresas de Balneário Gaivota e Sombrio. O teor totalmente fantasioso das afirmações são ditos através de um áudio cuja voz está distorcida. O problema para o cidadão que fez a gravação é que sua identidade já foi descoberta por técnicos do setor de tecnologia que decodificaram o áudio. Por se tratar do envolvimento de um candidato a prefeito, o crime é considerado federal. Nesta semana a Justiça Eleitoral da Comarca de Sombrio deverá se posicionar a respeito.


Almides quer engajamento de líderes regionais do MDB 


Candidato a prefeito de Santa Rosa do Sul pelo PSDB, Almides da Rosa, que tem como candidato a vice Pedro Dávila da Cunha (MDB), irá instigar líderes regionais do MDB a entrar em sua campanha eleitoral. O fato é que algumas lideranças políticas do MDB não concordaram em seu vice dos tucanos no município, e não têm trabalhado pela dobradinha encabeçada por Almides. Por conta disto, o candidato quer instigar lideranças como os ex-deputados Ronaldo Benedet e Edinho Bez, e o ex-governador Eduardo Pinho Moreira, todos ligados ao MDB, a entrarem na campanha, seja de forma presencial, seja através de ligações telefônicas para instigar os ânimos dos emedebistas.


Candidatura a prefeito de Daniel Viriato Afonso (PP) à Prefeitura de Araranguá tem crescido nitidamente nos bairros do município. Opositores têm duas alternativas: permitir o crescimento ou contra-atacar, buscando a anulação da solidificação do candidato progressista. A estratégia de Daniel está correta. Ele tem buscado crescer nos maiores redutos eleitorais. O que se percebe em relação a outras candidaturas na Cidade das Avenidas é uma preocupação muito grande com regiões periféricas e interioranas. A bem da verdade, a grande concentração eleitoral de Araranguá está justamente nos bairros do município. Na maioria das vezes, um corpo a corpo de uma hora no bairro Urussanguinha equivale a um dia todo de trabalho em uma localidade como o Distrito de Hercílio Luz. Nesta reta final de campanha, os desdobramentos político eleitorais precisam ser matematizados também. Cada minuto precisa valer por dez.

O ajuste diplomático para afastar Moisés 

 Deputados estaduais e desembargadores do Estado conseguiram chegar a um ponto de equilíbrio, via diplomática, para afastar o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) de suas funções, sem a necessidade de promover eleições diretas neste ano para substituí-lo. Politicamente, a convocação de eleições diretas seria um tiro no pé dos mais de trinta deputados que, em plenário, votaram pelo afastamento do governador. Isto porque o povo não suporta mais grupos e conchavos políticos que objetivam a manutenção, ou a tomada de poder.

O caminho do equilíbrio veio com o afastamento de Carlos Moisés, mas com a manutenção da vice-governadora Daniela Reinehr (S/P) como comandante do governo catarinense. Na prática, o colegiado que julgou a denúncia de improbidade administrativa por parte do governador, em função dele ter equiparado salários de procuradores do executivo e do legislativo, sem autorização legislativa, o afastou, mas preservou Daniela, evitando uma ruptura certeira entre o meio político catarinense e a sociedade.

A intenção inicial, por óbvio, ao menos do meio político, era a de afastar ambos em definitivo a partir de janeiro, promovendo eleições indiretas via Assembleia Legislativa. O problema é que a opinião pública já não é mais ingênua como era há algum tempo. Todo mundo sabe que situações como esta cheiram a golpe institucional, e que o troco acaba vindo nas urnas na eleição seguinte. Por conta disto Daniela foi preservada, e só o foi porque aceitou entrar no jogo, sem dar caneladas.

O fato é que Carlos Moisés só foi afastado, e deve ser cassado, porque não entende nada de política. Passou 2019 inteiro sem se aproximar dos deputados. Com a pandemia, assumiu o papel de uma espécie de imperador romano, arauto da moralidade e dos bons costumes, e se afastou ainda mais do meio político catarinense. Quis governar pelas redes sociais. Ferrou-se. E ferrou-se não por má índole, mas por ingenuidade. Seria mais ou menos como se alguém me colocasse em uma sala de cirurgia diante de um paciente em meio de um transplante de coração. Meu desejo, por óbvio, seria o de salvar o paciente. O problema é que, se dependesse de mim, ele fatalmente morreria, porque eu não detenho a técnica necessária para salvá-lo. Por estas e outras, Carlos Moisés matou seu próprio governo.

Saúde pública continua sendo colocada em risco  

Insistência em carreatas, bandeiraços e eventos similares podem ser um tiro no pé dos partidos e coligações que continuam as promovendo em nossa região. Este tipo de expediente é algo totalmente contrário à política atual, que roga, justamente, pela boa política, e não pela algazarra. Os candidatos precisam ser propositivos. Precisam manifestar suas propostas através dos programas de rádio, das redes sociais, das pequenas reuniões de grupos e do corpo a corpo com o eleitor, respeitadas as devidas medidas de segurança por contra da pandemia de Covid-19. Esperança é de que a consciência substitua a ganância eleitoral nesta reta final da campanha.

 Coligação de Kekinha ingressa na Justiça contra fake news 

 Coligação Gaivota Para Todos, que tem como candidato a prefeito Kekinha dos Santos (PSDB), ingressou com representação junto a Justiça Eleitoral da Comarca de Sombrio para que sejam apurados fatos envolvendo uma fake news, que atinge frontalmente sua honra. Na fake news, uma pessoa vestida com roupas dos personagens do seriado espanhol La Casa de Papel faz uma série de acusações levianas, envolvendo tanto Kekinha quanto empresários e empresas de Balneário Gaivota e Sombrio. O teor totalmente fantasioso das afirmações são ditos através de um áudio cuja voz está distorcida. O problema para o cidadão que fez a gravação é que sua identidade já foi descoberta por técnicos do setor de tecnologia que decodificaram o áudio. Por se tratar do envolvimento de um candidato a prefeito, o crime é considerado federal. Nesta semana a Justiça Eleitoral da Comarca de Sombrio deverá se posicionar a respeito.

Almides quer engajamento de líderes regionais do MDB 

Candidato a prefeito de Santa Rosa do Sul pelo PSDB, Almides da Rosa, que tem como candidato a vice Pedro Dávila da Cunha (MDB), irá instigar líderes regionais do MDB a entrar em sua campanha eleitoral. O fato é que algumas lideranças políticas do MDB não concordaram em seu vice dos tucanos no município, e não têm trabalhado pela dobradinha encabeçada por Almides. Por conta disto, o candidato quer instigar lideranças como os ex-deputados Ronaldo Benedet e Edinho Bez, e o ex-governador Eduardo Pinho Moreira, todos ligados ao MDB, a entrarem na campanha, seja de forma presencial, seja através de ligações telefônicas para instigar os ânimos dos emedebistas.

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