Blog Rolando Christian Coelho: ataques nas redes sociais continua na região

Depois das fake news de Balneário Gaivota, atingindo a honra do candidato a prefeito Kekinha dos Santos (PSDB), agora é a vez da baixaria tomar conta de Araranguá. Na Cidade das Avenidas os candidatos a prefeito mais atingidos por montagens veiculadas em redes sociais são Ricardo Ghellere (PRTB) e Daniel Viriato Afonso (PP). No que diz respeito a situação de Kekinha, já há investigação policial em decurso, com a Justiça Eleitoral também já tendo sido acionada. No que diz respeito a Araranguá, o jurídico de Ricardo Ghellere também já acionou o judiciário, especificamente em relação a acusações que teriam partido de uma pessoa que ocupa cargo de confiança no executivo municipal.


Moacir tem ampla liderança em São João do Sul  


Prefeito de São João do Sul, Moacir Teixeira (MDB), lidera a corrida sucessória em seu município, de acordo com o INCOPE Pesquisas, com 67,4% das intenções de voto, contra 11,6% de seu adversário, Paulo Sérgio Claudino (Republicanos). A aparente diferença exagerada pode ser explicada pelas estruturas político-partidárias em torno dos dois candidatos. Enquanto Moacir disputa a reeleição com MDB, PP, PSDB, PSL, PL, PDT e PSD como aliados, o adversário conta apenas com seu partido em seu projeto para conquistar o executivo. Na mesma pesquisa, que foi registrada junto a Justiça Eleitoral no dia 30 de outubro, sob o número SC - 08793/2020, com coleta das entrevistas nos dias


3 e 4 de novembro, foi auferido que o percentual de eleitores ainda indecisos é de 14,1% e aqueles que irão votar em branco ou anularão seus votos correspondem a 6,9%. Estes percentuais correspondem à pergunta estimulada, que é aquela em que o eleitor tem acesso a um cartão com o nome dos candidatos a prefeito e faz sua opção de escolha. Todos os demais dados técnicos da pesquisa constam na página 3 da edição de hoje do Correio do Sul, que foi quem contratou o INCOPE Pesquisas, através de sua editora.


O percentual de Moacir correspondem a 85,31% dos votos válidos, que são aqueles computados levando em conta apenas os eleitores que optaram por uma ou outra candidatura. Se os números forem confirmados nas urnas no próximo dia 15, muito provavelmente Moacir deverá ser reeleito prefeito com o maior percentual de votos de nossa região, e um dos maiores, se não o maior, de Santa Catarina. Há de se ressaltar, por óbvio, que em muitos municípios do Estado há candidatos disputando as eleições sem adversários, o que lhes credenciará um percentual muito alto de votação também.


Diferença em São João do Sul se explica pelo histórico  


Há de se ressaltar que no caso de São João do Sul, o lançamento de uma candidatura única, em torno do prefeito Moacir Teixeira (MDB), só não se deu por questão de detalhes, o que já era para ter acontecido, também, em 2016. A explicação para isto é bastante simples. Moacir começou sua carreira política no então PDS, hoje Progressistas. Mesmo tendo sido vereador e presidente de seu ex-partido, sempre manteve uma postura diplomática em relação a seus adversários, conquistando a simpatia até mesmo de seus opositores. Na eleição de 2012 ele se filou ao PTB, e acabou compondo como vice do MDB, do então pré-candidato a prefeito João Rubens dos Santos. Naquele ano a dobradinha João Rubens/Moacir acabou vencendo as eleições com relativa tranquilidade. Em 2016, João Rubens optou por não disputar a reeleição, e apoiou Moacir, que já estava no PSD. O projeto englobou a absoluta maioria dos partidos do município. Ao migrar para o MDB, em 2018, o já prefeito eleito só precisou administrar sua coligação, projetando sua reeleição neste ano.


Pesquisa eleitoral só contenta quem está na frente   


Divulgação de pesquisa eleitoral é algo para lá de interessante. Mesmo antes da coleta ser feita, já começam a circular nos municípios que serão objeto da pesquisa vários áudios desqualificando o resultado. Por óbvio, o candidato que está atrás na disputa eleitoral, sabendo que está atrás por conta de pesquisas feitas para consumo interno, acaba dando ordem para que seus correligionários tentem desmoralizar o resultado que será divulgado pela imprensa. Bom, pelo menos agora os correligionários já tem noção sobre a realidade dos fatos. Se a ordem foi detonar com a pesquisa que será publicada, é porque o candidato está atrás. Se a ordem for elogiar, é porque o candidato está na frente.


Última semana sugere muita calma nessa hora 


Semana que se inicia marca reta final da corrida sucessória municipal deste ano. No próximo domingo estaremos escolhendo 15 prefeitos, 15 vices e 143 vereadores em nossa região. Ao todo, mais de mil candidatos postulam estas vagas, a absoluta maioria, por óbvio, garimpando votos para o legislativo. Tratar-se-a de uma semana tensa, tumultuada, como aliás o é qualquer disputa. Por conta disto, esperança é a de que os líderes políticos amainem os ânimos de seus correligionários, ao invés de insuflá-los. É necessário que se incentive o debate, a troca de ideias, a discussão de propostas e projetos. Na via inversa, é necessário que se coíba qualquer tipo de agressão, principalmente a moral, que tantas marcas negativas têm deixado nestas eleições em nossa região, principalmente via redes sociais. Se de fato queremos construir uma região próspera, é preciso, antes de mais nada, sermos civilizados. Por conta disto, fica o apelo para que aqueles que detém o poder da liderança, que a exerçam para o bem, e não para a desavença.


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Depois das fake news de Balneário Gaivota, atingindo a honra do candidato a prefeito Kekinha dos Santos (PSDB), agora é a vez da baixaria tomar conta de Araranguá. Na Cidade das Avenidas os candidatos a prefeito mais atingidos por montagens veiculadas em redes sociais são Ricardo Ghellere (PRTB) e Daniel Viriato Afonso (PP). No que diz respeito a situação de Kekinha, já há investigação policial em decurso, com a Justiça Eleitoral também já tendo sido acionada. No que diz respeito a Araranguá, o jurídico de Ricardo Ghellere também já acionou o judiciário, especificamente em relação a acusações que teriam partido de uma pessoa que ocupa cargo de confiança no executivo municipal.

Moacir tem ampla liderança em São João do Sul  

Prefeito de São João do Sul, Moacir Teixeira (MDB), lidera a corrida sucessória em seu município, de acordo com o INCOPE Pesquisas, com 67,4% das intenções de voto, contra 11,6% de seu adversário, Paulo Sérgio Claudino (Republicanos). A aparente diferença exagerada pode ser explicada pelas estruturas político-partidárias em torno dos dois candidatos. Enquanto Moacir disputa a reeleição com MDB, PP, PSDB, PSL, PL, PDT e PSD como aliados, o adversário conta apenas com seu partido em seu projeto para conquistar o executivo. Na mesma pesquisa, que foi registrada junto a Justiça Eleitoral no dia 30 de outubro, sob o número SC – 08793/2020, com coleta das entrevistas nos dias

3 e 4 de novembro, foi auferido que o percentual de eleitores ainda indecisos é de 14,1% e aqueles que irão votar em branco ou anularão seus votos correspondem a 6,9%. Estes percentuais correspondem à pergunta estimulada, que é aquela em que o eleitor tem acesso a um cartão com o nome dos candidatos a prefeito e faz sua opção de escolha. Todos os demais dados técnicos da pesquisa constam na página 3 da edição de hoje do Correio do Sul, que foi quem contratou o INCOPE Pesquisas, através de sua editora.

O percentual de Moacir correspondem a 85,31% dos votos válidos, que são aqueles computados levando em conta apenas os eleitores que optaram por uma ou outra candidatura. Se os números forem confirmados nas urnas no próximo dia 15, muito provavelmente Moacir deverá ser reeleito prefeito com o maior percentual de votos de nossa região, e um dos maiores, se não o maior, de Santa Catarina. Há de se ressaltar, por óbvio, que em muitos municípios do Estado há candidatos disputando as eleições sem adversários, o que lhes credenciará um percentual muito alto de votação também.

Diferença em São João do Sul se explica pelo histórico  

Há de se ressaltar que no caso de São João do Sul, o lançamento de uma candidatura única, em torno do prefeito Moacir Teixeira (MDB), só não se deu por questão de detalhes, o que já era para ter acontecido, também, em 2016. A explicação para isto é bastante simples. Moacir começou sua carreira política no então PDS, hoje Progressistas. Mesmo tendo sido vereador e presidente de seu ex-partido, sempre manteve uma postura diplomática em relação a seus adversários, conquistando a simpatia até mesmo de seus opositores. Na eleição de 2012 ele se filou ao PTB, e acabou compondo como vice do MDB, do então pré-candidato a prefeito João Rubens dos Santos. Naquele ano a dobradinha João Rubens/Moacir acabou vencendo as eleições com relativa tranquilidade. Em 2016, João Rubens optou por não disputar a reeleição, e apoiou Moacir, que já estava no PSD. O projeto englobou a absoluta maioria dos partidos do município. Ao migrar para o MDB, em 2018, o já prefeito eleito só precisou administrar sua coligação, projetando sua reeleição neste ano.

Pesquisa eleitoral só contenta quem está na frente   

Divulgação de pesquisa eleitoral é algo para lá de interessante. Mesmo antes da coleta ser feita, já começam a circular nos municípios que serão objeto da pesquisa vários áudios desqualificando o resultado. Por óbvio, o candidato que está atrás na disputa eleitoral, sabendo que está atrás por conta de pesquisas feitas para consumo interno, acaba dando ordem para que seus correligionários tentem desmoralizar o resultado que será divulgado pela imprensa. Bom, pelo menos agora os correligionários já tem noção sobre a realidade dos fatos. Se a ordem foi detonar com a pesquisa que será publicada, é porque o candidato está atrás. Se a ordem for elogiar, é porque o candidato está na frente.

Última semana sugere muita calma nessa hora 

Semana que se inicia marca reta final da corrida sucessória municipal deste ano. No próximo domingo estaremos escolhendo 15 prefeitos, 15 vices e 143 vereadores em nossa região. Ao todo, mais de mil candidatos postulam estas vagas, a absoluta maioria, por óbvio, garimpando votos para o legislativo. Tratar-se-a de uma semana tensa, tumultuada, como aliás o é qualquer disputa. Por conta disto, esperança é a de que os líderes políticos amainem os ânimos de seus correligionários, ao invés de insuflá-los. É necessário que se incentive o debate, a troca de ideias, a discussão de propostas e projetos. Na via inversa, é necessário que se coíba qualquer tipo de agressão, principalmente a moral, que tantas marcas negativas têm deixado nestas eleições em nossa região, principalmente via redes sociais. Se de fato queremos construir uma região próspera, é preciso, antes de mais nada, sermos civilizados. Por conta disto, fica o apelo para que aqueles que detém o poder da liderança, que a exerçam para o bem, e não para a desavença.

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