Blog Rolando Christian Coelho: agora, Lula deve se aliar a Bolsonaro

Rolando Christian Coelho, 27/04/2020

Diante da grave crise política que se avizinha no país, ex-presidente Lula da Silva (PT) deverá se aliar ao presidente Jair Bolsonaro. É claro que Lula está longe de morrer de amores por Bolsonaro, mas a queda do chefe do executivo nacional, neste momento, poderia significar a tomada de poder por parte do chamado Centrão, através do vice-presidente general Amilton Mourão.

Jair Bolsonaro não tem apoio algum no Congresso Nacional. Para se ter uma idéia, dos 513 deputados federais, apenas 57 se dizem fechados integralmente com ele. No Senado Federal, dos 81 senadores, apenas dois estão fechados com Bolsonaro, independente de quaisquer circunstâncias. Um deles é seu filho, Flávio Bolsonaro. O cenário no parlamento que cerca o presidente é muito parecido com o que cercava o ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992, quando ele sofreu processo de impeachment. A diferença era a que Collor não contava mais com o apoio popular que Bolsonaro, apesar dos pesares, ainda conta com certa relatividade.

Situações como o não enfrentamento aberto da covid-19, o rompimento com o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, e sua aversão pessoal a grande parte da imprensa nacional, no entanto, tendem a dificultar a condição do presidente, e o risco de um processo de impeachment pode ficar gigantesco, até porque não faltam dentro do próprio governo aqueles que conspiram contra ele.

Se o cenário evoluir neste sentido, por incrível que pareça, o ex-presidente Lula tentará convencer seus aliados e simpatizantes a não se insurgirem contra Bolsonaro. A queda dele fatalmente entregaria o Brasil ao comando de partidos como o PSDB, MDB, PSD e Democratas, que hoje já dominam completamente o Congresso, e que só não estão apoiando o presidente porque não conseguiram, ainda, os espaços reivindicados dentro da Esplanada dos Ministérios. Caso Bolsonaro seja afastado da presidência, e Amilton Mourão assuma em seu lugar, por óbvio que não faltarão tais espaços almejados, mesmo porque o vice-presidente é um estrategista nato. Feito isto, o PT de Lula ficaria totalmente anulado diante do pleito nacional de 2022, a exemplo do que aconteceu em 1994, quando, após o impeachment de Collor de Mello, as forças políticas do país convergiram para o PSDB de Fernando Henrique Cardoso. Sempre é bom lembrar que, se há algo que não apresenta novidades, esse algo é a história. Ela simplesmente se repete.

PT e PDT estão se reunindo em Araranguá

PT e PDT de Araranguá se reuniram ontem para uma nova rodada de conversações sobre uma possível aliança entre os dois partidos neste ano. A cúpula das duas siglas já havia se encontrado há cerca de 20 dias, para tratar do mesmo assunto. Basicamente, a intenção inicial é a de se criar um bloco com partidos de esquerda na Cidade das Avenidas para a disputa majoritária e proporcional. O PDT tem dado indícios de que irá estar aliado ao Progressistas no pleito municipal deste ano. No entanto, os brizolistas não oficializam esta intenção. Do mesmo modo, a cúpula petista diz não detectar tais indícios.

Ricardo Ghellere diz que conta com 5 partidos

Pré-candidato do PRTB à Prefeitura de Araranguá, Ricardo Ghellere diz que irá contar também, em princípio, com o apoio do Avante, PSC, Democratas e do PSDB ao seu projeto. De acordo com ele, a aliança já conta com 87 pré-candidatos a vereador e este número deve aumentar para 115. “Todos são nomes que nunca ocuparam cargos públicos. Vamos fazer um projeto verdadeiramente voltado para a renovação da política em Araranguá”, comenta Ghellere. Em relação à composição majoritária, ele diz que ainda é muito cedo para discutir quem será seu candidato a vice. “De forma natural, lá na frente, será aquele que reunir as melhores condições dentro da aliança”, ressalta.

Vazamentos de Moro o descredibilizam na política

Independente de quais tenham sido os reais motivos que levaram o ex-ministro Sérgio Moro a romper com o presidente Jair Bolsonaro, o fato dele ter vazado informações de cunho interno e pessoal para a imprensa o colocam numa espécie de limbo dentro da política. Moro já havia feito isto na Lava Jato, vazando até mesmo uma conversa telefônica entre a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Lula da Silva (PT). Agora o faz em relação ao presidente Jair Bolsonaro e a deputada federal Carla Zambelli (PSL/SP). Vale lembrar que a política ainda é um mundo eminentemente masculino, no qual, chorar calado é quase uma cláusula pétrea.

PP de Sombrio diz que escolherá seu candidato até sexta

Progressistas de Sombrio anunciou que irá decidir, até o dia 1º de maio, quem será seu candidato a prefeito na eleição deste ano. Em princípio, os pré-candidatos são o vereador Peri Soares e o bioquímico e empresário Cristian Rosa. Desde setembro do ano passado o partido vem agendando datas para o anúncio. A última delas foi 30 de março, que, por conta da pandemira de covid-19, foi suspensa. A promessa, agora, é que ao longo desta semana tudo estará resolvido. A sigla tem apostado num consenso entre os dois pré-candidatos, que até este momento não aconteceu ainda. A partir da escolha o Progressistas terá mais maleabilidade para compor seu leque de alianças.

Diante da grave crise política que se avizinha no país, ex-presidente Lula da Silva (PT) deverá se aliar ao presidente Jair Bolsonaro. É claro que Lula está longe de morrer de amores por Bolsonaro, mas a queda do chefe do executivo nacional, neste momento, poderia significar a tomada de poder por parte do chamado Centrão, através do vice-presidente general Amilton Mourão.

Jair Bolsonaro não tem apoio algum no Congresso Nacional. Para se ter uma idéia, dos 513 deputados federais, apenas 57 se dizem fechados integralmente com ele. No Senado Federal, dos 81 senadores, apenas dois estão fechados com Bolsonaro, independente de quaisquer circunstâncias. Um deles é seu filho, Flávio Bolsonaro. O cenário no parlamento que cerca o presidente é muito parecido com o que cercava o ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992, quando ele sofreu processo de impeachment. A diferença era a que Collor não contava mais com o apoio popular que Bolsonaro, apesar dos pesares, ainda conta com certa relatividade.

Situações como o não enfrentamento aberto da covid-19, o rompimento com o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, e sua aversão pessoal a grande parte da imprensa nacional, no entanto, tendem a dificultar a condição do presidente, e o risco de um processo de impeachment pode ficar gigantesco, até porque não faltam dentro do próprio governo aqueles que conspiram contra ele.

Se o cenário evoluir neste sentido, por incrível que pareça, o ex-presidente Lula tentará convencer seus aliados e simpatizantes a não se insurgirem contra Bolsonaro. A queda dele fatalmente entregaria o Brasil ao comando de partidos como o PSDB, MDB, PSD e Democratas, que hoje já dominam completamente o Congresso, e que só não estão apoiando o presidente porque não conseguiram, ainda, os espaços reivindicados dentro da Esplanada dos Ministérios. Caso Bolsonaro seja afastado da presidência, e Amilton Mourão assuma em seu lugar, por óbvio que não faltarão tais espaços almejados, mesmo porque o vice-presidente é um estrategista nato. Feito isto, o PT de Lula ficaria totalmente anulado diante do pleito nacional de 2022, a exemplo do que aconteceu em 1994, quando, após o impeachment de Collor de Mello, as forças políticas do país convergiram para o PSDB de Fernando Henrique Cardoso. Sempre é bom lembrar que, se há algo que não apresenta novidades, esse algo é a história. Ela simplesmente se repete.

PT e PDT estão se reunindo em Araranguá

PT e PDT de Araranguá se reuniram ontem para uma nova rodada de conversações sobre uma possível aliança entre os dois partidos neste ano. A cúpula das duas siglas já havia se encontrado há cerca de 20 dias, para tratar do mesmo assunto. Basicamente, a intenção inicial é a de se criar um bloco com partidos de esquerda na Cidade das Avenidas para a disputa majoritária e proporcional. O PDT tem dado indícios de que irá estar aliado ao Progressistas no pleito municipal deste ano. No entanto, os brizolistas não oficializam esta intenção. Do mesmo modo, a cúpula petista diz não detectar tais indícios.

Ricardo Ghellere diz que conta com 5 partidos

Pré-candidato do PRTB à Prefeitura de Araranguá, Ricardo Ghellere diz que irá contar também, em princípio, com o apoio do Avante, PSC, Democratas e do PSDB ao seu projeto. De acordo com ele, a aliança já conta com 87 pré-candidatos a vereador e este número deve aumentar para 115. “Todos são nomes que nunca ocuparam cargos públicos. Vamos fazer um projeto verdadeiramente voltado para a renovação da política em Araranguá”, comenta Ghellere. Em relação à composição majoritária, ele diz que ainda é muito cedo para discutir quem será seu candidato a vice. “De forma natural, lá na frente, será aquele que reunir as melhores condições dentro da aliança”, ressalta.

Vazamentos de Moro o descredibilizam na política

Independente de quais tenham sido os reais motivos que levaram o ex-ministro Sérgio Moro a romper com o presidente Jair Bolsonaro, o fato dele ter vazado informações de cunho interno e pessoal para a imprensa o colocam numa espécie de limbo dentro da política. Moro já havia feito isto na Lava Jato, vazando até mesmo uma conversa telefônica entre a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Lula da Silva (PT). Agora o faz em relação ao presidente Jair Bolsonaro e a deputada federal Carla Zambelli (PSL/SP). Vale lembrar que a política ainda é um mundo eminentemente masculino, no qual, chorar calado é quase uma cláusula pétrea.

PP de Sombrio diz que escolherá seu candidato até sexta

Progressistas de Sombrio anunciou que irá decidir, até o dia 1º de maio, quem será seu candidato a prefeito na eleição deste ano. Em princípio, os pré-candidatos são o vereador Peri Soares e o bioquímico e empresário Cristian Rosa. Desde setembro do ano passado o partido vem agendando datas para o anúncio. A última delas foi 30 de março, que, por conta da pandemira de covid-19, foi suspensa. A promessa, agora, é que ao longo desta semana tudo estará resolvido. A sigla tem apostado num consenso entre os dois pré-candidatos, que até este momento não aconteceu ainda. A partir da escolha o Progressistas terá mais maleabilidade para compor seu leque de alianças.

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