Blog Paulo de Tarso: Isolamento, ansiedade e ganho de peso

Em épocas de isolamento social, pandemias e muita desinformação. É esperado que observarmos os índices de sintomas relacionados a ansiedade e depressão aumentarem. É algo normal, visto eu nossa rotina muda. Junto aparece a angustia de não saber o que pode acontecer. As incertezas aumentam. E assim nossa rotina se quebra toda. Não é?


E ali estamos, em casa, fazendo nosso home office, quietinhos. Quando do nada pensamos: “vou fazer um bolo!” ou “deixa ir ali ver na geladeira o que tem” e assim, acabamos comento mais do que o necessário. E essa rotina se repete.

Não se engane, essa “visita constante” a geladeira, ou aos armários da cozinha, é um alerta. O inimigo está próximo. Quem? A ansiedade.

Perceba que, quanto menos atividades durante nossa rotina diária, maior fica a ansiedade. É como que se nosso cérebro ficasse pensando “o que vou fazer, o que vou fazer” sem parar, criando uma angustia enorme, que acaba sendo “preenchida” pelo que houver pela frente na geladeira.

Ok, então, sei agora que isso é esperado. Mas, e aí? Faço o que?

Bom, o primeiro passo é esse: entender como funciona esse círculo. O primeiro passo é saber como é a sua ansiedade. Quando ela desperta? Em quais situações? Naquele momento em que te pegas na porta da geladeira, sem fome, olhando o que devorar, o que está acontecendo? Tem algo te incomodando?

Esse mapeamento é importante para que possamos traçar estratégias de enfrentamento a ansiedade.

Lembrando, nada aqui supera a boa e velha psicoterapia, mas ajuda.

Tendo o mapeamento, observe quais são as similaridades entre as situações. Tendo essa lista, veja se é possível eliminar alguma coisa. Então, observe como mudar outras.

Tenha alternativas para “o que comer”, as vezes um copo de água é um aliado perfeito nesse momento.  Aqui também vale o lembrete: consulte a nutricionista para saber quais seriam as alternativas a estes “assaltos”.

Entenda a ansiedade como que uma energia enorme, que precisa ser gasta. Portanto, atividade física é importante, quanto mais aeróbica melhor.

Por falar nisso, aprenda a respirar, a controlar sua respiração. Está é uma ótima forma de estar lidando com a ansiedade. Sentiu ela chegando, pare e respire.

Mas, entendo que o ponto mais importante é: “não se engane, não se permita se enganar”. Aprenda a lidar com as suas emoções. Descubra o seu funcionamento e as formas de se controlar.

Busque ser resiliente e empático. Exercite estas duas atitudes consigo mesmo. Busque se conhecer, se aceitar, se aperfeiçoar.

Então, lembre isso na sua próxima ida a geladeira. Quem sabe, imprima e cole na porta esse texto.

Um abraço

Em épocas de isolamento social, pandemias e muita desinformação. É esperado que observarmos os índices de sintomas relacionados a ansiedade e depressão aumentarem. É algo normal, visto eu nossa rotina muda. Junto aparece a angustia de não saber o que pode acontecer. As incertezas aumentam. E assim nossa rotina se quebra toda. Não é?

E ali estamos, em casa, fazendo nosso home office, quietinhos. Quando do nada pensamos: “vou fazer um bolo!” ou “deixa ir ali ver na geladeira o que tem” e assim, acabamos comento mais do que o necessário. E essa rotina se repete.

Não se engane, essa “visita constante” a geladeira, ou aos armários da cozinha, é um alerta. O inimigo está próximo. Quem? A ansiedade.

Perceba que, quanto menos atividades durante nossa rotina diária, maior fica a ansiedade. É como que se nosso cérebro ficasse pensando “o que vou fazer, o que vou fazer” sem parar, criando uma angustia enorme, que acaba sendo “preenchida” pelo que houver pela frente na geladeira.

Ok, então, sei agora que isso é esperado. Mas, e aí? Faço o que?

Bom, o primeiro passo é esse: entender como funciona esse círculo. O primeiro passo é saber como é a sua ansiedade. Quando ela desperta? Em quais situações? Naquele momento em que te pegas na porta da geladeira, sem fome, olhando o que devorar, o que está acontecendo? Tem algo te incomodando?

Esse mapeamento é importante para que possamos traçar estratégias de enfrentamento a ansiedade.

Lembrando, nada aqui supera a boa e velha psicoterapia, mas ajuda.

Tendo o mapeamento, observe quais são as similaridades entre as situações. Tendo essa lista, veja se é possível eliminar alguma coisa. Então, observe como mudar outras.

Tenha alternativas para “o que comer”, as vezes um copo de água é um aliado perfeito nesse momento.  Aqui também vale o lembrete: consulte a nutricionista para saber quais seriam as alternativas a estes “assaltos”.

Entenda a ansiedade como que uma energia enorme, que precisa ser gasta. Portanto, atividade física é importante, quanto mais aeróbica melhor.

Por falar nisso, aprenda a respirar, a controlar sua respiração. Está é uma ótima forma de estar lidando com a ansiedade. Sentiu ela chegando, pare e respire.

Mas, entendo que o ponto mais importante é: “não se engane, não se permita se enganar”. Aprenda a lidar com as suas emoções. Descubra o seu funcionamento e as formas de se controlar.

Busque ser resiliente e empático. Exercite estas duas atitudes consigo mesmo. Busque se conhecer, se aceitar, se aperfeiçoar.

Então, lembre isso na sua próxima ida a geladeira. Quem sabe, imprima e cole na porta esse texto.

Um abraço

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