Blog Luciana Lacerda Burigo Trindade: A força que ela tem

Desde de pequena eu sempre fui atraída pelos relacionamentos de amizades entre mulheres. Tenho o maior prazer em dividir meu tempo, minhas alegrias e dores com elas. Um entendimento que vai além do olhar, uma conexão que vai além da mesa do bar ou do jogo de futebol.

São mulheres com visões diferentes, experiências de vida diversas e quanto mais estranhas me pareciam, mais eu queria entender o que era aquilo. Assim tenho amigas por todo lugar, com diferentes estilos de vida e profissões.

Em comum, elas têm uma força, que se agiganta quando se somam umas às outras. Essa energia não vem na genética, ela é instigada, semeada, plantada em nós desde muito novas, quando começamos a ouvir que isso ou aquilo não é coisa de menina. Que menina precisa “saber fazer”, somos exigidas e cobradas, para sermos asseadas, organizadas, bem educadas, receptivas, servis, aplicadas, caprichosas, temos que ter a letra bem bonita, o cabelo arrumado, as roupas limpas, sermos sensatas e bem disciplinadas.

Que menino jogando bola na lama se preocuparia com tudo isso?

Somos ensinadas desde muito novas a sermos melhores, a controlarmos nossos impulsos. Isso gera alguns traumas, dificuldades de autoaceitação, principalmente para aquelas que não se encaixam nesse padrão. E quem se encaixa nisso tudo? Não somos pecinhas, somos humanas incríveis.

O dia 8 de Março é um dos mais importantes do ano para trabalharmos essa conscientização, lembrarmos de tudo que a mulher já enfrentou para que hoje eu possa estar aqui escrevendo isso com a tranquilidade de não ser queimada numa fogueira.

Mas ainda temos um longo caminho a percorrer, já que a violência verbal, física e o feminicídio ainda são realidade, especialmente nesse último ano, durante a pandemia.

A mudança começa nos pequenos detalhes, nas piadas machistas por exemplo, elas fazem parte na normalização e manutenção da violência, pois elas anestesiam os sentidos da opinião popular, dificultando ainda mais que essas mudanças aconteçam.

Sobre nosso Dia Internacional da Mulher, quero deixar um fazer pensar, em prol de toda mulherada que eu amo tanto conviver e construir.

Juntas somos SEMPRE melhores.

Desde de pequena eu sempre fui atraída pelos relacionamentos de amizades entre mulheres. Tenho o maior prazer em dividir meu tempo, minhas alegrias e dores com elas. Um entendimento que vai além do olhar, uma conexão que vai além da mesa do bar ou do jogo de futebol.

São mulheres com visões diferentes, experiências de vida diversas e quanto mais estranhas me pareciam, mais eu queria entender o que era aquilo. Assim tenho amigas por todo lugar, com diferentes estilos de vida e profissões.

Em comum, elas têm uma força, que se agiganta quando se somam umas às outras. Essa energia não vem na genética, ela é instigada, semeada, plantada em nós desde muito novas, quando começamos a ouvir que isso ou aquilo não é coisa de menina. Que menina precisa “saber fazer”, somos exigidas e cobradas, para sermos asseadas, organizadas, bem educadas, receptivas, servis, aplicadas, caprichosas, temos que ter a letra bem bonita, o cabelo arrumado, as roupas limpas, sermos sensatas e bem disciplinadas.

Que menino jogando bola na lama se preocuparia com tudo isso?

Somos ensinadas desde muito novas a sermos melhores, a controlarmos nossos impulsos. Isso gera alguns traumas, dificuldades de autoaceitação, principalmente para aquelas que não se encaixam nesse padrão. E quem se encaixa nisso tudo? Não somos pecinhas, somos humanas incríveis.

O dia 8 de Março é um dos mais importantes do ano para trabalharmos essa conscientização, lembrarmos de tudo que a mulher já enfrentou para que hoje eu possa estar aqui escrevendo isso com a tranquilidade de não ser queimada numa fogueira.

Mas ainda temos um longo caminho a percorrer, já que a violência verbal, física e o feminicídio ainda são realidade, especialmente nesse último ano, durante a pandemia.

A mudança começa nos pequenos detalhes, nas piadas machistas por exemplo, elas fazem parte na normalização e manutenção da violência, pois elas anestesiam os sentidos da opinião popular, dificultando ainda mais que essas mudanças aconteçam.

Sobre nosso Dia Internacional da Mulher, quero deixar um fazer pensar, em prol de toda mulherada que eu amo tanto conviver e construir.

Juntas somos SEMPRE melhores.

Compartilhe

Voltar ao blog