Auxílio emergencial pode ser prorrogado, caso ocorra segunda onda de Covid-19

Ministro Paulo Guedes explica que não é a expectativa atual, mas está prevista como uma contingência

Por Dyessica Abadi

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o auxílio emergencial será prorrogado, caso ocorra uma segunda onda de Covid-19 no Brasil. A declaração aconteceu nesta quinta-feira, 12, durante evento virtual organizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Atualmente, o objetivo é encerrar o auxílio emergencial em 31 de dezembro. Contudo, caso a pandemia volte a crescer no Brasil, a prorrogação do benefício está prevista pela equipe econômica como uma contingência — ou seja, algo que pode vir a acontecer, mas que não pode ser previsto.

“Prorrogação do auxílio emergencial, se houver segunda onda, não é possibilidade, é certeza. Se houver segunda onda da pandemia, o Brasil reagirá como da primeira vez. Vamos decretar estado de calamidade pública e vamos recriar (o auxílio emergencial)”, disse o ministro.

Além disso, Paulo Guedes informou que a ideia é gastar menos, caso seja necessária a prorrogação. “Ao invés de gastar 10% do PIB, talvez gastemos 4%”, completou. Para o ministro, o valor inicial de R$ 600 reais do auxílio emergencial ficou acima do esperado, que era de até R$ 400.

Apesar da declaração, Guedes disse não se arrepender, porque o benefício foi importante para a reação da economia. Recentemente, em setembro, o benefício foi reduzido para R$ 300 reais.

Fonte: Estadão

Foto: Alan Santos/PR

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Por Dyessica Abadi

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o auxílio emergencial será prorrogado, caso ocorra uma segunda onda de Covid-19 no Brasil. A declaração aconteceu nesta quinta-feira, 12, durante evento virtual organizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Atualmente, o objetivo é encerrar o auxílio emergencial em 31 de dezembro. Contudo, caso a pandemia volte a crescer no Brasil, a prorrogação do benefício está prevista pela equipe econômica como uma contingência — ou seja, algo que pode vir a acontecer, mas que não pode ser previsto.

“Prorrogação do auxílio emergencial, se houver segunda onda, não é possibilidade, é certeza. Se houver segunda onda da pandemia, o Brasil reagirá como da primeira vez. Vamos decretar estado de calamidade pública e vamos recriar (o auxílio emergencial)”, disse o ministro.

Além disso, Paulo Guedes informou que a ideia é gastar menos, caso seja necessária a prorrogação. “Ao invés de gastar 10% do PIB, talvez gastemos 4%”, completou. Para o ministro, o valor inicial de R$ 600 reais do auxílio emergencial ficou acima do esperado, que era de até R$ 400.

Apesar da declaração, Guedes disse não se arrepender, porque o benefício foi importante para a reação da economia. Recentemente, em setembro, o benefício foi reduzido para R$ 300 reais.

Fonte: Estadão

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