Autismo e a importância do acompanhamento multiprofissional

Coluna Luis Vicente, 16/09/2019


Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um quadro complexo. Além de não possuir causa conhecida, não possui uma cura. Com sintomas físicos, psicológicos e comportamentais, o autismo pode interferir nas habilidades de comunicação, aprendizagem e sociais, por isso, para estimular o autista é necessário um acompanhamento multiprofissional.


Terapias como a psicopedagogia, fonoaudiologia, terapia baseada em ABA, musicoterapia e terapia ocupacional podem contribuir com a melhora da interação do paciente com o meio e com as outras pessoas. Além de reduzir problemas comportamentais, aprendizagem e ensinar as crianças a como agir e reagir em determinados contextos sociais.


Apenas sessões terapêuticas?


Não! Por isso deve-se aliar sessões terapêuticas, bons hábitos, diferentes profissionais e tratamentos. Isto é importante para que o autista tenha uma melhor qualidade de vida e bem-estar. O acompanhamento de uma equipe multidisciplinar é essencial nos casos de autismo, porque aborda as condições que o transtorno causa. A equipe de profissionais pode ajudar o paciente a melhorar a interação social, amenizar os diversos sintomas e garantir, a cada dia, maior desenvolvimento das funções.


As necessidades de acompanhamento variam conforme a criança. “Dependendo do caso, ela pode precisar de um fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional, neurologista, educador físico, psicopedagogo e fisioterapeuta”, explica a Psicopedagoga Priscilla Valnier. Cada profissional colabora de acordo com sua especialização.


No entanto, quando combinados, o trabalho é muito mais eficiente. Essa equipe não precisa necessariamente estar em um mesmo local físico, mas é imprescindível que se comuniquem, troquem informações sobre a criança e avaliem juntos os progressos dos tratamentos desenvolvidos.

Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um quadro complexo. Além de não possuir causa conhecida, não possui uma cura. Com sintomas físicos, psicológicos e comportamentais, o autismo pode interferir nas habilidades de comunicação, aprendizagem e sociais, por isso, para estimular o autista é necessário um acompanhamento multiprofissional.

Terapias como a psicopedagogia, fonoaudiologia, terapia baseada em ABA, musicoterapia e terapia ocupacional podem contribuir com a melhora da interação do paciente com o meio e com as outras pessoas. Além de reduzir problemas comportamentais, aprendizagem e ensinar as crianças a como agir e reagir em determinados contextos sociais.

Apenas sessões terapêuticas?

Não! Por isso deve-se aliar sessões terapêuticas, bons hábitos, diferentes profissionais e tratamentos. Isto é importante para que o autista tenha uma melhor qualidade de vida e bem-estar. O acompanhamento de uma equipe multidisciplinar é essencial nos casos de autismo, porque aborda as condições que o transtorno causa. A equipe de profissionais pode ajudar o paciente a melhorar a interação social, amenizar os diversos sintomas e garantir, a cada dia, maior desenvolvimento das funções.

As necessidades de acompanhamento variam conforme a criança. “Dependendo do caso, ela pode precisar de um fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional, neurologista, educador físico, psicopedagogo e fisioterapeuta”, explica a Psicopedagoga Priscilla Valnier. Cada profissional colabora de acordo com sua especialização.

No entanto, quando combinados, o trabalho é muito mais eficiente. Essa equipe não precisa necessariamente estar em um mesmo local físico, mas é imprescindível que se comuniquem, troquem informações sobre a criança e avaliem juntos os progressos dos tratamentos desenvolvidos.

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