Atendimentos na UPA de Araranguá diminuiu pela metade na pandemia

Gestores da unidade temem que comorbidades se agravem no período, já que muitos pacientes não têm procurado atendimento

Mensalmente a Unidade de Pronto Atendimento de Araranguá - UPA, registrava 8.500 atendimentos por mês. Os números representam pacientes de toda a região do Extremo Sul Catarinense recebidos pela unidade que é administrada pela secretaria de Saúde de Araranguá – município que concentra a maioria dos atendimentos.

Mas com o Covid-19, a ampla divulgação de medidas para prevenir o contágio e a necessidade de isolamento social, os atendimentos da UPA reduziram pela metade nos últimos meses desde que iniciou a pandemia. Em maio, por exemplo, foram registrados 4.300 atendimentos.

Segundo a secretária de Saúde, Evelyn Elias, a pouca procura se deve ao medo das pessoas buscar atendimento para seus males e contrair o novo vírus; “As pessoas estão com medo de procurar e acreditamos que se agravem outras comorbidades com isso. Então é preciso ter atenção”. Os atendimentos mais comuns na UPA são em pacientes com hipertensão, problemas cardíacos, descontrole do diabetes e, nesta época do ano, algumas doenças respiratórias.

Para a secretária, alguns pacientes só sentirão segurança em procurar a unidade quando houver mais conscientização do resto da população em respeitar o isolamento social e não colaborar com a disseminação do Covid-19. “As pessoas tem que procurar isolamento para podermos atender outras comorbidades. O que vemos são muitos jovens que não se cuidam e permanecem se reunido e em aglomeração. Claro que esse grupo tem a resposta imunológica melhor, mas podem infectar seus familiares. Precisamos ter paciência e respeito pelo próximo, então não saiam de casa sem ser necessário. Só desta forma diminuirão os casos do novo vírus e as pessoas com outras doenças poderão procurar o atendimento mais seguras”, argumentou.

A região nesta sexta, 05, conta com 285 positivos da doença, sendo mais da metade recuperados. Araranguá está com 69 pacientes com Covid-19, 42 recuperados e 25 em monitoramento. Até o momento, apenas duas mortes registradas no município, enquanto que na Amesc se somam 07 óbitos da doença.

 

Mensalmente a Unidade de Pronto Atendimento de Araranguá – UPA, registrava 8.500 atendimentos por mês. Os números representam pacientes de toda a região do Extremo Sul Catarinense recebidos pela unidade que é administrada pela secretaria de Saúde de Araranguá – município que concentra a maioria dos atendimentos.

Mas com o Covid-19, a ampla divulgação de medidas para prevenir o contágio e a necessidade de isolamento social, os atendimentos da UPA reduziram pela metade nos últimos meses desde que iniciou a pandemia. Em maio, por exemplo, foram registrados 4.300 atendimentos.

Segundo a secretária de Saúde, Evelyn Elias, a pouca procura se deve ao medo das pessoas buscar atendimento para seus males e contrair o novo vírus; “As pessoas estão com medo de procurar e acreditamos que se agravem outras comorbidades com isso. Então é preciso ter atenção”. Os atendimentos mais comuns na UPA são em pacientes com hipertensão, problemas cardíacos, descontrole do diabetes e, nesta época do ano, algumas doenças respiratórias.

Para a secretária, alguns pacientes só sentirão segurança em procurar a unidade quando houver mais conscientização do resto da população em respeitar o isolamento social e não colaborar com a disseminação do Covid-19. “As pessoas tem que procurar isolamento para podermos atender outras comorbidades. O que vemos são muitos jovens que não se cuidam e permanecem se reunido e em aglomeração. Claro que esse grupo tem a resposta imunológica melhor, mas podem infectar seus familiares. Precisamos ter paciência e respeito pelo próximo, então não saiam de casa sem ser necessário. Só desta forma diminuirão os casos do novo vírus e as pessoas com outras doenças poderão procurar o atendimento mais seguras”, argumentou.

A região nesta sexta, 05, conta com 285 positivos da doença, sendo mais da metade recuperados. Araranguá está com 69 pacientes com Covid-19, 42 recuperados e 25 em monitoramento. Até o momento, apenas duas mortes registradas no município, enquanto que na Amesc se somam 07 óbitos da doença.

 

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