Aprovado redução no prazo de quarentena para Covid-19

A regra prevista anteriormente pelo Ministério da Saúde era de 14 dias de isolamento ininterruptos

Foi anunciado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (10/01), a redução do período de quarentena para pessoas infectadas com a Covid-19. A partir de agora, o isolamento exigido é de no mínimo sete dias para pacientes imunocompetentes (com capacidade para produzir anticorpos), como os vacinados, que tenham apresentado sintomas leves ou moderados da doença.

No entanto, foi garantindo aos pacientes com Covid-19 a possibilidade de realizar teste no quinto dia de isolamento, caso não apresentem sintomas respiratórios, febre e não tenham feito uso de medicamentos antitérmicos por pelo menos 24h. Em caso de resultado negativo, os infectados estão liberados da quarentena, mas devem manter as medidas não farmacológicas contra o novo coronavírus, como o uso de máscaras e o distanciamento social. Além disso, é exigido dos pacientes em recuperação que mantenham distância de pessoas com comorbidade até o 10º dia previsto para o isolamento.

A regra prevista anteriormente pelo Ministério da Saúde era de 14 dias de isolamento ininterruptos. De acordo com a pasta, foram utilizados como referências os protocolos de referência do Centro de Controle de Doenças Infecciosas (CDC), dos Estados Unidos, e do Sistema Nacional de Saúde (NHS), da Inglaterra. A pasta tomou a decisão no mesmo sentido do que foi adotado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que oficializou as mudanças duas horas antes do governo federal.

"Sem dúvidas, a variante Ômicron causa um número muito maior de casos, temos observado esse aumento, mas, felizmente, ainda não temos a correspondência em número de óbito", disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, após o anúncio. "Estamos nos preparando para ampliar algumas políticas, como a de testagem". Queiroga informou que até o final de janeiro serão distribuídos 28 milhões de testes rápidos para autotestagem. Nos próximos 15 dias, devem ser distribuídos 13 milhões de testes.

Foi anunciado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (10/01), a redução do período de quarentena para pessoas infectadas com a Covid-19. A partir de agora, o isolamento exigido é de no mínimo sete dias para pacientes imunocompetentes (com capacidade para produzir anticorpos), como os vacinados, que tenham apresentado sintomas leves ou moderados da doença.

No entanto, foi garantindo aos pacientes com Covid-19 a possibilidade de realizar teste no quinto dia de isolamento, caso não apresentem sintomas respiratórios, febre e não tenham feito uso de medicamentos antitérmicos por pelo menos 24h. Em caso de resultado negativo, os infectados estão liberados da quarentena, mas devem manter as medidas não farmacológicas contra o novo coronavírus, como o uso de máscaras e o distanciamento social. Além disso, é exigido dos pacientes em recuperação que mantenham distância de pessoas com comorbidade até o 10º dia previsto para o isolamento.

A regra prevista anteriormente pelo Ministério da Saúde era de 14 dias de isolamento ininterruptos. De acordo com a pasta, foram utilizados como referências os protocolos de referência do Centro de Controle de Doenças Infecciosas (CDC), dos Estados Unidos, e do Sistema Nacional de Saúde (NHS), da Inglaterra. A pasta tomou a decisão no mesmo sentido do que foi adotado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que oficializou as mudanças duas horas antes do governo federal.

“Sem dúvidas, a variante Ômicron causa um número muito maior de casos, temos observado esse aumento, mas, felizmente, ainda não temos a correspondência em número de óbito”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, após o anúncio. “Estamos nos preparando para ampliar algumas políticas, como a de testagem”. Queiroga informou que até o final de janeiro serão distribuídos 28 milhões de testes rápidos para autotestagem. Nos próximos 15 dias, devem ser distribuídos 13 milhões de testes.

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