Anvisa rejeita uso da Sputnik V e laboratório acusa órgão de difamação

Na última segunda-feira, 26, os cinco diretores da agência rejeitaram, por unanimidade, a importação e o uso do imunizante no Brasil

Por Dyessica Abadi

Após rejeitar o pedido de uso emergencial da vacina russa Sputnik V, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentou nesta quinta-feira, 29, um dossiê com questionamentos técnico-científicos acerca do imunizante. Segundo a agência, o laboratório responsável pela produção da vacina, Instituto Gamaleya, não apresentou dados relevantes sobre os problemas apontados pela equipe médica brasileira.

Em contrapartida, instituto informou hoje que vai processar a Anvisa por difamação. Segundo eles, a agência espalhou, intencionalmente, “informações falsas e imprecisas” contra o laboratório antes de ter testado a vacina. Em anúncio publicado nas redes sociais, o laboratório afirma que a Anvisa não realizou testes na substância e que a conclusão foi tomada apenas por meio de análises dos documentos.

Na última segunda-feira, 26, os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitaram, por unanimidade, a importação e o uso da vacina russa Sputnik V pelo Brasil. O diretor da Anvisa, Alex Machado Campos, que é o relator do pedido, considerou que o imunizante pode trazer riscos à saúde. Além disso, foram apontadas falhas e pendências na documentação apresentada pelo fabricante.

No dia seguinte, alguns governadores reuniram-se com representantes do governo russo para discutir a tentativa de importação da vacina. Os administradores estaduais já negociaram 66 milhões de doses, mas, diante da decisão da Anvisa, buscaram discutir os problemas técnicos apontados pela Anvisa, como a falta de comprovações sobre a segurança da vacina e dos processos de fabricação.

Fonte: Agência Brasil

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Por Dyessica Abadi

Após rejeitar o pedido de uso emergencial da vacina russa Sputnik V, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentou nesta quinta-feira, 29, um dossiê com questionamentos técnico-científicos acerca do imunizante. Segundo a agência, o laboratório responsável pela produção da vacina, Instituto Gamaleya, não apresentou dados relevantes sobre os problemas apontados pela equipe médica brasileira.

Em contrapartida, instituto informou hoje que vai processar a Anvisa por difamação. Segundo eles, a agência espalhou, intencionalmente, “informações falsas e imprecisas” contra o laboratório antes de ter testado a vacina. Em anúncio publicado nas redes sociais, o laboratório afirma que a Anvisa não realizou testes na substância e que a conclusão foi tomada apenas por meio de análises dos documentos.

Na última segunda-feira, 26, os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitaram, por unanimidade, a importação e o uso da vacina russa Sputnik V pelo Brasil. O diretor da Anvisa, Alex Machado Campos, que é o relator do pedido, considerou que o imunizante pode trazer riscos à saúde. Além disso, foram apontadas falhas e pendências na documentação apresentada pelo fabricante.

No dia seguinte, alguns governadores reuniram-se com representantes do governo russo para discutir a tentativa de importação da vacina. Os administradores estaduais já negociaram 66 milhões de doses, mas, diante da decisão da Anvisa, buscaram discutir os problemas técnicos apontados pela Anvisa, como a falta de comprovações sobre a segurança da vacina e dos processos de fabricação.

Fonte: Agência Brasil

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