AMESC trabalha vinda de recursos e estrutura para agricultura

O objetivo é arrecadar fundos principalmente a quem teve prejuízos com as intempéries climáticas das últimas semanas

Por Dyessica Abadi

Em reunião realizada nesta terça-feira, 28, os membros do Colegiado de Agricultura e Meio Ambiente da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (AMESC) dialogaram sobre captação de recursos e perspectivas de quais necessidades podem ser enquadradas para o setor. O objetivo é arrecadar fundos para agricultora da região, principalmente a quem teve prejuízos com as intempéries climáticas das últimas semanas.

Dois projetos visam auxiliar a Agricultura Familiar


Sete municípios do Extremo Sul Catarinense têm disponibilizado o recurso de R$430 mil para revitalização de propriedades atingidas pelo ciclone e chuvas das últimas semana. São eles: Ermo, São João do Sul, Santa Rosa do Sul, Sombrio, Jacinto Machado, Timbé do Sul e Morro Grande. Os municípios elencados foram credenciados através de questões como danos, Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e Produto Interno Bruto (PIB).

Cada agricultor poderá pedir até R$ 10 mil reais através do projeto Recupera SC/FDR, em um programa com até cinco anos para pagar — e possibilidade de 50% de desconto para quem fizer os pagamentos em dia. O auxílio tem por objetivo ajudar o agricultor a recuperar, estruturar e suavizar os efeitos causados pelos eventos, visando a continuidade dos processos produtivos.

Além desse, outro projeto disponível e que abrange todos os municípios que tiveram propriedades atingidas é o Programa Recupera SC – Menos Juros. A ação inclui auxílio de até R$ 40 mil por propriedade com renda anual de, no máximo, R$ 415 mil. Caso haja dúvidas sobre quaisquer dos dois projetos, podem ser buscadas mais informações através das secretarias de Agricultura e da Epagri.

Membros da AMESC movimentam-se para captar recursos


Atualmente, a AMESC conta com um membro responsável pela área de captação de recursos e de convênios: Francisco Álvaro Veríssimo. Ele apresentou a possibilidade de captação de recursos do Ministério da Agricultura, da ordem de até R$ 1 milhão para aplicação nos municípios dentro da área de Agricultura Familiar. Esta captação é possível através do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário de Gestão Pública da AMESC (CIMGEPA). A proposta será construída para que o cadastramento possa ser feito em tempo hábil.

O responsável pelo setor de Movimento Econômico da AMESC, Ailson Piva, observa que a agricultura é o setor que traz o embasamento econômico regional, sendo que aponta boas perspectivas diante de toda a situação dos últimos meses. “Há muita dificuldade econômica frente a questões como a crise da pandemia e intempéries, mas o extremo sul está em vantagem com uma agricultura sólida, na qual as pessoas se mantêm em necessidade de atendimento. Aproveitar estes recursos para as áreas que foram afetadas, especialmente como a bananicultura, e fazer esta organização das demandas, fará com que desenhamos um cenário ainda mais positivo para a região” conclui Ailson Piva.

Por Dyessica Abadi

Em reunião realizada nesta terça-feira, 28, os membros do Colegiado de Agricultura e Meio Ambiente da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (AMESC) dialogaram sobre captação de recursos e perspectivas de quais necessidades podem ser enquadradas para o setor. O objetivo é arrecadar fundos para agricultora da região, principalmente a quem teve prejuízos com as intempéries climáticas das últimas semanas.

Dois projetos visam auxiliar a Agricultura Familiar

Sete municípios do Extremo Sul Catarinense têm disponibilizado o recurso de R$430 mil para revitalização de propriedades atingidas pelo ciclone e chuvas das últimas semana. São eles: Ermo, São João do Sul, Santa Rosa do Sul, Sombrio, Jacinto Machado, Timbé do Sul e Morro Grande. Os municípios elencados foram credenciados através de questões como danos, Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e Produto Interno Bruto (PIB).

Cada agricultor poderá pedir até R$ 10 mil reais através do projeto Recupera SC/FDR, em um programa com até cinco anos para pagar — e possibilidade de 50% de desconto para quem fizer os pagamentos em dia. O auxílio tem por objetivo ajudar o agricultor a recuperar, estruturar e suavizar os efeitos causados pelos eventos, visando a continuidade dos processos produtivos.

Além desse, outro projeto disponível e que abrange todos os municípios que tiveram propriedades atingidas é o Programa Recupera SC – Menos Juros. A ação inclui auxílio de até R$ 40 mil por propriedade com renda anual de, no máximo, R$ 415 mil. Caso haja dúvidas sobre quaisquer dos dois projetos, podem ser buscadas mais informações através das secretarias de Agricultura e da Epagri.

Membros da AMESC movimentam-se para captar recursos

Atualmente, a AMESC conta com um membro responsável pela área de captação de recursos e de convênios: Francisco Álvaro Veríssimo. Ele apresentou a possibilidade de captação de recursos do Ministério da Agricultura, da ordem de até R$ 1 milhão para aplicação nos municípios dentro da área de Agricultura Familiar. Esta captação é possível através do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário de Gestão Pública da AMESC (CIMGEPA). A proposta será construída para que o cadastramento possa ser feito em tempo hábil.

O responsável pelo setor de Movimento Econômico da AMESC, Ailson Piva, observa que a agricultura é o setor que traz o embasamento econômico regional, sendo que aponta boas perspectivas diante de toda a situação dos últimos meses. “Há muita dificuldade econômica frente a questões como a crise da pandemia e intempéries, mas o extremo sul está em vantagem com uma agricultura sólida, na qual as pessoas se mantêm em necessidade de atendimento. Aproveitar estes recursos para as áreas que foram afetadas, especialmente como a bananicultura, e fazer esta organização das demandas, fará com que desenhamos um cenário ainda mais positivo para a região” conclui Ailson Piva.

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