Aluno com suspeita de Covid-19 frequentou aulas presenciais na EEB Maria Garcia Pessi em Araranguá

Pais não comunicaram a direção da escola

Por Dyessica Abadi

Nesta semana, o Portal W3 noticiou a situação das escolas da Regional de Araranguá que foram fechadas ou tiveram as atividades suspensas por confirmarem casos de Covid-19 no quadro de alunos e funcionários (leia a matéria completa Leia a reportagem completa clicando aqui ). Uma das escolas em questão é a EEB Maria Garcia Pessi, em Araranguá, na qual uma situação gerou confusão: um aluno que estava com suspeita de Covid-19 frequentou a sala de aula sem que os pais comunicassem a direção da escola.

Segundo relato da diretora, Sandra Regina, o aluno em questão estava com sintomas da doença e foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Araranguá para realização dos exames. Os pais não comunicaram a escola sobre a suspeita e permitiram que a criança frequentasse a escola e tivesse contato com funcionários, professores e colegas de aula.

"Com sintomas, os alunos não devem ir à escola e os pais ou responsáveis pelo aluno devem informar a escola", destaca a gerente regional de Educação, Rosane Castelan. Os protocolos de medidas sanitárias da secretaria de Estado de Educação (SED) estabelecem que qualquer pessoa, seja aluno, professor ou demais funcionários, com suspeita ou confirmação de covid-19 deve ser afastada imediatamente.

Na última semana, três professores da EEB Maria Garcia Pessi foram afastados com sintomas gripais. Com isso, a escola suspendeu parcialmente as atividades escolares, estabelecendo o retorno de aulas remotas em casa para os alunos do ensino fundamental II e do ensino médio diurno.

"Todos os sintomas de alunos dentro e fora da escola devem ser avisados à equipe gestora da instituição, que fará o contato com os órgãos sanitários", destaca a secretaria de Saúde do Estado. Caso ocorra um surto de covid-19, as escolas que estiverem no modelo presencial ou misto devem passar suas atividades para o modelo 100% remoto durante 14 dias.

O Portal W3 tentou contato com a vigilância sanitária do município sobre medidas cabíveis nesta situação, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.

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Nesta semana, o Portal W3 noticiou a situação das escolas da Regional de Araranguá que foram fechadas ou tiveram as atividades suspensas por confirmarem casos de Covid-19 no quadro de alunos e funcionários (leia a matéria completa Leia a reportagem completa clicando aqui ). Uma das escolas em questão é a EEB Maria Garcia Pessi, em Araranguá, na qual uma situação gerou confusão: um aluno que estava com suspeita de Covid-19 frequentou a sala de aula sem que os pais comunicassem a direção da escola.

Segundo relato da diretora, Sandra Regina, o aluno em questão estava com sintomas da doença e foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Araranguá para realização dos exames. Os pais não comunicaram a escola sobre a suspeita e permitiram que a criança frequentasse a escola e tivesse contato com funcionários, professores e colegas de aula.

“Com sintomas, os alunos não devem ir à escola e os pais ou responsáveis pelo aluno devem informar a escola”, destaca a gerente regional de Educação, Rosane Castelan. Os protocolos de medidas sanitárias da secretaria de Estado de Educação (SED) estabelecem que qualquer pessoa, seja aluno, professor ou demais funcionários, com suspeita ou confirmação de covid-19 deve ser afastada imediatamente.

Na última semana, três professores da EEB Maria Garcia Pessi foram afastados com sintomas gripais. Com isso, a escola suspendeu parcialmente as atividades escolares, estabelecendo o retorno de aulas remotas em casa para os alunos do ensino fundamental II e do ensino médio diurno.

“Todos os sintomas de alunos dentro e fora da escola devem ser avisados à equipe gestora da instituição, que fará o contato com os órgãos sanitários”, destaca a secretaria de Saúde do Estado. Caso ocorra um surto de covid-19, as escolas que estiverem no modelo presencial ou misto devem passar suas atividades para o modelo 100% remoto durante 14 dias.

O Portal W3 tentou contato com a vigilância sanitária do município sobre medidas cabíveis nesta situação, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.

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