Blog Diego Daniel: Mudanças de dentro para fora

O mundo está sempre em evolução e com isso há mudanças constantes. Na arquitetura e nas cidades não são diferentes. Temos hábitos e costumes, e essa mudança do modo de morar e trabalhar ocorre a cada 5 a 10 anos. Na geração passada ocorria a cada 15 ou 20 anos, porém com a tecnologia tudo ficou mais rápido. E quando se tem um evento extremo significativo como uma guerra ou a atual pandemia, isso se acelera em questão de meses.

Estávamos fazendo até pouco tempo a cozinha de forma isolada, dependência de empregada doméstica, sala para visitas e uma outra sala de TV, sem falar no quarto para visitas, que também saiu de uso com hotéis cada vez mais acessíveis como o Airbnb.

De tão vital, hoje pedimos a internet ao mesmo tempo que a energia elétrica. Antes tínhamos cômodos separados, hoje queremos um salão integrado que não dá pra mais limitar o que é cozinha da sala de estar ou jantar. Está tudo junto e misturado. E com cada vez mais tecnologia que vai desde a super TV ultra fina, até o comando por voz para a iluminação, câmeras e cortinas, até interação com o Google que reconhece seus hábitos.

[caption id="attachment_63035" align="aligncenter" width="645"] Projeto: Diego Daniel Arquitetura - Cozinha e salas integradas[/caption]

Nossas casas serão mais utilizadas e de variadas formas. Dormir, cozinhar, estudar, trabalhar, e se divertir. Deixando de lado os costumes ortodoxos de uso de cada ambiente, agora eles se conversam e se misturam. A mesa de jantar serve para trabalhar e o sofá também porquê não?!

[caption id="attachment_63036" align="aligncenter" width="606"] Projeto: Diego Daniel Arquitetura - Cozinha e salas integradas com muita luz natural[/caption]

Escritórios já eram pedidos recorrentes. Mas agora virou item quase principal. E a tendência que vejo é que os espaços estão cada vez mais híbridos, onde trabalhar, comer e relaxar pode ser em vários lugares da casa. Os ambientes pedem mobilidade na funcionalidade.

[caption id="attachment_63037" align="aligncenter" width="560"] Projeto: Diego Daniel Arquitetura - Home office e quarto de apoio[/caption]

Com grande parte do trabalho vindo pra dentro de casa, percebo mais que as pessoas estão mais interessadas com a qualidade e o uso dos espaços. Como a entrada da luz do sol, do vento natural cruzando o ambiente, e espaços com plantas. A percepção disso ficou clara pois antes saiamos antes do sol para trabalhar e a casa ficava fechada.

[caption id="attachment_63038" align="aligncenter" width="512"] Projeto: Diego Daniel Arquitetura - Aptos pequenos com 28m²[/caption]

Entramos em um momento que muitas coisas estão sendo usadas sob demanda. Uma mudança sentida nos imóveis é com vagas de garagem. O carro, que já estava ocupando um espaço de uma vaga para cada quarto, começa a perder o sentido. E assim muitas cidades no mundo vão cedendo lugares, antes ocupados por carros, para parques e espaços de convívios e lazer.

Em relação ao aspecto externo, além das aberturas cada vez maiores, não mudou muita coisa. Ainda usamos tijolos empilhados, ao invés de materiais industriais como o Steel Frame e pré-moldados.

Mas ainda falando em comportamento, vejo a geração passada que tinha necessidade de acumular coisas, eliminando os objetos desnecessários. Estamos entrando em uma geração que não se tem apego material. E influenciado pelos mais jovens, vamos notando o  mais importante na vida: as experiências do compartilhamento, e como consequência a felicidade efêmera dos bons momentos.

O mundo está sempre em evolução e com isso há mudanças constantes. Na arquitetura e nas cidades não são diferentes. Temos hábitos e costumes, e essa mudança do modo de morar e trabalhar ocorre a cada 5 a 10 anos. Na geração passada ocorria a cada 15 ou 20 anos, porém com a tecnologia tudo ficou mais rápido. E quando se tem um evento extremo significativo como uma guerra ou a atual pandemia, isso se acelera em questão de meses.

Estávamos fazendo até pouco tempo a cozinha de forma isolada, dependência de empregada doméstica, sala para visitas e uma outra sala de TV, sem falar no quarto para visitas, que também saiu de uso com hotéis cada vez mais acessíveis como o Airbnb.

De tão vital, hoje pedimos a internet ao mesmo tempo que a energia elétrica. Antes tínhamos cômodos separados, hoje queremos um salão integrado que não dá pra mais limitar o que é cozinha da sala de estar ou jantar. Está tudo junto e misturado. E com cada vez mais tecnologia que vai desde a super TV ultra fina, até o comando por voz para a iluminação, câmeras e cortinas, até interação com o Google que reconhece seus hábitos.

Projeto: Diego Daniel Arquitetura – Cozinha e salas integradas

Nossas casas serão mais utilizadas e de variadas formas. Dormir, cozinhar, estudar, trabalhar, e se divertir. Deixando de lado os costumes ortodoxos de uso de cada ambiente, agora eles se conversam e se misturam. A mesa de jantar serve para trabalhar e o sofá também porquê não?!

Projeto: Diego Daniel Arquitetura – Cozinha e salas integradas com muita luz natural

Escritórios já eram pedidos recorrentes. Mas agora virou item quase principal. E a tendência que vejo é que os espaços estão cada vez mais híbridos, onde trabalhar, comer e relaxar pode ser em vários lugares da casa. Os ambientes pedem mobilidade na funcionalidade.

Projeto: Diego Daniel Arquitetura – Home office e quarto de apoio

Com grande parte do trabalho vindo pra dentro de casa, percebo mais que as pessoas estão mais interessadas com a qualidade e o uso dos espaços. Como a entrada da luz do sol, do vento natural cruzando o ambiente, e espaços com plantas. A percepção disso ficou clara pois antes saiamos antes do sol para trabalhar e a casa ficava fechada.

Projeto: Diego Daniel Arquitetura – Aptos pequenos com 28m²

Entramos em um momento que muitas coisas estão sendo usadas sob demanda. Uma mudança sentida nos imóveis é com vagas de garagem. O carro, que já estava ocupando um espaço de uma vaga para cada quarto, começa a perder o sentido. E assim muitas cidades no mundo vão cedendo lugares, antes ocupados por carros, para parques e espaços de convívios e lazer.

Em relação ao aspecto externo, além das aberturas cada vez maiores, não mudou muita coisa. Ainda usamos tijolos empilhados, ao invés de materiais industriais como o Steel Frame e pré-moldados.

Mas ainda falando em comportamento, vejo a geração passada que tinha necessidade de acumular coisas, eliminando os objetos desnecessários. Estamos entrando em uma geração que não se tem apego material. E influenciado pelos mais jovens, vamos notando o  mais importante na vida: as experiências do compartilhamento, e como consequência a felicidade efêmera dos bons momentos.

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