‪Polícia fecha fábrica de álcool em gel clandestina em Araranguá‬

‪Ação conjunta das equipes da Polícia Civil autuou pessoas‬ ‪Araranguá‬

Na tarde de terça, 24, a Polícia Civil de Araranguá, coordenada pelo delegado, Jair Duarte, realizou buscas após receber a denúncia de que um pequeno mercado no município de Araranguá, estava realizando o comércio ilegal de álcool.


No estabelecimento, foram encontrados dois galões de 5 litros, em desacordo com as normas da vigilância sanitária. “Em apuração constatou-se que estes produtos não estavam de acordo com as normas, e, em razão disso, os proprietários foram autuados em flagrante pela venda de produtos adulterados do artigo 273, III, b, do Código Penal”, disse o delegado regional, Diego de Haro, em nota à imprensa. A pena para este crime é de 10 a 15 anos de reclusão.

No mesmo mercado, também foram encontradas algumas caixas de fogos de artifício, cujo estabelecimento não possuía licença para a venda. Em razão disto, os proprietários, cujos os nomes não foram divulgados pela polícia, também foram autuados também por crime ambiental.

Fábrica clandestina

Momentos depois e na mesma tarde, a Polícia Civil se dirigiu ao Bairro Jardim das Avenidas onde apreendeu aproximadamente mil litros de produtos utilizados na fabricação de álcool adulterado, água sanitária e detergente em uma residência. No local, um casal, responsável pela fábrica clandestina foi autuado em flagrante, pela venda de produtos adulterados. “A fábrica que estava fazendo estes produtos é a mesma que vendia os insumos para o mercado”, contou o delegado.

Todos os quatro envolvidos foram encaminhados para a Central de Polícia de Araranguá.




 

 

 

Na tarde de terça, 24, a Polícia Civil de Araranguá, coordenada pelo delegado, Jair Duarte, realizou buscas após receber a denúncia de que um pequeno mercado no município de Araranguá, estava realizando o comércio ilegal de álcool.

No estabelecimento, foram encontrados dois galões de 5 litros, em desacordo com as normas da vigilância sanitária. “Em apuração constatou-se que estes produtos não estavam de acordo com as normas, e, em razão disso, os proprietários foram autuados em flagrante pela venda de produtos adulterados do artigo 273, III, b, do Código Penal”, disse o delegado regional, Diego de Haro, em nota à imprensa. A pena para este crime é de 10 a 15 anos de reclusão.

No mesmo mercado, também foram encontradas algumas caixas de fogos de artifício, cujo estabelecimento não possuía licença para a venda. Em razão disto, os proprietários, cujos os nomes não foram divulgados pela polícia, também foram autuados também por crime ambiental.

Fábrica clandestina

Momentos depois e na mesma tarde, a Polícia Civil se dirigiu ao Bairro Jardim das Avenidas onde apreendeu aproximadamente mil litros de produtos utilizados na fabricação de álcool adulterado, água sanitária e detergente em uma residência. No local, um casal, responsável pela fábrica clandestina foi autuado em flagrante, pela venda de produtos adulterados. “A fábrica que estava fazendo estes produtos é a mesma que vendia os insumos para o mercado”, contou o delegado.

Todos os quatro envolvidos foram encaminhados para a Central de Polícia de Araranguá.

 

 

 

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